Arbitragem já resolveu mais de 60 mil conflitos trabalhistas

23/06/2009 14:20Mig77 (Publicitário)NÃO VERÁS PAÍS ALGUM....
A cada dia entrego-me mais a descrença quanto ao futuro do país do futuro.É inacreditável o conceito absurdo que a maior parte das pessoas tem com respeito à relação capital/trabalho.Elas não perceberam até agora e não perceberão jamais.A Justiça do Trabalho,reponsável em parte enorme da desgraça deste país, tem seus seguidores, adeptos e usuários.Acham do alto de sua estupidez,ignorância suprema, de que as leis trabalhistas vigentes, que cria terreno fertil para 3,5 milhões de reclamações trabalhistas por ano, resolverá os problemas dessa relação.Não, não resolverá.Pior, colocará nas ruas mais pedintes, desempregados, traficantes, bandidos de toda espécie.Inclusive advogados trabalhistas, que vivem da carniça, mas que não registram seus empregados, como manda a CLT.Inventam valores absurdos nas suas reclamações e mais.Muito mais.Essa Justiça do Trabalho, fecha empresas, cria gerações de aproveitadores e cafajestes.A arbitragem deveria, e não vai, entrar nessa faixa, para, quem sabe proteger o trabalhador contra o desemprego (muitas empresas, principalmente as pequenas fecham, por não suportar tantos encargos).Triste, ver opiniões, de quem não vê.E não verá jamais.Podre país...
23/06/2009 14:09Mig77 (Publicitário)NÃO VERÁS PAÍS ALGUM....
A cada dia entrego-me mais a descrença quanto ao futuro do país do futuro.É inacreditável o conceito absurdo que a maior parte das pessoas tem com respeito à relação capital/trabalho.Elas não perceberam até agora e não perceberão jamais.A Justiça do Trabalho,reponsável em parte enorme da desgraça deste país, tem seus seguidores, adeptos e usuários.Acham do alto de sua estupidez,ignorância suprema, de que as leis trabalhistas vigentes, que cria terreno fertil para 3,5 milhões de reclamações trabalhistas por ano, resolverá os problemas dessa relação.Não, não resolverá.Pior, colocará nas ruas mais pedintes, desempregados, traficantes, bandidos de toda espécie.Inclusive advogados trabalhistas, que vivem da carniça, mas que não registram seus empregados, como manda a CLT.Inventam valores absurdos nas suas reclamações e mais.Muito mais.Essa Justiça do Trabalho, fecha empresas, cria gerações de aproveitadores e cafajestes.A arbitragem deveria, e não vai, entrar nessa faixa, para, quem sabe proteger o trabalhador contra o desemprego (muitas empresas, principalmente as pequenas fecham, por não suportar tantos encargos).Triste, ver opiniões, de quem não vê.E não verá jamais.Podre país...
23/06/2009 10:27Gilvandi de Almeida Costa (Estudante de Direito)Arbitragem e os conflitos trabalhista?
A dmitir a arbitragem na área trablhista é legalizar a escravidão do empregado. Só que está do outo lado do "balcão" não vê a desigualdade nessa arelação empregador empregado. Por outro lado, criar uma nova modalidade de solução desses conflito, despresando toda a estrutura que temos - A justiça do Trabalho - é simpelsmente perseguir um espírito inovador cujos resultados não sabemos onde vai dar.
23/06/2009 08:40Eduardo Aunaso (Servidor)É preciso cautela
Sabemos da (infeliz) situação em que encontra-se nossa nação no que concerne a efetiva educação com vistas ao pleno exercício da cidadania.
Para além do analfabetismo funcional, existe o analfabetismo jurídico. A imensa maioria das pessoas é totalmente ou quase totalmente leiga quanto ao funcionamento das instituições jurídicas de nosso país.
Mesmo pessoas com níveis mais avançados de escolaridade desconhecem completamente o funcionamento dos órgãos judicantes.
Infelizmente, parcela significativa da sociedade acredita na "justiça" como um ente abstrato que tem como objetivo a proteção daquilo que esta pessoa acredita ser "justo" (outro conceito também tratado, muitas vezes de forma abstrata pelas pessoas - legalidade e justiça são quase sempre muito distintos no imaginário popular "inconsciente coletivo").
Neste quadro, obviamente, muitos trabalhadores equivocadamente podem "ser conduzidos" a estas "arbitragens" acreditando tratar-se da "Justiça Trabalhista".
Não foi por acaso que a legislação trabalhista, em seus princípios (proteção, norma mais favorável, "in dubio pró misero" etc) buscou resguardar a necessária proteção ao lado mais "frágil" nas relações de trabalho: o trabalhador.
As "arbitragens" atentam frontalmente os direitos do trabalhador na medida em que não têm que respeitar os princípios balizadores da legislação trabalhista, podendo, inclusive, sobrepujá-los com o engodo de que ali se realizam "acordos".
Ademais, para além de uma máscara caricatural em que se imita os ritos e funções da justiça trabalhista, existem efetivamente interesses em jogo. Não por acaso, a Xerox, como demonstrado no artigo, já conseguiu economizar 35 milhões.
A Xerox ganhou 35 milhões. Quem perdeu?

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