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Responsabilidade social

Roupas falsificadas apreendidas pela PF são doadas

As roupas que antes eram incineradas pela Polícia Federal agora vestem crianças carentes. A iniciativa é das mulheres de desembargadores e juízes de Goiânia. A ação acontece por meio da Organização das Voluntárias do Judiciário (OVJ), criada por Maria do Socorro Ribeiro Teles, coordenadora do Setor Social do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO).

O desembargador Paulo Teles, marido de Maria do Socorro e presidente do Tribunal de Justiça de Goiânia, concedeu a autorização judicial para descaracterizar as roupas apreendidas para que fossem doadas. Parte das peças foi entregue na última sexta-feira (28/8) pela OVJ ao abrigo Condomínio Sol Nascente, de Goiânia.

Criada em abril deste ano, a OVJ tem como associadas as mulheres dos juízes de Goiânia. A entidade possui 98 instituições cadastradas, inclusive escolas do interior de Goiás, interessadas em receber material escolar. Para isso, a OVJ conta com o apoio dos servidores do Tribunal de Justiça de Goiás como voluntários. Eles participam das campanhas doando material e também ajudam a retirar as etiquetas das roupas apreendidas para descaracterizá-las. “As doações são feitas de acordo com as necessidades das instituições e elas têm ajudado muito a manter a nossa casa”, explicou Maria Eunice Dias, coordenadora do Condomínio Sol Nascente, mantido pela Secretaria de Cidadania do Governo de Goiás.

A presidente da OVJ quer que a iniciativa seja estendida para todo o Brasil. Maria do Socorro Teles vai apresentar o projeto para as mulheres dos desembargadores no próximo Encontro Nacional dos Presidentes de Tribunais do Brasil. Em outubro, mês do Dia das Crianças, a OVJ contará com o apoio do Ministério Público, que lançou a Campanha Ciranda de Letras, para a arrecadação de livros infanto-juvenis. Junto com os livros, a OVJ espera doar tênis e brinquedos, também apreendidos em ação da Polícia Federal. Para doar material, participar como voluntário e se associar, basta ligar para a OVJ no número (62) 3216-2952. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 1 de setembro de 2009, 17h23

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