Os militares são os únicos de quem a lei exige o sacrifício da vida

25/03/2009 09:22patriotabrasil (Contabilista)Valores dos homens da defesa
Na minha opinião os militares realmente não são valorizados como deveriam.
Coragem todos dizem que tem más, são eles que vão para o front, são eles que também pais, filhos, mães, entre outros laços familiares vão com a própria vida a nos defender.
Achoq ue só o amor a profissão justifica tal feito, pois não existe quantia que justifique por a vida em risco.
Espero que a sociedade enxergue de uma vez a importância desses homens que tanto são úteis a nação e muitas vezes não são reconhcidos.
Jorge Silva
22/03/2009 13:13Carlos dos Santos de Jesus (Praça da Marinha)Por que a Praça não pode ser Juiz Militar?
Na atual conjuntura, quem não se questiona sobre a existência da Justiça Militar? Não correria o risco em afirmar que não há corporativismo com a estrutura atual. É bom ressaltar que o Conselho Permanente de Justiça é composto por quatro Oficiais. Por que as Praças não podem compor este Conselho? O argumento de nível superior não se aplica, uma vez que na Marinha, para Oficial Auxiliar da Armada, exige-se apenas nível médio. No Exército, o Sargento oriundo da ESA, chega até o posto de Capitão, sem nível superior. Para melhor fundamentar minha opinião, posso afirmar que já existe um número expressivo de Praças que possuem nível superior, inclusive graduados e especializados em direito militar. Qual seria então o verdadeiro motivo, uma vez que estamos tratando de Crime Militar, e, os Oficiais também estão sujeitos às mesmas Normas, Leis e o próprio CPPM? Acredito que se o Conselho de Justiça fosse composto por dois Oficias e duas Praças, mudassem o conceito de corporativismo na estrutura atual da Justiça Militar. Acredito também, que o preconceito e a discriminação com as Praças, não permitirá tal mudança na Estrutura da Justiça Militar. Onde está o Brasil democrático? Para reflexão das autoridades de nosso País!!!
22/03/2009 02:39Carlos dos Santos de Jesus (Praça da Marinha)Por que a Praça não pode ser Juiz Militar?
Na atual conjuntura, quem não se questiona sobre a existência da Justiça Militar? Não correria o risco em afirmar que não há corporativismo com a estrutura atual. É bom ressaltar que o Conselho Permanente de Justiça é composto por quatro Oficiais. Por que as Praças não podem compor este Conselho? O argumento de nível superior não se aplica, uma vez que na Marinha, para Oficial Auxiliar da Armada, exige-se apenas nível médio. No Exército, o Sargento oriundo da ESA, chega até o posto de Capitão, sem nível superior. Para melhor fundamentar minha opinião, posso afirmar que já existe um número expressivo de Praças que possuem nível superior, inclusive graduados e especializados em direito militar. Qual seria então o verdadeiro motivo, uma vez que estamos tratando de Crime Militar, e, os Oficiais também estão sujeitos às mesmas Normas, Leis e o próprio CPPM? Acredito que se o Conselho de Justiça fosse composto por dois Oficias e duas Praças, mudassem o conceito de corporativismo na estrutura atual da Justiça Militar. Acredito também, que o preconceito e a discriminação com as Praças, não permitirá tal mudança na Estrutura da Justiça Militar. Onde está o Brasil democrático? Para reflexão das autoridades de nosso País!!!
21/03/2009 15:45Bonasser (Advogado Autônomo)EXCELÊNCIA DE SERVIÇO
Deve existir, pois, a estrutura Militar é constante e única, assim com sua doutrina; ao passo que as conjunturas políticas e constitucionais, principalmente, de Nações jovens, como a nossa, sempre voláteis, nos dão conta de que dessa volatilidade quem corre o risco de sofrer manifestações, de modo geral, recheadas de emoções são os Militares.
Mesmo por que é uma estrutura totalmente diferente da civil, em todos os aspectos, haja vista, a legislação especifica muitas das vezes criticada pela sociedade, a sua administração sofre algumas diferenças, e acredito que a razoabilidade do curso processual, na justiça comum, não se harmonizaria com o exigido pela Caserna, pois, os entes envolvidos têm compromissos para com a Pátria e não com a iniciativa privada
O fato de ser detentora de infra-estruturar não simpática aos olhos dos que são contra da sua existência, se factível, nada que uma reforma estruturante não resolva sempre na busca do bem comum e social. Mas que deve existir isso deve.
Embora seja a favor da aproximação mais consistente e constante desses grupos sociais, para que o paisano saiba de como os Militares lidam e administram o bem público, como procuram ao longo de sua carreira conhecer e buscar soluções acertadas aos problemas nacionais e isso sem nenhum ônus ao erário e com qualidade.
Hoje diante de tantos escândalos de corrupção envolvendo Órgãos do Governo afetos aos três poderes, valores quase sempre incomensuráveis, verdadeiras fortunas surrupiadas do erário, a despesa para com essa Justiça especializada nada representa, pois, tem fim especifico e condiz com sua existência prevista na Carta da Republica e o que é melhor, vem cumprindo seu papel atingindo quase a excelência.
DEVE EXISTIR SIM.

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