Guarda de Sean envolve leis brasileiras, americanas e acordo internacional

10/03/2009 21:13Armando do Prado (Professor)Vergonha
O que essa família de grife da advocacia carioca mais o TJ RJ fizeram, simplesmente, é uma vergonha!
Devolvam a criança ao legítimo pai. Até quando vão tentar esconder a verdade?
10/03/2009 20:13www.eyelegal.tk (Outros)A Indústria da Fraude à Paternidade
A indústria da fraude à paternidade
Saiba tudo sobre como eles tiram os filhos das pessoas
com marmelada na Justiça do Brasil.
http://eyelegal.orgfree.com/pages/davidgoldman.html
Estão querendo levar a discussão do caso para as calendas gregas daqui até o menino completar 20 anos e perder totalmente a referência do pai.
É para se apurar por que o STJ não declarou a incompetência absoluta da Vara de Família em 2007, assim como decidiu em 2009.
Senador, a AGU está no caso para fazer cumprir as obrigações assumidas pelo Brasil perante a Convenção e executando uma ordem judicial internacional de busca e apreensão. E Vossa Excelência?
Dá a impressão de que a Justiça está dizendo que manda quem pode e obedece quem tem juízo.
Mas ela precisa aprender que direito tem quem direito anda.
Equipe eyeLegal
Rede Global de Direitos Civis
Pessoas comuns de todos os países podem ser membros.
http://www.eyelegal.tk
10/03/2009 15:52Carmen Patrícia C. Nogueira (Advogado Autônomo)Pai biológico X padrasto
Embora não seja minha área de atuação, vejo algumas ponderações:
O pai biiológico conviveu com o filho até ele ter cerca de 4 anos, quando foi levado para outro país por sua mãe, que não retornou.
A mãe faleceu, o padrasto obteve a guarda da criança, ao que consta.
Se estivesse com a mãe acredito que seria discutível a guarda.
Mas, entre um pai biológico, que anseia pelo filho, do qual perdeu o direito de convivência de forma irregular, e o padrasto, prefiro o pai biológico. è seu direito natural.
Quanto à adaptação da criança, acho argumento relativo, que deve ser bem ponderado.
Quantas mães brasileiras não perderam a convivência com seus filhos, levados irregularmente pelos pais estrangeiros, que alegam que as crianças já estão adaptadas no outro país?
Para uma mãe e um pai que amam seu filho, deve ser extremamente doloroso perder o direito natural de conviver com seu filho.
10/03/2009 13:40Paulo Fonseca (Advogado Autônomo)Convenção de Haia
A Convenção de Haia será aplicada.

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