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Marília Scriboni
OAB-SP quer que CNJ declare inviolabilidade de departamento jurídico
Semana passada comentei sobre a decisão do De Sanctis no castelo de areia / Camargo Corrêa e um sem-número de advogados supostamente 'indignados e ofendidos' se insurgiram contra minha afirmação de que bastaria as empresas criarem departamentos jurídicos para que, então, ali guardassem as provas de seus crimes e não fossem mais incomodadas.
Antes não tivesse feito tal comentário, mesmo!
A ideia pegou.
acdinamarco@aasp.org.br
Por gentileza, "Senhora" Serventuária, explique qual seria, na sua concepção, a "instância" inferior ao C.N.J. ...
Seria "esperteza de advogados" como a "Senhora" diz ou absoluta ausência de cultura jurídica de vossa parte, que opina equivocadamente sobre matéria que lhe é completamente desconhecida?...
E por favor, economize a todos de seu indisfarçado preconceito contra os advogados...
LAMENTÁVEL, sim, são atitudes como a sua, que profere opiniões absurdas sobre o que ignora por completo, agride gratuitamente a boa imagem de pessoas idôneas, demonstra preconceito contra uma valorosa classe profissional e faz tudo isso na covardia do anonimato!
A "Senhora" ENVERGONHA a nobre categoria dos Servidores Públicos, da qual alega pertencer.
Régis C. Ares
Advogado - Santos-SP
Lamentável este tipo de atitude.
Comentários encerrados em 8/04/2009
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