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Marília Scriboni
Presidente do TJ de São Paulo não promove juíza e caso vai parar no CNJ
Como Defensor Público não enxerguei na magistrada enaltecidas qualidades. Vi, entre outras situações, prejuízos incalculaveis na defesa de determinado réu, que era acusado de atentado violento ao pudor, e a Magistrada deixou que contra ele se assacassem inverdades, o que não é usual em um juiz criminal. Para piorar, na hora da defesa, inquirir a vítima foi-nos proibido, em incidente encenado com emprego da violência por um Promotor de Justiça, situações que se existente na ocasião o CNJ, com certeza que haveria punição. Pode ser essa a situação da dificuldade encontrada pelo E. Tribunal, que embora tenha tido o dever formal da promoção, poderia estar enxergando dificuldades em sua execução. O certo é que coração é terra que ninguém vai. Que tal o Tribunal de Justiça ouvir sempre os reclamos das pessoas das comarcas por onde passa seus membros. Sabemos que o Tribunal do Estado tem feito grande esforço pela transparência.
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