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Marília Scriboni
Aasp pede veto de projeto de lei que amplia atribuições da Defensoria
Nos EUA, advogados fazem uso de ações coletivas - actions colections.
Aqui, retrógrados querem que "n" defensores públicos Brasil afora ajuizem "n" demandas idênticas, quando tudo pode se resolver com uma demanda coletiva.
Vai entender!!!
Como pode uma entidade que luta pela defesa da advocacia se posicionar de maneira tão apequenada?
A assp é associação dos advogados ou do Ministério Público? Como pode ela ser contra à isonomia entre defensores e promotores? Quer dizer que quem acusa senta-se ao lado do magistrado e quem defende fica em plano inferior? Dar legitimidade para propor ACP para a Defensoria, aspecto que já conta da lei de ACP, com parecer favorável da Professora Ada Pelegrini, é ampliar o rol de pessoas que podem ter acesso à ferramenta coletiva de solução de problemas. Vivemos em um país cheio de problemas sociais graves e, quando alguém mais quer ajudar, aparece a turma da reserva de mercado e começa a colocar problema onde não existe. Quem observa a certa distância tem a impressão que há carência de finalidade quando as pessoas deixam de se precocupar com seus problemas e passam a se preocupar com o problema alheio, este parece ser o caso da Aasp. A advocacia perde espaço a cada dia, o mercado de trabalho está soterrado de profissionais e, mesmo assim, a associação de classe se preocupa com a Defensoria. Isso é muito para mim. Afirmar que a advocacia sempre atuou em benefício dos carentes é uma verdade real, contudo, a CF 88 modificou o sistema e determinou que a Defensoria deve arcar com tal função. Talvez, porque quis conceder ao carente um pouco mais de profissionalismo e menos assistencialismo.
Bem, não espero que a briga de vizinhos contamine o Presidente da República.
Como pode uma entidade que luta pela defesa da advocacia se posicionar de maneira tão apequenada?
A assp é associação dos advogados ou do Ministério Público? Como pode ela ser contra à isonomia entre defensores e promotores? Quer dizer que quem acusa senta-se ao lado do magistrado e quem defende fica em plano inferior? Dar legitimidade para propor ACP para a Defensoria, aspecto que já conta da lei de ACP, com parecer favorável da Professora Ada Pelegrini, é ampliar o rol de pessoas que podem ter acesso à ferramenta coletiva de solução de problemas. Vivemos em um país cheio de problemas sociais graves e, quando alguém mais quer ajudar, aparece a turma da reserva de mercado e começa a colocar problema onde não existe. Quem observa a certa distância tem a impressão que há carência de finalidade quando as pessoas deixam de se precocupar com seus problemas e passam a se preocupar com o problema alheio, este parece ser o caso da Aasp. A advocacia perde espaço a cada dia, o mercado de trabalho está soterrado de profissionais e, mesmo assim, a associação de classe se preocupa com a Defensoria. Isso é muito para mim. Afirmar que a advocacia sempre atuou em benefício dos carentes é uma verdade real, contudo, a CF 88 modificou o sistema e determinou que a Defensoria deve arcar com tal função. Talvez, porque quis conceder ao carente um pouco mais de profissionalismo e menos assistencialismo.
Bem, não espero que a briga de vizinhos contamine o Presidente da República.
- não fui eu. Eu apenas pedi ao cartório pra ter boa vontade, uma vez que você é deficiente.
- você vai estar lá no dia 6 de outubro de 2009?
- estarei lá. Vamos ver o que conseguimos, mas a decisão é dos jurados.
- Dr Gustavo, eu dependo dele. Sou deficiente mental e tomo 300 comprimidos por mês.
- Vou fazer meu melhor dona Isa.
- Obrigada Dr Gustavo.
Prezada associação da OAB, discordo da irresignação sobre a Lei da Defensoria. Todavia, minha palavra nada importa. Peço, encarecidamente, que algum representante seja deslocado para o interior de cariacica/ES e ache a Dona Isa. Informe a ela que a Defensoria Pública não deve ser fortalecida. Informe também que os Defensores Públicos estão cansados de tanta humilhação, pois trabalham exaustivamente, com salários inferiores e péssima estrutura. Se a Dona Isa achar, mesmo assim, que os artigos da Lei devem ser vetados, eu mesmo irei a Brasília e pedirei o veto.
A Defensoria Pública é do povo! Se querem vetar artigos da lei, prestem esclarecimentos ao povo e peçam autorização a eles!
Grato pela atenção.
Seria a eminente perda dos convênios imorais e inconstitucionais ???
Principalmente em São Paulo?
Fica a pergunta.
ESTAMOS PASSANDO PELAS MESMAS COISAS QUE O JUDICIÁRIO PASSOU NOS ANOS 80 E O MP NOS ANOS 90 !
TUDO NA VIDA É DIFÍCIL !
AI AI ...
Comentários encerrados em 8/10/2009
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