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Marília Scriboni
Talvez fosse necessária corregedoria judicial de Polícia, diz Gilmar Mendes
Porém, entendo que sua manifestação foi extremamente injusta quanto aos fiscais, preconceituosa e mais parece uma reafirmação do que é lugar comum, repetição do que o povo diz de forma muitas vezes leviana, sem considerar a existência não de poucos não, mas muitos servidores, sejam eles da Receita ou de outros órgãos, inclusive da Justiça ou MP, que são dignos da função que ocupam e, certamente, merecem mais respeito da sociedade. Até porque o problema da corrupção (longe de ser característica apenas do Brasil) é de toda a sociedade brasileira, pois se há o servidor corrupto (e certamente existe em todas as esferas e instâncias de poder, não apenas na fiscalização) é justamente porque há um cidadão que, com a mesma desfaçatez, não aceita eventual justa imposição a lhe ser impingida e, torpemente, usa de seu poder econômico para seduzir outros cidadãos, com espírito fraco, que estão no exercício de qualquer função pública de poder, a deixar de realizar o ato de ofício. Logo, entendo que sua manifestação seria justa, desde que o "nome aos bois" fosse devidamente consignado na mesma, porém da forma como foi apenas denota desconhecimento e preconceito com uma classe de servidores públicos em específico.
Deixo registrado aqui, minha indignação.
Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG
O cara é genial. O ministro do Supremo visita presidio feminino e muda o foco para grampos. Talvez tivesse visto muito grampo na cabeça das moças que la habitam.
Está o Ministro na tarefa de detonar Protogenes, para, atirando no pombo, atingir o coelho. O alvo é o Juiz De Santis.
Mas para punir o Protógenes é preciso haver uma adesão coletiva ao factóide de Veja e já começam a surgir na Internet outras versões desmentindo-o. A Veja anda tão desacreditada que, tenho para mim, se o Jornal Nacional não tivesse dado eco para esta "denúncia" já teria caído no esquecimento. O povo realmente não tem memória; se esquece de coisas importantes, mas também se esquece de factóides, o que não deixa de ter seu lado positivo.
Esses órgão não passam de locais para ingressarem aspones e que nada trás de relevância ao País a não ser maior desperdiço de dinheiro público.
Existe o Estatuto dos Funcionários Públicos:um servidor público descumpre as normas,oras,ele que responda a processo disciplinar perante o órgão competente.
Para quê criar mais um órgão?
Cumpra-se a lei vigente!
Comentários encerrados em 19/03/2009
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