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Marília Scriboni
Se há cooperação internacional, por que Abin não pode ajudar PF?
Ademais, é bom não esquecer que a Satiagraha não levou três meses para viabilizar as prisões cautelares e ser concluída. Levou 4 anos. Indaga-se: será que Protógenes correria o risco da sua operação ser anulada pela participação de agentes da Abin? Será que ele é tão inteligente assim?
Essa postura extremamente garantista que está se firmando no STF está se convertendo não na garantia de direitos fundamentais, mas sim na garantia da impunidade. Há um nítido movimento na direção da inviabilização da persecução penal, com manifesto prejuízo àqueles cidadãos honestos que esperam que seus tributos revertam em favor do bem comum.
Ao invés de preocupar-se em controlar a atividade policial, como se tivesse tempo de sobra, deveria a cúpula do Judiciário direcionar seus esforços para algo necessário, como traçar estratégias para agilizar o julgamento de milhares de processos criminais que serão carcomidos pela prescrição nos escaninhos dos tribunais.
Essa postura extremamente garantista que está se firmando no STF está se convertendo não na garantia de direitos fundamentais, mas sim na garantia da impunidade. Há um nítido movimento na direção da inviabilização da persecução penal, com manifesto prejuízo àqueles cidadãos honestos que esperam que seus tributos revertam em favor do bem comum.
Ao invés de preocupar-se em controlar a atividade policial, como se tivesse tempo de sobra, deveria a cúpula do Judiciário direcionar seus esforços para algo necessário, como traçar estratégias para agilizar o julgamento de milhares de processos criminais que serão carcomidos pela prescrição nos escaninhos dos tribunais.
Essa postura extremamente garantista que está se firmando no STF está se convertendo não na garantia de direitos fundamentais, mas sim na garantia da impunidade. Há um nítido movimento na direção da inviabilização da persecução penal, com manifesto prejuízo àqueles cidadãos honestos que esperam que seus tributos revertam em favor do bem comum.
Ao invés de preocupar-se em controlar a atividade policial, como se tivesse tempo de sobra, deveria a cúpula do Judiciário direcionar seus esforços para algo necessário, como traçar estratégias para agilizar o julgamento de milhares de processos criminais que serão carcomidos pela prescrição nos escaninhos dos tribunais.
Para se falar em mais um controle para a Polícia Federal, deve-se estar acreditando que a PF é um antro de ilegalidades.
Aqueles que militam na área criminal, sejam eles advogados, membros do Ministério Público, Juízes, policiais, etc.. sabem que isso não corresponde à verdade.
E se eventual erro foi cometido, todas as instituições já existentes são suficientes para repará-lo, sem a necessidade da criação de mais uma estrutura ou de um Super Ministro.
Será que se justifica a criação uma "corregedoria judicial" para apurar a Polícia Federal?
Quantos processos julgar-se-ia por ano?
Posso apostar que eles sequer encheriam uma prateleira dos armários do Poder Judiciário!
Infelizmente, os motivos para tamanha comoção não correspondem à preocupação com os milhares de brasileiros encarcerados (motivada e imotivadamente) sem julgamento, às prisões e cadeias públicas próprias da Idade Média, ao desamparo jurídico absoluto de nossa população em vários rincões do nosso Brasil e à bandalheira generalizada em alguns dos Poderes da República.
E o pior disto tudo é perceber que muita gente séria acredita em tais discursos (abusos generalizados, descontrole, etc...) e vão se tornando a massa de manobra consciente.
É necessário saber, quem está "falando" . -
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Se é o policial ou o jornalista ! ! !
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Porque essa mistura não combina ! ! !
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Quanto à preocupação com o presidente o STF, é compreensível, principalmente, porque o Ministro disse, claramente, que a polícia federal deverá ser controlada pelo judiciário e não pelo governo ! ! !
Comentários encerrados em 25/03/2009
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