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Ideias do MilênioSábado
Marília Scriboni
Entrevista: Alessandra Rugai Bastos, advogada especialista em família
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Quem foi que disse que os homossexuais não podem unir-se numa relação semelhante ao casamento? A mãe Natureza, pelo simples fato de que não podem ter filhos uns com os outros.
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Isso, contudo, não os impede de contratarem sua união, se assim desejarem. Assim como homem e mulher podem celebrar um pacto nupcial, também os homossexuais podem, por meio de um contrato adequadamente redigido e registrado, dar ensejo a uma relação regulamentada. E, o mais importante: regulada pelo exercício sublime da manifestação da vontade, a mesma vontade que os impeliu à optar por uma orientação sexual peculiar. Como não podem ter filhos, a coisa se resolve com a adoção do filho dos outros, que foram abandonados pelos pais.
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Confesso que não sou simpático a essa ideia, pois toda criança tem o direito de receber uma educação padrão orientada por um referencial masculino e outro feminino. Porém, reconheço que nos dias atuais isso nem sempre é possível. Pais ausentes, pais que se separam, enfim, uma pluralidade de situações e circunstâncias vulneram esse ideal de educação e deixam crianças sob a orientação de apenas um dos seus pais, masculino ou feminino. Meu único receio, mas também não me sinto habilitado a opinar por falta de conhecimento específico, e por dever de honestidade intelectual devo reconhecer essa minha deficiência, é quanto ao mimetismo inerente ao comportamento e ao aprendizado.
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(CONTINUA)...
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Todavia, até que dados concretos sejam obtidos, não será possível fazer uma afirmação peremptória a respeito dessa influência. Por outro lado, para investigar a questão, empírica por excelência, só admitindo a possibilidade da adoção e sujeitando-a a uma acompanhamento e registro pelas autoridades para montar um grande banco de dados estatísticos ao longo de, no mínimo, duas gerações, é que se conseguirá colher resultados mais ou menos confiáveis, os quais ditarão se tal adoção é boa ou má.
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De resto, para que disciplinar o casamento gay? Chega de regulamentação. Chega de intervenção do Estado em tudo. Vamos valorizar a liberdade, a autonomia da vontade, o direito de escolha de cada um, que não só se manifesta na opção sexual, mas deve manifestar-se também e sobretudo nas regras sob as quais os sujeitos envolvidos deverão pautar suas condutas. O contrato e o testamento estão aí para serem utilizados com toda a amplitude possível. É bem verdade que no caso do testamento a lei fixa algumas regras que podem ser revistas, como, v.g., a sucessão legítima dos ascendentes. Isso contudo não inviabiliza a contratação da união homoafetiva, pois os companheiros homoafetos podem dispor de 50% do seu patrimônio e se celebrarem o contrato de união por escritura pública ou instrumento particular, poderão nele inserir a cláusula de sucessão.
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(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito e doutorando pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br
Certamente não da minha família, e das demais que conheço.
Vamos nos resguardar antes que as leis, segundo a agenda transviada, tornem a homossexualidade compulsória.
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Já se organiza na sociedade brasileira um movimento de forte reação contra esse projeto e contra os planos do Planalto de inserção da ideologia homossexual no Brasil.
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Vem aí um grande "FORA LULA" que não vai deixar pedra sobre pedra. Ninguém quer saber de família gay neste país. Os cidadãos brasileiros e a família brasileira estão sendo enganados por uma violenta campanha ideológica e publicitária da Rede Globo, do PT e do IBDFAM, mas aqui ninguém é bobo. A família não quer ser tratada em igualdade de condições com homossexuais e quanto a isso não há nenhuma possibilidade de negociação.
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As pessoas estão escrevendo e ligando para os Deputados e Senadores, manifestando o sentimento de unidade que existe na nossa sociedade de que a família brasileira não quer saber dessa história por aqui.
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O Supremo que nos perdoe, mas não existe união estável entre pessoas do mesmo sexo, porque não existe casamento entre pessoas do mesmo sexo.
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O Brasil vai assistir a maior pressão popular da história contra os políticos e os juízes, como nunca houve neste país.
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Visite www.eyelegal.tk e conheça:
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A Lei do Cão
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Até o advogado do diabo renunciou.
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Fique de olhos bem abertos para acompanhar as mudanças no Direito de (nova?) Família. O lobby gay no Congresso e no STF com o apoio do Planalto e o que a Lei Maria da Penha tem a ver com tudo isso. O que há por trás da posição da Igreja sobre o matrimônio versus casamento homossexual?
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A LEI MARIA DA PENHA É GAY.
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Equipe eyeLegal
Rede Global de Direitos Civis
Pessoas comuns de todos os países podem ser membros.
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O que mais me indgna é envolver crianças inocentes nessa podridão, sob o argumento de que é bem melhor o infante viver com um casal gay do que em um orfanato.
Pensem bem, gente, Deus criou o homem e a mulher, Adão e Eva, e não Adão e Ivo!
Comentários encerrados em 14/09/2009
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