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Veja o que foi destaque na ConJur na semana

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Nesta semana, a Consultor Jurídico bateu o recorde do ano de visitantes únicos num só dia. Só na quinta-feira (17/9), a revista recebeu 64 mil visitas, com 782 mil exibições de página. Vale destacar que 10,5% (6,7 mil) dos acessos vieram diretamente do microblog Twitter. Normalmente, 1% dos acessos que a ConJur recebe vêm do Twitter. A principal responsável pelo aumento foi a notícia de que o deputado federal Edmar Moreira (PR-MG) processa todo jornalista que afirma que ele é dono de um castelo medieval de R$ 25 milhões no interior de Minas Gerais.

As principais notícias da semana trataram da indicação do advogado-geral da União, José Antônio Dias Toffoli, para vaga aberta no Supremo Tribunal Federal. Outro destaque foi a reportagem que contou que a juíza Kenarik Boujikian Felippe, da 16ª Vara Criminal de São Paulo, negou mais um pedido de liberdade para o médico Roger Abdelmassih. Na mesma decisão, a juíza rejeitou os argumentos de inépcia da denúncia e de ofensa ao princípio do promotor natural, como argumentava a defesa, e ratificou o recebimento da denúncia contra o médico. Abdelmassih está preso desde o dia 17 de agosto, denunciado pelo estupro de 56 mulheres. No mês passado, o STF também negou pedido de liberdade em favor do médico. 


Boa notícia
A coluna Mercado Jurídico desta semana apontou uma mudança de comportamento no STF que alegrou a advocacia. O ministro Joaquim Barbosa começou a receber advogados em seu gabinete. O felizardo foi o presidente da OAB-PE, Jaime Ásfora. Ele foi recebido pelo ministro para tratar da Reclamação 6.917, na qual reclama de decisão do TRF-5 que suspendeu sentença favorável aos advogados quanto à validade da Cofins devida pelas sociedades civis de profissão regulamentada. 


AS MAIS LIDAS
Medição do Google Analytics aponta que a revista recebeu 343 mil visitas num período de sete dias (de 11 a 18 de setembro). São 109 mil visitas a mais se comparado com a semana passada (234 mil acessos). A notícia mais lida da semana, com mais acessos (12,1 mil), foi o texto sobre o deputado federal Edmar Moreira (PR-MG), que processa a imprensa por publicar que ele é o dono de um castelo medieval de R$ 25 milhões no interior de Minas Gerais. São 44 ações contra 14 veículos de comunicação e 38 jornalistas e apresentadores de televisão. Outras sete ações podem ser ajuizadas a qualquer momento. O Judiciário analisou o mérito de dois pedidos, por enquanto: um foi considerado improcedente e, no outro, julgado à revelia, a indenização foi concedida. A notícia foi postada no Twitter do apresentador Danilo Gentili, do CQC. (Leia aqui o texto).

Em segundo lugar, com 10 mil acessos, ficou a notícia de que o Superior Tribunal de Justiça definiu o valor de indenização para casos envolvendo danos morais. Segundo o texto, o valor do dano moral tem sido enfrentado no STJ sob a ótica de atender uma dupla função: reparar o dano para minimizar a dor da vítima e punir o ofensor para que o fato não se repita. O valor da indenização para publicação de notícia inverídica é de R$ 22, 5 mil. (Leia o texto)

Já em terceiro lugar ficou a reportagem sobre a forma de tratamento para advogados. De acordo com o texto, não são apenas os advogados que querem ser chamados assim. Em outras categorias, o debate é o mesmo. O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), por exemplo, publicou em julho de 2001 uma resolução (256/01) que autorizou os enfermeiros a usar o título de doutor. O documento afirma que a designação serve para confirmar a autoridade científica profissional diante do paciente. (Clique aqui para ler).


AS 10 MAIS LIDAS
Edmar Moreira multiplica ações contra imprensa
STJ define valor de indenizações por danos morais
Não só advogados querem ser chamados de doutor
Lula convida Toffoli para vaga de ministro no STF
Joaquim Barbosa atende advogados no gabinete
O doutor acadêmico é diferente do doutor profissional
Polícia Rodoviária ignora parecer da AGU
Doutor de verdade é quem faz doutorado
Imprensa diz que Lula deve indicar Toffoli para STF
CNJ investiga juiz que criticou Lei Maria da Penha



COMENTÁRIO DA SEMANA

Parabéns!
Finalmente o STF vai ter um jurista jovem e empreendedor, que produz e demonstra o resultado de seu trabalho. À frente da AGU, Toffoli mudou a cara da instituição e demonstrou à Nação a importância da advocacia pública para o povo brasileiro. Não precisamos de ministros oriundos de carreiras demagogas, que não produzem, tampouco dão resultados. Precisamos de juristas que não têm medo de arregaçar as mangas. Reprovação em concurso para juiz não é fato que mede o saber jurídico, até mesmo porque esse concurso é um dos mais fraudados em todo o país. Somente há pouco tempo o CNJ resoluveu moralizá-lo e fixar conteúdo mínimo para o mesmo. Outrossim, com o nível das sentenças proferidas, a magistratura brasileira dá provas que precisa de uma reciclagem. Boa sorte ao Toffoli. (procurador Leonardo Vizeu Figueiredo sobre a indicação de Toffoli para ministro do Supremo Tribunal Federal).


ARTIGO DA SEMANA
O artigo de maior destaque da semana foi o do procurador do Ministério Público do Trabalho Marco Antônio Ribeiro Tura, que tratou da necessidade ou não de se chamar advogado de doutor. Ele defendeu que doutor de verdade é quem faz doutorado. Para Tura, não pode e não se deve exigir o tratamento de doutor ou apresentar-se como tal aquele que não possui titulação acadêmica para tanto. Outro que ganhou destaque na ConJur foi o artigo do advogado Jarbas Andrade Maachioni, que defendeu que o doutor como forma de tratamento não pode ser confundido com o título acadêmico. Por conta da repercussão dos artigos, a ConJur publicou reportagem sobre o assunto, que teve 7,3 mil visitas.


 

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 19 de setembro de 2009, 8h57

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