Estado deveria dar chance a cidadão antes de colocá-lo na mira da PM

30/09/2009 21:22Sede grande nos atos como o fostes nos pensamentos (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Co-Culpabilidade
Penso que a Dra. refere-se a Co-culpabilidade de Zafaroni, seria saudavel que os próximos comentários conhecem a teoria...
Contudo respeito todas as opinioes aqui esposadas mesmos as mais despropositadas
30/09/2009 01:40Cezar Luiz (Investigador)Sra Carolina, que pena!
Realmente concordo com a opinião do Sr Renato Carlos, o direito de Carolina se manifestar.Porém quero registrar que sou Policial Civil,e diariamente estamos em contato com os mais variados tipos de marginais, são eles Traficantes, Estupradores, Ladrões e "Adolescentes Infratores". Quero dizer que os mais ardilosos e violentos ladroes, são os mais covardes, são os que vivem reclamando de direitos humanos, são os que primeiro acusam os POLICIAIS; são os que conhecem os seus Direitos; São os que antes mesmo dos POLICIAIS terminarem as formalidades da apreensão de um menor já estão sendo liberados ou estão sendo acariciados na cabeça, pelos conselheiros tutelares, dizendo: "o meu querido, não faça mais isso" e eles mui ardilosamente, abaixam a cabeça, fazendo-se de arrependidos,fazendo-se de santos e com carinha de coitado respondem: "não vou fazer mais".
Só que esquecem que a idade passa,a maioridade chega e eles estão tão mal acostumados a ficarem impunes, que quando o POLICIAL,QUE TEM FAMILIA, VAI DEFENDER ESSA VITIMA (que tambem tem FAMILIA) E QUALQUER PESSOA QUE SEJA VITIMA DE QUALQUER TIPO DE VIOLENCIA, esse POLICIAL vai agir com firmeza, com imparcialidade, e se preciso tirar uma vida para salvar outra ele é treinado para defender a VIDA, seja ela do PRÓPRIO marginal, mas principalmente a VIDA DA VITIMA E POR FIM A SUA VIDA. CONHEÇO MUITO POBRE QUE NÃO VIVE DE ESMOLAS DO GOVERNO; QUE NÃO TEM ESCOLHA EM RESIGNAR-SE EM MORAR NO MEIO DESSES MARGINAIS, E NEM POR ISSO É LADRÃO. Então Sra Carolina, comece uma jornada para resgatar os pobres que não são marginais, os pobres que a Sra emprega em sua casa.
Parabéns ao ATIRADOR DE ELITE PELA SABEDORIA EM DAR O TIRO NO MOMENTO EM QUE A VITIMA ABAIXOU.NÃO FOI TIRADA UMA VIDA, MAS, SALVAS MUITAS OUTRAS.
29/09/2009 19:05Tales Souza F. Pereira (Delegado de Polícia Federal)Dra Carolina para refém oficial!!
Acho que a Dra. Carolina devia fazer duas coisas: primeiro, ir parabenizar os PM's que deram uma chance ao Lindenberg, aquele que matou a adolescente ELOÁ por falta de um tiro de sniper numa situação em que isto era mais que recomendado.
Segundo, que quando houver outro caso desses, ela vá lá se oferecer como refém, e sinta na pele o "sociologismo" de que o bandido é só um maltratado pela sociedade e pelo estado e não deve ser "castigado".
29/09/2009 14:57Roberto Pimentel (Funcionário público)"E só Carolina não viu"
"Carolina / nos seus olhos fundos / guarda tanta dor / a dor de todo esse mundo ... Eu bem que mostrei a ela / o tempo passou na janela / E só Carolina não viu". (Chico Buarque de Holanda)
Acho que a Carolina continua sonhando. Me lembrei da "tradução" latina de botequim de um ditado popular:
"pimentorium no cusorium de outrem est refrescorium".
29/09/2009 11:37Sergio Mantovani (Advogado Associado a Escritório)Direitos Humanos
Como ficou bem definido pela articulista, temos como certo que a Polícia deixou de respeitar os direitos daquela 'infeliz vítima'. 'Vítima' aqui é referência a aquele que estava com a granada em sua mão.
Agora o que eu acho interessante em tudo isso, e em outros casos semelhantes, é que não aparece ninguém defendendo as reais vítimas, pessoas de bem, trabalhadores, que dão lucro para a sociedade.
Nós, do povo, quando emitimos nossas opiniões podem até dizer que é revolta por causa dos índices de criminalidade.
Mas, fica aqui uma pergunta, porque instituições é órgãos de imprensa não agem em favor das famílias daqueles que realmente foram vítimas dos meliantes, muitas delas fatais. Imaginem o que é ter um parente sequestrado, dias e dias sem se saber o seu estado.
Tenho uma resposta: falar mal da polícia rende mais ibope, vende mais jornal.
29/09/2009 11:19marcoslawyer (Advogado Sócio de Escritório - Consumidor)No lugar do outro
A articulista parece viver num outro país, possivelmente na Noruega ou algo assim. A realidade brasileira é outra e por mais que empiricamente seja condenável o Estado matar, devemos levatr em conta todas as variáveis que culminaram com a necessária "neutralização" daquele cidadão. É leviano se arvorar única e exclusivamente sob a ótica do dito cidadão. A articulista não precisa ir muito longe, basta se colocar no lugar da CIDADÃ que foi feita refém, ou quem saba, colocar lá a sua mãe ou um filho seu no lugar de um dos policiais que correrram o risco de ser explodidos. A história do rapaz desempregado etc etc é triste, mas já pensou se a moda pega, a articulista deve ter uma resposta para isso. Mas por favor dê uma resposta que resolva já, neste momento não uma teoria sociológica mirabolantre que dure anos e anos. Senhora articulisata, no momento o que temos é isso e devemos usar de todos os meios para garantir o direito à vida de quem age dentro da lei, este mesmo direito, mas de quem expõe a vida de terceiros, passa a ser secundário. A articulista deveria aterrissar na realidade Rio de Janeiro para depois emitir seus conceitos. Parabéns para a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
29/09/2009 11:10hermeto (Bacharel)INACREDITÁVEL
Como disse um comentarista custa a crer que tal artigo tenha porcedido de uma mulher, e mais incrível ainda que ela seja versada em direito. SE FOSSE UMA IGNORANTE TALVEZ ATÉ PUDESSEMOS ACREDITAR.
Estou realmente IMPRESSIONADO com a defesa desta nobre professora, ela deveria estar dando aula em outro país, para não manchar o n osso.
TALVEZ EM HONDURAS, ou no ORIENTE MÉDIO.
Talvez se ela tivesse sido o escudo usado, ou mãe da garota que morreu pelas mãos do LINDBERG ai ela tivesse uma versão diferente.
29/09/2009 10:11RCOBF (Servidor)Fico a idear...
Por que não fazer o mesmo com políticos flagrantemente corruptos? Neste caso o Estado já deu muitas chances, altos vencimentos, auxílios, mas o agente insiste em se apoderar do erário. Aí sim, neste caso, o coronel autoriza e, voilà, um tiro no meio da testa.
E viva a desigualdade para os iguais.
obs: pra quem não entende ironia, estou sendo irônico.
29/09/2009 10:02JAV (Advogado Autônomo)INACREDITÁVEL
Data máxima vênia, é difícil acreditar que tal lavra tenha vindo de um Mestre em direito. Uma coisa é garantismo outra é libertinismo. LAMENTÁVEL.
29/09/2009 09:52rsmenzes (Funcionário público)Atirador de Elite
O pensamento da articulista reflete bem os motivos que levaram a sociedade brasileira a se tornar refém da criminalidade. A benevolência para com os bandidos e o total descaso com as vítimas. É necessário que se crie norma onde a vida dos inocentes seja a única preocupação da policia. Quanto aos bandidos, a morte é apenas um "acidente de trabalho" na profissão que escolheram. O meu mais sincero respeito para a vítima e sua familha que provavelmente ficarão para sempre traumatizados.
29/09/2009 09:25Sweney (Auditor Fiscal)Balela mesmo!!!
Como pode um articulista escrever tanta besteira em tão curto espaço?
29/09/2009 09:17Edson Sampaio (Advogado Autônomo - Civil)Bandido abatido
Lamentavelmente infeliz a incursão da Sra. Carolina Maria de Aquino Médici sobre o abatimento desse meliante. É bastante lógico que a sociedade vai aplaudir a ação policial. A polícia tirou de circulação um bandido que jamais seria reintegrado na sociedade. Oxalá não fosse essa articulista ou a sua filha que estivesse sob o domínio daquele bandido com uma granada na mão e com o pino solto. Aí sim eu gostaria de ouvir, agora, as suas colocações acerca de ficar entre a vida e a morte nas mãos do meliante. Parabéns à polícia militar que com a morte desse bandido evitou não só uma morte (daquela pobre vítima), mas de outras pessoas que pudessem ser atingidas pelos estilhaços da granada. Bandido só é forte e valente quando tombado ao chão.
29/09/2009 09:01Peixe (Advogado Assalariado)Ele fez a escolha
Concordo em parte com a articulista, o estado realmente deveria ter dado a chance antes, bem antes; quando ele ainda era uma criança, como deveria zelar por milhares de outras crianças que talvez venham a tomar o mesmo caminho desse cidadão - friso o "talvez" porque houve uma escolha, não acredito que o fato de ter tido dificuldades na vida justifiquem ameaçar uma vítima com uma granada, por mais que o estado tenha limitado as escolhas dele ele teve escolhas, conheci muitas pessoas que passaram e passam por dificuldades financeiras, desemprego, falta de preparo e etc; mas não vi nenhuma delas sair por aí ameaçando pessoas com granadas - no caso em tela, seja por culpa do estado ou dele, ele já era um caso perdido - acredito que quando um cidadão ameaça outros com uma granada é um sinal de que está na hora de revermos uma série de conceitos.
29/09/2009 09:01Peixe (Advogado Assalariado)Ele fez a escolha
Concordo em parte com a articulista, o estado realmente deveria ter dado a chance antes, bem antes; quando ele ainda era uma criança, como deveria zelar por milhares de outras crianças que talvez venham a tomar o mesmo caminho desse cidadão - friso o "talvez" porque houve uma escolha, não acredito que o fato de ter tido dificuldades na vida justifiquem ameaçar uma vítima com uma granada, por mais que o estado tenha limitado as escolhas dele ele teve escolhas, conheci muitas pessoas que passaram e passam por dificuldades financeiras, desemprego, falta de preparo e etc; mas não vi nenhuma delas sair por aí ameaçando pessoas com granadas - no caso em tela, seja por culpa do estado ou dele, ele já era um caso perdido - acredito que quando um cidadão ameaça outros com uma granada é um sinal de que está na hora de revermos uma série de conceitos.
29/09/2009 01:57Espartano (Procurador do Município)Balela
A ação do sniper é a mais pura expressão da justiça. Quem dera a polícia de São Paulo tivesse novamente a coragem de autorizar a ação destes nobres profissionais mais vezes. Quem sabe Eloá ainda estivesse viva.
Infelizmente, por causa de um erro cometido a alguns anos atrás, no qual a bala atravessou o bandido e atingiu também a refém, os atiradores de elite paulistas treinam exaustivamente e não botam suas habilidades em prática.
Já passou da hora de voltarmos a utilizar essa rápida forma de justiça que seguramente salva inúmeras vidas.
28/09/2009 22:22DPF Falcão (Delegado de Polícia Federal)Brincadeira fora de hora
Algumas outras questões também não foram explicadas:
1. a marca da granada e onde a conseguiu;
2. por que pretendia fazer a "travessura" de assaltar um carro dos Correios com outros amiguinhos;
3. por que não se entregou à polícia (com P maiúsculo), preferindo retirar, por pura "travessura" o pino da granada, ameaçando de morte a todos em redor;
4. o "travesso" teria pensado que a vítima era (e ainda é, graças a ELEs) mãe e esposa;
5. a razão das prisões anteriores (certamente não foi em razão das suas travessuras de criança;
6. a articulista, ainda que em um exercício de futurologia, teria esse mesmo entendimento se o "travesso" tivesse detonado, por "travessura" a granada que trazia consigo apenas para brincar de "polícia e ladrão";
Brincadeira tem hora!
Cada uma que aparece...
Não sabe também o fabricante da granadaPoderíamos
28/09/2009 22:13Mauricio_ (Outros)E se fosse o inverso?
Será que a nobre articulista estaria se manifestando se o assaltante, no lugar de ser "neutralizado", tivesse ele próprio "neutralizado" a vítima e os policiais que estavam ao seu redor com a explosão da granada que carregava nas mãos?
E outra coisa: desde quando pobreza é pressuposto de envolvimento com o crime?
Quantos "meninos travessos" que cresceram brincando ao lado desse que se tornou assaltante, frequentando os mesmos lugares, estudando nas mesmas escolas, quem sabe oriundos de famílias mais pobres até, se tornaram pessoas de bem, honradas, trabalhadoras, pais de família e que nunca sequer cogitaram em se envolver com crimes?
28/09/2009 22:04Renato Carlos Pavanelli (Advogado Autônomo)Assaltante Morto.
Estado deveria primeiro dar chance a cidadão.
Penso que a senhora Carolina Maria de Aquino Médici tem todo o direito de pensar e se manifestar sobre a questão.
Porém, creio, que no Brasil o "Estado" já deu chance demais para vagabundos,criminosos, sequestradores e toda a laia de marginais.
Eles escolheram os caminhos, cabe a eles optar pelo certo ou errado.
Eu, gostaria mesmo que em todas as cidades tivessem policiais desse tipo, esses, não merecem chance alguma, por acaso viraram santos?
Creio que o estado através de suas organizações policiais devam aplicar mão dura nesses casos, nada mais que isso.
Saudações.
28/09/2009 21:47acs (Advogado Assalariado)De voce uma chance aos cidadãos!
Porque a articulista não leva condenados por roubo e estupro pra sua casa,afinal eles merecem uma oporunidade não é? Ao contrario do que pensa esta jovem ingenua, está comprovado que entre 20 e 25% da massa carcerária é composta por psicopatas e até hoje a medicina desconhece qualquer tratamento para "neutralizar" essa doença...
28/09/2009 19:27Lívio Rocha (Investigador)Quem é a refém?
A autora, no mesmo raciocínio, deveria procurar saber se o "neutralizado" procurou saber as mesmas informações sobre a refém. Ninguém importante, só a refém...

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