Juízes abandonam convocação e câmara criminal é extinta no TJ-SP

16/10/2009 20:24GiovanaOGG (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)irresponsabilidade, mentira e veneno
Sr. Fernando Porfírio,
cadê a responsabilidade pelas informações passadas aos leitores? É uma absurda mentira o que está escrito em seu post e eu gostaria de saber com base em que essa notícia foi divulgada! A Câmara não foi extinta, os Juizes continuam trabalhando - de graça - e inúmeros processos têm sido julgados. Que fique bem claro aos leitores que a notícia é mentirosa e sem fundamento.
Agora, eu adoraria saber quem faz hora extra, trabalha aos finais de semana, feriados, etc... de graça ou apenas pelo "amor ao trabalho"? Alguém trabalha apenas por puro prazer? Apenas por ideologia? Apenas por amar e acreditar no que faz? Fizeram-me rir aqueles que exalaram seu veneno contra os magistrados porque o suposto e infundado abandono teria ocorrido pela ausência de remuneração, pois onde está previsto que eles deveriam trabalhar além de suas atribuições cotidianas sem uma contraprestação pelo trabalho?
Espero que o (i)responsável pela notícia corrija o erro e preste mais atenção antes de mal servir seus leitores e fazer mal uso da sua profissão para (des)informar as pessoas.
15/10/2009 16:31glauco (Advogado Autônomo - Criminal)De graça?
Me desculpem os afoitos, mas os Srs.Magistrados não trabalham gratuitamente.
As Câmaras extraordinárias surgiram exatamente em função da mesma reclamação dos magistrados,ou seja, excesso de processos.
Os Magistrados foram convocados para prestarem serviços dentro da própria estrutura, porque deveriam ser remunerados por essa razão?
Claro que a situação é caótica,mas não é correto passar a população e a comunidade jurídica que trabalham de forma gratuita, porque não é verdade.
15/10/2009 11:56Jose Antonio Dias (Advogado Sócio de Escritório - Civil)DE GRAÇA, NEM RELÓGIO TRABALHA.
Meu total apoio aos ilustres magistrados. Será que os membros do C.N.J. trabalham de graça? Gostaria de saber. Hoje, sem pilha, que custa dinheiro, nem relógio trabalha. Apesar de nossa justiça falida, todos os membros do poder judiciário, principalmente os cartorários, são injustamente remunerados. E, mais, são dedicados e não têm qualquer apoio da O.A.B., principalmente de São Paulo, pois eles tem um amigo "Urso". Parabens ilustres magistrados.
15/10/2009 11:51carpetro (Juiz Estadual de 2ª. Instância)CNJ
dona analucia: além do processos normais, voce trabalharia de graça nesses outros?
15/10/2009 08:56Alexandre (Advogado Autônomo - Família)SOLTA TUDO
Diante do comprometimento com a Justiça é melhor soltar todos aqueles que recorreram e resolve o problema. Os juízes estão corretíssimos, de graça nem relógio e só advogdo tonto que faz ad hoc para puxar o saco. EU FALEI, PUXAR O SACO.
14/10/2009 17:58Flávio (Funcionário público)Trabalhar de graça, isso não existe
Estou totalmente de acordo com os senhores magistrados, trabalhar de graça é coisa que não existe mais. Trabalhou, produziu, têm que receber. Não vejo nada de mais nisso. Quem pensa em sentido contrario deve rever seu conceito.
14/10/2009 17:37analucia (Bacharel - Família)vocação para ser juiz ou para ter o bolso recheado.....
vocação para ser juiz ou para ter o bolso recheado.....
Temos sacerdotes da justiça ou mercenários do processo ?
14/10/2009 13:21Luiz Gustavo Marques (Advogado Sócio de Escritório - Civil)Extinção
Concordo com o comentário anterior, e acho mesmo que o melhor seria extinguir todas as Câmaras de Direito Criminal A, B, C, D, X, Y...
Por uma razão simples, o STJ já declarou que fere o princípio do juiz natural o julgamento colegiado tomado por maioria de juízes de primeiro grau convocados para julgar especificamente o caso. Tal não se aplica aos juízes que atuam permanentemente como substitutos em segundo grau.
Mas, no caso da Câmara extinta, creio que a situação é de juízes convocados mesmo.
14/10/2009 11:58Carlos José Marciéri (Advogado Autárquico)sensibilidade
Diante de tamanha sensibilidade e comprometimento com as questões criminais daqueles que abandoram o posto, o melhor seria anular todos os julgamentos em que atuaram e o resultado foi condenatório.

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