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Liberdade vigiada

Lei do Rio prevê saída rastreada de presos

Os detentos em regime aberto ou semi-aberto no estado do Rio de Janeiro terão suas saídas monitoradas por equipamento de rastreamento eletrônico. A Lei 5.530/09 foi sancionada pelo governador Sérgio Cabral e publicada no Diário Oficial do Poder Executivo nesta quinta-feira (3/9).

De autoria da deputada Cidinha Campos (PDT), a nova norma destaca que o rastreamento poderá ser feito por meio de bracelete, tornozeleira ou chip subcutâneo.

Para justificar a medida, a deputada citou levantamento que mostra que, de 1º de janeiro a 25 de outubro de 2007, 654 prisioneiros em regime semi-aberto fugiram no estado. “No regime aberto, o número é ainda mais alarmante: 12.757. Alguma coisa precisa ser feita para reduzir esta incidência”, afirmou. Ela disse que muitos detentos aprovam a regra.

“Muitos são acusados de reincidirem nos crimes sem que tenham estado no local em que ele aconteceu. Estes equipamentos também os protegerá”, salienta. Com informações da Assessoria de Imprensa da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Revista Consultor Jurídico, 3 de setembro de 2009, 12h30

Comentários de leitores

4 comentários

A Cidinha não tem o que fazer

hermeto (Bacharel)

Que bom se ela tivesse o que fazer, além de pedir votos, talvez fizesse algo realmente construtivo.
Colocar bandido na rua, já que não existe no país uma lei que livre a sociedade deles, é a mesma coisa que apedrejar o cidadão honesto que levanta as 05:00h pega ônibus ou trem lotado trabalha o dia inteiro, come saduiche para economizar o tiket alimentação para fazer compras para a família e a noite volta para casa (quando volto, quando não é interpelado por um "detento em regime aberto....") e ai volta não para casa vai para o cemitério enquanto o bandido bom volta para a cadeia. é bastante nojeto.

zerlottini ataca novamente!

hammer eduardo (Consultor)

Realmente Eu fiquei meio deslumbrado com a ideia da Cidinha e terminei esquecendo desta verdadeira "aula" que o Zerlottini deu sobre a realidade prisional do Brasil onde a vagabundagem em sua maioria é quase tratada como "dotô".
Da mesma forma que o apedeuta 9 dedos empurra "em regime de urgencia" para o Congresso a aprovação eleitoreira do pre-sal, deveriam a algumas DECADAS ja ter modificado o atual codigo que esta mais para a Noruega do que para a nossa dura realidade. O grande escandalo que corre solto aqui é esta PALHAÇADA , verdadeira escarrada na cara da População onde meliantes de altissima periculosidade passam NA PRATICA pouquissimo tempo real atras das grades , vide os absurdos recentes , devidamente amparados nesta escatologia disfarçada de lei de quererem soltar apos um sexto da pena "anjinhos" incompreendidos como suzanne richtofen , gil rugai e elias maluco , apenas para citar um universo molecular deste absurdo a ceu aberto. Deveriam sim apodrecer na cadeia ate o fim de seus miseraveis dias ao menos para proteger a População da concretissima hipotese de alguma forma de reincidencia. Ja que da boca pra fora somos um pais hipocrita metido a cristão que "não preve" a pena de morte , esta alias continua reservada com toda certeza APENAS para as Vitimas como bem lembrou o Zerlottini , deveriamos AO MENOS encarcerar com direito a trabalho forçado de sol a sol estas verdadeiras FERAS. Claro que não mencionei os absurdos paralelos que são o uso indiscriminado de celulares que apenas transferem o "core business" para dentro da grade e a possibilidade de continuarem a perpetuação de sua raça degenerada atraves das "visitas intimas". Realmente daqui a pouco ate os presos da Suiça vão pedir para cumprir pena aqui nesta ZONA

Monitoração de presos...

Zerlottini (Outros)

Devia ser feita como eu vi em um Filme do Arnold Schwarzeneger: cada prisioneiro usava um colar com a mesma frequência de um outro prisioneiro. Se eles se afastassem muito, BUMMM! Se se afastassem muito da central, BUMMM! Esse negócio de regime aberto e semi aberto é coisa de colônia de férias. As vítimas dos bandidos não têm esse tipo de folga. Não podem sair da cova uma vez por mês, nem no dia das Mães, dos Pais, Natal, Ano Novo. Vagabundo tem de ficar é em cana, tem de trabalhar, produzir, para poder comer. Se não produzir, não come. Os honestos são desse jeito... Se eu não trabalhar, eu não como! Porque ninguém vai me dar comida de graça, como eles têm dentro da cadeia. Se eu queimar meu colchão, eu tenho de comprar outro. Se eu quebrar a minha casa, eu vou ter de pagar pelo conserto. Eles podem fazer tudo isso que, no mesmo dia, o Estado vai e compra tudo de novo para eles (com o NOSSO dinheiro, claro). Tem de acabar com essa moleza de vagabundo preso ter "férias" de vez em quando. Esse negócio de progressão de pena é incentivo ao crime. DE cada vez que eles saem, mais de 60% não voltam - ou cometem crimes, enquanto estão "de férias".
Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.

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