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Dia de prova

Exame unificado da OAB será neste domingo

A OAB fará nesse domingo (17/5) a primeira fase do seu Exame de Ordem Unificado. Será a primeira vez que a OAB paulista participará da prova única. Agora, a seccional de Minas Gerais é a única que ainda não integra o Exame Unificado.

“Com a adesão da seccional paulista ao Exame de Ordem Unificado, estaremos abrangendo 95% das provas realizadas no país”, declarou o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D’Urso. “Dessa forma, com a prova unificada, será possível avaliar os cursos dentro do mesmo critério. Antes, com cada seccional realizando a sua prova, essas avaliações ficavam um pouco comprometidas.”

A novidade é o horário da prova, que agora será às 14 horas e não mais no período da manhã. Nessa edição do Exame, os candidatos também puderam optar por fazer a prova no município onde têm seu domicilio eleitoral ou no município de sua formação acadêmica.

A primeira fase terá duração de cinco horas. Estarão habilitados a prestar a segunda fase os candidatos que acertarem no mínimo 50 das cem questões de múltipla escolha. Para prestar o exame, o bacharel deve levar documento de identidade original com foto, caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente e comprovante de pagamento da taxa de inscrição.

A segunda fase do Exame de Ordem, de caráter discursivo, está marcada para o dia 28 de junho. Inclui redação de peça jurídica e de cinco questões práticas. Três novas áreas de opção foram incluídas nessa fase: Direito Administrativo, Direito Constitucional e Direito Empresarial, além das disciplinas clássicas Direito Penal, Direito Civil, Direito Tributário e Direito Trabalhista. A nota mínima para aprovação nessa fase é seis. “A inclusão de Direito Empresarial será muito positiva para os estudantes de São Paulo, pois grande parte faz estágio nessa área”, comentou o presidente da Comissão de Estágio e Exame de Ordem da OAB-SP, Braz Martins Neto.

A aprovação no Exame de Ordem é uma exigência da Lei 8.904/94 para o exercício da profissão de advogado. Todas as questões da prova foram elaboradas pelo Centro de Seleção e Promoção de Eventos (Cespe), instituição ligada à Universidade de Brasília. Com informações da assessoria de imprensa da OAB-SP

Revista Consultor Jurídico, 15 de maio de 2009, 13h00

Comentários de leitores

2 comentários

exame 138

dinarte bonetti (Bacharel - Tributária)

O MEC elabora a grade minima para que um cidadão se torne advogado.
As escolas de direito, em sua grande maioria, não transmitem ao aluno mais de 50% dessa grade. Fiz Uniban, e esse é o caso. O MEC faz de conta que não sabe. O aluno que estuda, leva a sério, paga suas mensalidades, e vai para o exame da OAB. Se não fizer cursinho, ou estudar tudo o que não teve na Faculdade, não passa.
A OAB, prepara as questões em cima da grade do MEC.
No meu caso, fiz 60 pontos na primeira fase, sem fazer cursinho, mas estudando so. Fiz um ano de pós graduacao em Direito Tributario, com Ada Grinover, Hugo de Brito Machado, Eduardo Sabbag, e tantas outras sumidades. Minhas notas: 10 em todas as materias.
Vou para 2a. fase da OAB, em tributario, em Bragança Paulista,meu local de opção, e sou reprovado. Faço recurso, Alexandre Mazza ao ver minha prova, verifica erro grosseiro da correção. Entro com recurso, e.... a banca nem o examina, pois precisava de 0,8, e uma das questoes estava correta, merecendo ao menos os 0,8.
Saio totalmente desmotivado. Esse advogado de Bragança Pta, que me deu a nota, e provavelmente se negou a sequer olhar o recurso, não vai ser julgado por ninguém.
Será esse um caso absolutamente fora da média, ou isso acontece com muita gente?
Com que moral fica essa prova da OAB num caso tão escabroso como esse?
Provavelmente sei mais de Direito tributario do que o advogado que corrigiu minha prova.
Tentarei novamente? Se tiver tempo, sim, pois sou empresario e meu programa de estudos e prova de ordem já sairam da minha agenda.
Um caso para a OAB nacional analisar.
meu email: dinarte22@terra,com.br

38º EXAME DA OAB

Luiz Carlos Almeida (Estudante de Direito - Consumidor)

Espero que nesse Exame da Ordem, os Fiscais de Sala não comentam os mesmo erros, à exemplo do Exame da Ordem anterior, quando na existência de "ERRATA", só foram fazer comentários, após o início da prova. Com isso, houve uma perda de, aproximadamente, 10 (dez) minutos para dirimir dúvidas; gerando, consequentemente, descontentamento com os examinandos dentro de sala. Porque, são 300 (trezentos) minutos para resolver 100 (cem) questões, ou seja, para cada questão são disponíveis apenas 3 (três) minutos. E, no Exame anterior, os examinandos da minha sala sofreram com a perda de solução de 3 (três) questões. Que pode ser significativo, para alguns, na aprovação com a certo de 50% de acerto das questões.

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