MERCADO JURÍDICO: Joaquim Barbosa atende advogados em seu gabinete

17/09/2009 16:30SÍLVIA SEMPRE PELA JUSTIÇA (Advogado Autônomo - Criminal)MINISTRO ATENDE ADVOGADOS
UM ADVOGADO SOMENTE PRECISA CONVERSAR COM UM MAGISTRADO QUE DEVA JULGAR SUA CAUSA EM TRÊS SITUAÇÕES: A) OU NÃO SOUBE PETICIONAR ESCLARECENDO OS FATOS E O QUE PRETENDE; B) OU NÃO TEM QUALQUER RAZÃO E PRETENDE USAR DO FAMOSO "AGRAVO AURICULAR", PARA CONVENCER O JULGADOR A LHE DAR RAZÃO; C) OU O MAGISTRADO É DAQUELES QUE COSTUMAM ENGAVETAR AS CAUSAS SENDO CONHECIDO POR ULTRAPASSAR O PRAZOS. AFORA ESSAS TRÊS SITUAÇÕES, DAS QUAIS SOMENTE A ULTIMA PERMITE UMA PALAVRINHA, NÃO HÁ JUSTIFICATIVA PARA QUE "AS PARTES" POR ELE REPRESENTADAS CONVERSEM COM O JUIZ OU MINISTRO. OS FAMOSOS "AGRAVOS AURICULARES" NÃO DEVIAM MAIS FAZER PARTE DO PACOTE E É UM ERRO A PERMISSÃO DA CONVERSA ENTRE O ADVOGADO INTERESSADO E O DA PARTE ADVERSA, COM QUALQUER JUIZ OU MINISTRO, ACERCA DA MATÉRIA A SER JULGADA. ONDE FICA O LIVRE CONVENCIMENTO DO MAGISTRADO ASSEDIADO PELO ADVOGADO QUE LANÇA MÃO DA "CONVERSINHA" PARA FAZÊ-LO JULGAR EM SEU FAVOR? E O RESPEITO AO MAGISTRADO QUE SABE LER A PETIÇÃO,(QUIÇÁ MAL ELABORADA, DAÍ PORQUE A "CONVERSA") CONCLUIR E JULGAR SEGUNDO SEU ENTENDIMENTO? O TEMPO PERDIDO COM TAIS "CONVERSAS" SERIA MELHOR UTILIZADO NA ANÁLISE DA QUESTÃO A SER JULGADA. O "JUS SPERNEANDI" É O PRIMEIRO SINAL DE QUE A PARTE NÃO TEM RAZÃO. O MAGISTRADO DEVE SER TÃO JUSTO, TÃO CORRETO, TÃO HONESTO, TÃO EXPEDITO EM SUAS DECISÕES, QUE NÃO DÊ OPORTUNIDADE A QUALQUER ADVOGADO ASSEDIÁ-LO COM "CONVERSAS PARTICULARES EM SEU GABINETE A RESPEITO DO FATO EM JULGAMENTO".
17/09/2009 08:49Jesiel Nascimento (Advogado Autônomo - Criminal)RESPEITO
Receber o presidente da OAB-PE, Jaime Ásfora e o ouvidor-agrário nacional, Gercino Filho, não é exatamente uma mudança.
Parece até que os advogados, no interesse de seus clientes, estão pedindo, se humilhando, se arrastando aos pés da Autoridade.
O direito não é para ser pedido ou suplicado. É para ser exigido publicamente nas salas de audiência ou no plenário.
16/09/2009 18:00Luiz P. Carlos (((ô''ô))) (Comerciante)JUIZ ATENDER ADVOGADO É ASQUEROSO, ANTI-ÉTICO.
Advogado bom, fala nos autos e não no ouvido de Juiz, Desembargador e Promotor.
Na minha opinião é anti-etico, afinal o que tem um juiz pra ouvir e uma advogado pra falar que não seja nos autos, tenha que ser entre quatro paredes, escondidinho inclusive das partes, como muitos casos que vemos nos jornais de juizes e advogados se unirem para levar vantagem em cima dos clientes.
Fala sério, e por essas e outras que o judiciario ta cada dia perdendo mais o respeito da população...
16/09/2009 12:10Gabriel (Estudante de Direito)Moral da história!
Quando um advogado estiver muito bonzinho, desconfie pois a categoria é famosa no país por apenas cuidar dos seus próprios interesses.
16/09/2009 12:08Gabriel (Estudante de Direito)Uma anedota para adoçar para alegrar! Segue abaixo
Em uma tarde, um bem sucedido advogado estava sendo conduzido em sua limusine para seu sitio, quando observou dois homens maltrapilhos comendo grama ao lado da estrada. Ele ordenou imediatamente ao motorista que parasse, saiu do veículo e perguntou:
- Por que vocês estão comendo grama?
- Porque nós não temos dinheiro para comprar comida, respondeu um dos homens.
- Bem, você pode vir comigo para o sítio disse o advogado.
- Senhor, eu tenho uma esposa e três filhos aqui.
- Traga-os também replicou o advogado.
- E quanto ao meu amigo?! O advogado virou-se para o outro homem e disse:
- Você pode vir conosco também.
- Mas, senhor eu também tenho esposa e seis filhos, disse o segundo homem.
- Eles podem nos acompanhar também, disse o advogado enquanto se dirigia de volta à limusine. Todos se acomodaram como puderam na limusine, e quando já estavam a caminho, um dos acompanhantes disse:
- O senhor é muito gentil. Obrigado por levar-nos a todos com o senhor. O advogado respondeu:
- De nada !!! Vocês irão adorar meu sitio. A grama esta com quase um palmo de altura !!
16/09/2009 10:10Cecília. (Outros)Muito obrigada
Nossa, quanta gentileza do Ministro!

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