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Marília Scriboni
Se não houve intenção de ofender, jornalista não pode ser condenado
O site ira´publicar minha inicial. Oferecer apenas a contestação em veículo público é, no mínimo, pouco responsável. O contradirório foi para o espaço.
A jornalista Lilian me procurou hoje, para justamente oferecer a publicação de minha demanda.
Somente ápós isso estaremos diante de fatos que podem ser apeciados pelo conceituado Conjur.
Corporativismo não serve nem à liberdade de imprensa, nem aos direitos preconizados pela Carta Magna.
A opinião sobre um réu, a partir apenas de seus argumentos, é frágil, inoportuna, incosntitucional, e pode ser pensada como mancomunada à má fé de cidadãos que utilizam seus organismos de imprensa em proveito próprio. OU SERÁ QUE ISSO NÃO EXISTE NA IMPRENSA? SERÃO TODOS IMACULADOS POR NATUREZA? QUEM COMENTOU CONHECE O "JORNALISTA" E OS FATOS? DEUS SALVE O CONGRESSO, SE A MESMA NORMA FOR APLICADA À IMPRENSA MARROM. CONTINUA A IMPUNIDADE?
Embora a intenção seja absolutamente subjetiva, fica claro que o ofensor não quis ofender quando demonstra seu constrangimento e pede desculpas.
Só dessa maneira dou crédito a ausência de intenção, e o intuito de apenas informar restará claro e indubitável.
Antes de finalizar com um desafio, informo que o processo corre em Juizado Especial Cível e foi protocolado antes da revogação da Lei de Imprensa. A condenação pedida não é invalidada pela ausência do diploma legal citado. Segundo, a ameaça "do MP ão passará",uma pré-condenação a uma ação que não existe, sem senteça e menos ainda trânsito em julgado, no que tange à minha eleição para o cargo, foi para o MP de São Paulo, onde o ilustríssimo Dr. Saad Mazloum recomendou ao Conselho Suerior do Ministério Público o Arquivmento. Finalmente, lanço o desafio de Davi, já que fico em posição dependente do Conjur: que o site não publique apenas a defesa, mas igualmente o que deveria ter sido publicado primeiro, ou simultaneamente: minha inicial, os motivos.
Resta, para o site, nas mãos de seus jornalistas, no mínimo a conivência e o status de solidário, senão ainda pior, às perseguições pessoais, injuriosas, sim, a mim empreendidas por motivos estritamente pessoais. Por que não expô-las para que os leitores façam seu próprio juízo?
Henrique Autran Dourado. Aguardo contato em meu e-mail, ou via telefone: 15 3251 1566.
Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.
Comentários encerrados em 9/09/2009
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