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Entrevista: Flávio Martins, professor de curso preparatório
é preciso diminuir o tamanho do Estado, pois isto apenas gera mordomias para servidores públicos acomodados. Precisamos terceirizar e terceirizar mais.
Este discurso de servidor público que náo se pode tercerizar é porque o Estado brasileiro foi privatizado para os servidores públicos que mandam e desmandam e trabalham quando querem.
Principalmente na área de assistëncia jurídica, pois náo faz sentido o EStado acusar e o Estado acusar. A maioria dos presos no Brasil foram defendidos pela Defensoria, ou seja, é uma artimanha para se agilizar as condenaçoes.
Acham que é sóprivatizar e pronto, acabaram-se os problemas?
Primeiro: se liberar geral, sabe quem vai decidir quem será contratado para prestar os serviços? Os nossos nobres políticos! Sim, serão eles que por meio de dispensas e inegibilidades de licitação por "notória especialização" contratarão escritórios "amigos" que ganharão rodos de dinheiro, muito mais do que o salário dos concursados que os colegas recalcados insistem em atacar.
Segundo: sem a estabilidade, contratando quem os políticos escolherem, as indicações virarão moeda de troca para se ter apoio no legislativo e até no judiciário.
Terceiro: sem estabilidade, os "nobres políticos" poderão a qualquer momento remover do serviço público aqueles que contrariam seus interesses. 90% das denúncias que apontam corrupção no poder público partem de funcionários estáveis que não se conformam com a roubalheira com que se deparam e tem o trabalho de juntar a documentação e mandar ao MP, ainda que anonimamente.
Só posso crer que colegas recalcados ou não tem a capacidade de passar em um concurso público ou são os potenciais apadrinhados dos políticos que receberão no colo a indicação em caso de privatização.
Portanto, é conveniente que seja muito atraente as carreiras públicas para que se garanta o emprego de muitos advogados que temos por aí a fora.
Este discurso de servidor público que náo se pode tercerizar é porque o Estado brasileiro foi privatizado para os servidores públicos que mandam e desmandam e trabalham quando querem.
Principalmente na área de assistëncia jurídica, pois náo faz sentido o EStado acusar e o Estado acusar. A maioria dos presos no Brasil foram defendidos pela Defensoria, ou seja, é uma artimanha para se agilizar as condenaçoes.
Ele ordenou imediatamente ao motorista que parasse, saiu do veículo e perguntou:
- Por que vocês estão comendo grama?
- Porque nós não temos dinheiro para comprar comida - respondeu um dos homens.
- Bem, você pode vir comigo para o meu sítio. - disse o advogado.
- Senhor, eu tenho uma esposa e três filhos aqui...
- Traga-os também! - replicou o advogado.
O advogado virou-se para o outro homem e disse:
- Você pode vir conosco também.
- Mas, senhor eu também tenho esposa e seis filhos - disse o segundo homem.
- Eles podem nos acompanhar também...
E todos se acomodaram como puderam na limusine e quando já estavam a caminho, um dos acompanhantes disse:
- O senhor é muito gentil. Obrigado por levar-nos a todos com o senhor.
O advogado respondeu: - De nada! Vocês irão adorar meu sítio. A grama esta com quase um palmo de altura!
Este discurso de servidor público que náo se pode tercerizar é porque o Estado brasileiro foi privatizado para os servidores públicos que mandam e desmandam e trabalham quando querem.
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