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7 dezembro 2010
Conversar é a solução
CNJ quer incluir conciliação nos cursos de Direito

O Conselho Nacional de Justiça defendeu que seja introduzida no currículo dos cursos de Direito a disciplina da conciliação, que ensine a buscar a solução consensual para os conflitos de naturezas diversas, seja por meio de mediação, conciliação ou mesmo de arbitragem.
A posição foi manifestada pela juíza Morgana Richa, conselheira do CNJ, nesta segunda-feira (6/12), no Rio de Janeiro, na abertura do 4º Encontro Nacional do Judiciário.
Segundo a juíza, hoje a formação do profissional na área jurídica hoje está focada no litígio. "No curso de Direito, seja material ou processual, durante os cinco anos de formação o aluno é preparado para o litígio."
Morgana disse que o CNJ está trabalhando a conciliação também como política pública. "Que seja incluída uma disciplina obrigatória nos cursos de formação que trate desta solução consensual: seja ela por meio da mediação, da conciliação ou até mesmo da arbitragem." As informações são da Agência Brasil.
Revista Consultor Jurídico, 7 de dezembro de 2010
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Comentários
Comentários de leitores: 5 comentários
EXTINÇÃO DO JUDICIÁRIO
E pessoalmente concordo com esse ponto de vista, o judiciário ao invés de insistir em soluções alternativas para os conflitos deveria procurar também resolvê-los pois de que adianta uma estrutura cara, como é Poder Judiciário para nação, para solucionar os conflitos existentes se ela não é capaz de resolvê-los e apenas insiste em propagar meios alternativo para soluções de conflitos. Quem procura o judiciário já procurou todas as maneiras de ter seus conflitos resolvidos, não quer uma conciliação empurrada, se o judiciário insistir muito tempo nesse tipo de atitude acabará, futuramente, perdendo a razão de existir e sendo extinto por sua inutilidade para sociedade.
Inutilidade
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