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Marília Scriboni
Estado deveria dar chance a cidadão antes de colocá-lo na mira da PM
Contudo respeito todas as opinioes aqui esposadas mesmos as mais despropositadas
Só que esquecem que a idade passa,a maioridade chega e eles estão tão mal acostumados a ficarem impunes, que quando o POLICIAL,QUE TEM FAMILIA, VAI DEFENDER ESSA VITIMA (que tambem tem FAMILIA) E QUALQUER PESSOA QUE SEJA VITIMA DE QUALQUER TIPO DE VIOLENCIA, esse POLICIAL vai agir com firmeza, com imparcialidade, e se preciso tirar uma vida para salvar outra ele é treinado para defender a VIDA, seja ela do PRÓPRIO marginal, mas principalmente a VIDA DA VITIMA E POR FIM A SUA VIDA. CONHEÇO MUITO POBRE QUE NÃO VIVE DE ESMOLAS DO GOVERNO; QUE NÃO TEM ESCOLHA EM RESIGNAR-SE EM MORAR NO MEIO DESSES MARGINAIS, E NEM POR ISSO É LADRÃO. Então Sra Carolina, comece uma jornada para resgatar os pobres que não são marginais, os pobres que a Sra emprega em sua casa.
Parabéns ao ATIRADOR DE ELITE PELA SABEDORIA EM DAR O TIRO NO MOMENTO EM QUE A VITIMA ABAIXOU.NÃO FOI TIRADA UMA VIDA, MAS, SALVAS MUITAS OUTRAS.
Segundo, que quando houver outro caso desses, ela vá lá se oferecer como refém, e sinta na pele o "sociologismo" de que o bandido é só um maltratado pela sociedade e pelo estado e não deve ser "castigado".
Acho que a Carolina continua sonhando. Me lembrei da "tradução" latina de botequim de um ditado popular:
"pimentorium no cusorium de outrem est refrescorium".
Agora o que eu acho interessante em tudo isso, e em outros casos semelhantes, é que não aparece ninguém defendendo as reais vítimas, pessoas de bem, trabalhadores, que dão lucro para a sociedade.
Nós, do povo, quando emitimos nossas opiniões podem até dizer que é revolta por causa dos índices de criminalidade.
Mas, fica aqui uma pergunta, porque instituições é órgãos de imprensa não agem em favor das famílias daqueles que realmente foram vítimas dos meliantes, muitas delas fatais. Imaginem o que é ter um parente sequestrado, dias e dias sem se saber o seu estado.
Tenho uma resposta: falar mal da polícia rende mais ibope, vende mais jornal.
Estou realmente IMPRESSIONADO com a defesa desta nobre professora, ela deveria estar dando aula em outro país, para não manchar o n osso.
TALVEZ EM HONDURAS, ou no ORIENTE MÉDIO.
Talvez se ela tivesse sido o escudo usado, ou mãe da garota que morreu pelas mãos do LINDBERG ai ela tivesse uma versão diferente.
E viva a desigualdade para os iguais.
obs: pra quem não entende ironia, estou sendo irônico.
Infelizmente, por causa de um erro cometido a alguns anos atrás, no qual a bala atravessou o bandido e atingiu também a refém, os atiradores de elite paulistas treinam exaustivamente e não botam suas habilidades em prática.
Já passou da hora de voltarmos a utilizar essa rápida forma de justiça que seguramente salva inúmeras vidas.
1. a marca da granada e onde a conseguiu;
2. por que pretendia fazer a "travessura" de assaltar um carro dos Correios com outros amiguinhos;
3. por que não se entregou à polícia (com P maiúsculo), preferindo retirar, por pura "travessura" o pino da granada, ameaçando de morte a todos em redor;
4. o "travesso" teria pensado que a vítima era (e ainda é, graças a ELEs) mãe e esposa;
5. a razão das prisões anteriores (certamente não foi em razão das suas travessuras de criança;
6. a articulista, ainda que em um exercício de futurologia, teria esse mesmo entendimento se o "travesso" tivesse detonado, por "travessura" a granada que trazia consigo apenas para brincar de "polícia e ladrão";
Brincadeira tem hora!
Cada uma que aparece...
Não sabe também o fabricante da granadaPoderíamos
E outra coisa: desde quando pobreza é pressuposto de envolvimento com o crime?
Quantos "meninos travessos" que cresceram brincando ao lado desse que se tornou assaltante, frequentando os mesmos lugares, estudando nas mesmas escolas, quem sabe oriundos de famílias mais pobres até, se tornaram pessoas de bem, honradas, trabalhadoras, pais de família e que nunca sequer cogitaram em se envolver com crimes?
Penso que a senhora Carolina Maria de Aquino Médici tem todo o direito de pensar e se manifestar sobre a questão.
Porém, creio, que no Brasil o "Estado" já deu chance demais para vagabundos,criminosos, sequestradores e toda a laia de marginais.
Eles escolheram os caminhos, cabe a eles optar pelo certo ou errado.
Eu, gostaria mesmo que em todas as cidades tivessem policiais desse tipo, esses, não merecem chance alguma, por acaso viraram santos?
Creio que o estado através de suas organizações policiais devam aplicar mão dura nesses casos, nada mais que isso.
Saudações.
Comentários encerrados em 6/10/2009
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