Cantor Netinho deve indenizar humorista da Rede TV por agressão

30/10/2009 21:30JCláudio (Funcionário público)Netinho o covarde
Para uma pessoa que tem mania de espancar até mulheres, esta indenização saiu barato. Um cretino como este, deveria ir para a cadeia ou então pagar um indenização de mais ou menos uns 200.000 reais.
30/10/2009 12:13jorgecarrero (Administrador)Agressão sem graça no Sem-Graça
A violência(contumaz) do violento (reincidente) Réu no pretenso humorista foi desproporcional e injustificável, merecendo da justiça uma condenação exemplar. Um gesto de desprezo e desatenção diante da abordagem seria um modelo de atitude do violento Réu a ser seguida por outros artistas conhecidos e desconhecidos diante do Autor, conhecido por sua tentativa de fazer gracinha.
30/10/2009 01:45Espartano (Procurador do Município)Humor é um dom.
Humor é um dom. Alguns tem, outros não. Alguns acham que tem. Geralmente, quem não gosta de piada, seja de bom ou de mau gosto, é porque é incapaz de se defender nesse tipo de jogo, de virar a mesa com uma retorção imediata e bem colocada. Muita gente do ramo do Direito não suporta. Não gostam porque contra o humor não existem presunções infundadas ou recusos protelatórios. Não dependemos de um Tribunal Superior tolerante e moroso para dizer o que é engraçado ou não. Muitas vezes as "humilhações" de famosos e poderosos são a única forma de justiça que o povo identifica, já que, se depender dos tribunais, ninguém é punido como se deveria ou como gostaríamos de ver.
Então, atormenta-se pseudo celebridades e políticos, colocando-os em seu devido lugar e saciando nossa sede de fazê-los se sentir tão mal quanto o mal que causam ao povo. E isso a Suprema corte americana já decidiu no caso de Harry Flint: quer ser famoso? Então aguente os ônus e os bonus, os elogios e as gozações.
Gosto mais do CQC do que do Pânico, já que a "vendeta" humorística do primeiro tem uma função social bem maior que a do segundo.
E, para quem não se lembra, o "coitado" do humilhado ficou conhecido, dentre outras destemperanças, por dar uma surra na ex-mulher. Concluo o pensamento com uma frase infantil, mas de muita profundidade:
"Se não aguenta brincar, não desce para o playground."
30/10/2009 01:31Sergio Mantovani (Advogado Associado a Escritório)Sabia quem era o era o repórter.
Parece-me que houve algum problema anterior. E o Netinho, com certeza, sabia qual o nivel do 'repórter' (isso aí para mim não é repórter), E já sabia o que o esperava. Segundo fiquei sabendo, antes de acertá-lo, ele tentou evitar a entrevista e o outro insistiu.
30/10/2009 00:54Sergio Mantovani (Advogado Associado a Escritório)Por esse valor, deveria ter batido mais.
Também não concordo com violência, nem físicas nem morais. Sem levantar questões com os comentaristas abaixo, argumento o seguinte. É muito fácil um incompetente ficar perturbando o sossego dos outros (artistas, trabalhadores honestos, pessoas humildos, políticos, seja lá quem for), para ganhar dinheiro com isso, isto porque tem frustrados assistindo e dando risada em cima do que certas pessoas são pressionadas por gozações e por vezes não suportam. Netinho, $30.000,oo, sinceramente eu teria batido mais. No mínimo esse porcaria tinha que ficar um mês no hospital. Ser humilhado, é triste.
29/10/2009 19:16Milton Córdova (Advogado Autônomo)Ele sabe porque apanhou...
Não vi o processo e nem mesmo sabia que existia.
Mas pelo "modus operandi" desses humoristas, particularmente o desse rapaz, conhecido como "Vesgo", podemos afirmar, com toda a tranquilidade, que não foi por acaso que ele "apanhou". Ele, de inocente não tem absolutamente nada. Se no momento da agressão ele nada havia feito - como diz a matéria - ainda assim ele sabe muito bem a razão de ter apanhado. Certamente o cantor Netinho deve ter apresentado suas razões em juízo que, INFELIZMENTE, nãoa clheu. Tenho certeza que o Tribunal reverte essa sentença, se provocado.
29/10/2009 18:30Almir Pessoa (Advogado Associado a Escritório - Tributária)...
Concordo que não existem motivos para justificar a violência decorrente de agressões físicas. Todavia, existem outros tipos de violência, como o escárnio e a humilhação.
Tais "humoristas" além de periodicamente utilizarem as características físicas alheias para fazer suas "graças" (Preta Gil), são contumazes em ultrapassar os limites da própria lógica com o intuito de ganharem audiência (Carolina Dieckman).
Diga não a violência! Tanto física como moral!

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