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Estagiário é preso ao pedir vista de inquérito no Ministério Público
Baixem a bola ditadores
VINÍCIUS
63-9999-7700
Recordo-vos que os áureos tempos do terror já passaram e que CONJUR, ou seja, "Com Justiça", "Com Direito" não tem nada a ver com "Censura" e "Ditadura".
Ou esse portal assina tudo aquilo que o tal procurador fez ao estagiário?
Acredito que não, pois, o nome CONJUR tem tudo a ver com Direito.
Pois, que assim seja!
Marcelo Alves Stefenoni
Vitória/ES
adprocessu
Recordo-vos que os áureos tempos do terror já passaram e que CONJUR, ou seja, "Com Justiça", "Com Direito" não tem nada a ver com "Censura" e "Ditadura".
Ou esse portal assina tudo aquilo que o tal procurador fez ao estagiário?
Acredito que não, pois, o nome CONJUR tem tudo a ver com Direito.
Pois, que assim seja!
Marcelo Alves Stefenoni
Vitória/ES
adprocessu
Recordo-vos que os áureos tempos do terror já passaram e que CONJUR, ou seja, "Com Justiça", "Com Direito" não tem nada a ver com "Censura" e "Ditadura".
Ou esse portal assina tudo aquilo que o tal procurador fez ao estagiário?
Acredito que não, pois, o nome CONJUR tem tudo a ver com Direito.
Pois, que assim seja!
Marcelo Alves Stefenoni
Vitória/ES
adprocessu
Parece que o cliente do estagiário está se lixando para o sigilo e opinião pública afinal é cert que ninguém vai preso e principalmente tem que devolver dinheiro via de regra surrupiado dos cofres públicos indireta ou diretamente.
Muito bom esse "estagiário" deu voz de prisão ao PGR por abuso de poder? Isso está me cheirando a armação.
Comentário ofensivo removido por violar a política do site.
põe o comentário, tenho nome e identificação, não tem por quê censurar...
deixa todos verem como os que estão manipulando são mesmo parciais.
Como o fato não se deu fora do horário do expediente e nem a entrada do estagiário às dependências se deu de forma clandestina, daí o Procurador dizer que "houve invasão de repartição pública" por um cidadão, com prerrogativas de estagiário apenas não seria absurdo, se, e apenas se a repartição pública fosse a casa do referido procurador.
A repartição é (ou era) pública?
Virou feudo?
Ou será que o público virou privada? (...)
É nisso que dá empossar juizes, promotores, procuradores e delegados de polícia sem maiores exigências nos aspectos psicológicos e sociológicos de quem apenas "passa" nos exames de admissão ao cargo público.
Não podemos esquecer que Adolf Hitler foi Cabo "condecorado" no Exército alemão e aqui mesmo no Brasil, no fatídico período de exceção, tivemos muita gente com "pedigree" que hoje se esconde nas sombras das maldades cometidas em nome da autoridade.
Portanto, temos "otoridades" que se esquecem que o cargo, ainda que vitalício não é eterno, que não se confunde com a pessoa (e seus preconceitos subjacentes), tampouco as torna invulneráveis.
Do escritório de Advocacia, da respectiva Corregedoria, do Conselho Federal do Ministério Público, da Imprensa e do POVO: Reação!
Que esse abuso (e outros) não fique impune e que o CONJUR nos coloque a parte das consequências de mais um barbarismo funcional.
Espero que o tal procurador e seus "seguidores" estejam lendo minha mensagem.
Ah se quiserem identificar e "retaliar", não sou um anônimo:
Marcelo Alves Stefenoni
Vitória/ES
Bacharel em Direito e Pós-graduando em Direito Judiciário.
Endereço eletrônico: adprocessum@hotmail.com
Como o fato não se deu fora do horário do expediente e nem a entrada do estagiário às dependências se deu de forma clandestina, daí o Procurador dizer que "houve invasão de repartição pública" por um cidadão, com prerrogativas de estagiário apenas não seria absurdo, se, e apenas se a repartição pública fosse a casa do referido procurador.
A repartição é (ou era) pública?
Virou feudo?
Ou será que o público virou privada? (...)
É nisso que dá empossar juizes, promotores, procuradores e delegados de polícia sem maiores exigências nos aspectos psicológicos e sociológicos de quem apenas "passa" nos exames de admissão ao cargo público.
Não podemos esquecer que Adolf Hitler foi Cabo "condecorado" no Exército alemão e aqui mesmo no Brasil, no fatídico período de exceção, tivemos muita gente com "pedigree" que hoje se esconde nas sombras das maldades cometidas em nome da autoridade.
Portanto, temos "otoridades" que se esquecem que o cargo, ainda que vitalício não é eterno, que não se confunde com a pessoa (e seus preconceitos subjacentes), tampouco as torna invulneráveis.
Do escritório de Advocacia, da respectiva Corregedoria, do Conselho Federal do Ministério Público, da Imprensa e do POVO: Reação!
Que esse abuso (e outros) não fique impune e que o CONJUR nos coloque a parte das consequências de mais um barbarismo funcional.
Espero que o tal procurador e seus "seguidores" estejam lendo minha mensagem.
Ah se quiserem identificar e "retaliar", não sou um anônimo:
Marcelo Alves Stefenoni
Vitória/ES
Bacharel em Direito e Pós-graduando em Direito Judiciário.
Endereço eletrônico: adprocessum@hotmail.com
Rogo que a OAB/SP intervenha com toda a energia e empenho que o caso exige.
Parabéns ao estagiário, que cumpriu com a sua obrigação profissional com destemor.
antes de mais nada devemos sim, analisar todas as possíveis "verdades" pois, os fatos reais serão guardados pelas partes até o final dos tempos
vejamos a situação do estagiário: segundo o relato, os funcionários do MPF acreditavam que tal cidadão deveria ser advogado, com documentação talvez nem checada em virtude de constância de visitas; por outro lado temos um procurador com evidente carga excessiva de trabalho que deve ter se estressado com esse outro cidadão ... com os Egos exaltados ambos erraram... simples desinteligência, coloquemos, à ambos, numa arena e os deixem degladiar-se, talvez assim se conscientizem do ridículo da atitude -não apenas de um mas de todos os 4envolvidos
solução, à meu ver, mais adequada: advertência aos procuradores e, impedimento desse estagiário freqüentar os arquivos do MPF, por algum bom tempo
assim continuaremos a comer nossas pizzas tranqüilamente
obrigado
fernand
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Bem, o caso da procuradoria é o mesmo. Todo mundo já sabe mesmo sem ver que o promotor não tem razão nenhuma. Todo mundo já sabe que fez o tipo autoritário. Todo mundo já sabe que está exatamente no papel do promotor que se acha superior e pode prender gente por qualquer coisa e leva na testa aquela frase de "passei no concurso e vc. é um merda". Todo mundo já sabe que ele fez o personagem que não tem razão nenhuma em prender o rapaz. Todo mundo já sabe que isso não vai dar em nada porque ele não tem razão nenhuma e que uma penca de advogados aqui e noutros lados falará que o personagem vestido por ele é um....e terão razão em quase tudo que falem.
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O que me impressiona é que antes de fazer o concurso o tal promotor nunca tenha visto o filme "Epidemia II - a promotorite". O primeiro foi "Epidemia - a juizite".
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Puxa, será que ele não percebe o personagem pobre, de tão pouca densidade, que está representando? Nunca foi aluno de direito, nunca comentou ou ouviu colegas comentarem "Olha, aquele juiz é metido pra caramba, é o mair babacão arrogante que pensa que por ser juiz é tudo, toma cuidado com ele que por qualquer coisa ele quer prender"?
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Bem, quanto menos profundos somos mais personficamos um modelo.
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Mas meu site está para voltar, justamente por essas coisas. Vejam quem sou, com retrato e tudo em http://www.hufufuur.com/quemsomos.html
temos a obrigação de ser humildes com os humildes, mas temos a obrigação de reagir aos arrogantes.
Solicito aos órgãos competentes da classe a apuração urgente do fato e punição dos culpados.
Ao estagiário as minhas humildes homenagens é certo que será um bom colega.
Att.
Nelson Esteves
www.nelson.esteves.adv.br
Comentários encerrados em 3/10/2009
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.