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Joaquim Barbosa aceita nova denúncia contra senador Eduardo Azeredo
(http://santainquisitio.
Vejamos: em decisões outras, no Eg. STF, o DD. Ministro tem se posicionado dentre aqueles que veem no TRÂNSITO em JULGADO de um FATO a "conditio sine qua" para que esse fato possa "alimentar", "ser tomado como jurídico" para efeitos, por exemplo, da aplicação do conceito de REINCIDÊNCIA!
Ora, no momento, no entanto, em que se polemiza sobre a inclusão ou não de um ex-Governador num esquema semelhante àquele do PT, do MENSALÃO, em que o Presidente Lula esteve presente nas salas em que foram conjugados os verbos da referida prática, mas foi EXCLUÍDO de qualquer inquérito, o polêmico e DD. Ministro empenha-se com todo o seu "dito" "saber jurídico", para valorar como fundamental uma PEÇA FÁTICA cuja IDONEIDADE está, ainda, sendo discutida em um OUTRO PROCESSO em trâmite! __ sem sentença! __ sem decisão tansitada em julgado!
É realmente uma MAGNA AULA de INCOERÊNCIA JURÍDICA e de NOTÁVEL COERÊNCIA POLÍTICA!
Efetivamente, tenho afirmado e reafirmado que a nossa CONSTITUCIONAL CORTE só se insere como ÓRGÃO do JUDICIÁRIO por uma questão de posicionamento Constitucional.
De fato, como o maior requisito para que lá estejam os DD. Ministros, é possuir o subjetivo "NOTÓRIO SABER JURÍDICO", aquela NOBILÍSSIMA CORTE CONSTITUCIONAL "representa", em tese, a "consciência" constitucional do País, por mais discutível que ela possa ser!
Mas, de qualquer forma, "in omnes partes" e "in opportuno tempore", para "in pauca conferre" exprimir, "in proprio sensu", o fato, o fato mesmo, é que o DD. Ministro foi buscar em robusto processo um único documento - discutido e discutível! - que lhe propiciou - em faculdade que "CONSENSISSE VIDENTUR QUI SCIANT"! - a conclusão do DD. RELATÓRIO!
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Adito ainda que, na sessão de julgamento o Ministro Toffoli, com educação e delicadeza pediu desculpas ao relator, ministro Joaquim Barbosa, ao pedir vista dos autos. O ministro Joraquim Barbosa respondeu, ao vivo e a cores, para todos verem e ouvirem, que o Ministro Toffoli não tinha do que se desculpar nem pedir desculpas a ninguém, pois pedir vista "é uma prerrogativa" dele como Ministro. Por que será que o ministro Joaquim Barbosa só respeita as prerrogativas dos demais ministros e dos membros do Ministério Público, mas vive afrontando as prerrogativas dos advogados com negar-se a recebê-los em seu gabinete?
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Com o dizia um certo humorista, não precisa explicar, eu só queria entender.
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(a) Sérgio Niemeyer
Advogado - Mestre e doutorando em Direito pela USP - Prof. de Direito - Palestrante - Parecerista - sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br
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Parabéns ao ministro JB. Adelante!
Comentários encerrados em 13/11/2009
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