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19 junho 2009
Crédito inexistente
TJ paulista alerta população sobre falsas cartas
O Tribunal de Justiça de São Paulo alertou o público sobre o envio de cartas falsas, pelo correio, com timbre do tribunal, da 1ª Vara de Falências e Recuperações e do Setor de Cartas Precatórias Cíveis. A carta tem como remetente o Setor de Cartas Precatórias, é assinada por um imaginário administrador judicial da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais e diz que a pessoa é beneficiária de um crédito.
O TJ-SP pede que as pessoas que receberem a carta entrem em contato pessoalmente com a corte para que seja verificada a veracidade das informações constantes no documento. Recomenda também que a população fique atenta a contatos dessa natureza e comunique o fato à Polícia. Já existe um inquérito aberto no DEIC – 3ª Delegacia da DIG.
Os contatos entre o Tribunal e as pessoas que possuem ações tramitando na Justiça são feitos por meio de intimação ou notificação entregues por oficiais de Justiça, por correio, por meio de editais publicados no Diário Oficial ou por intermédio dos advogados das partes. Os documentos que seguem por correio contêm aviso de recebimento (AR).
Revista Consultor Jurídico, 19 de junho de 2009
Comentários
Comentários de leitores: 1 comentário
Luiz Pereira Carlos, tambem alerta !
Prezados Senhores.
Solicitamos a todos que nos acompanham nessa luta, que nos ajudem retirando da internet os comentários sobre o PEDAGIO URBANO DA LINHA AMARELA por nos postados, e informando a todos que tiver possibilidade para que façam o mesmo, divulgando a terceiros que por ventura COLABORARAM na tentativa de se tornar uma sociedade menos gananciosa.
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A partir dessa data, estaremos retirando DEFINITIVAMENTE todos os protestos contra o PEDAGIO URBANO DA LINHA AMARELA, por decisão judicial, irrecorrível por falta de assistência jurídica, ministério publico e sobre tudo defensoria publica que por dezenas de vezes recusou-se a nos defender.
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Esse é o País em que vivemos e Infelizmente não tenho como lutar contra o sistema que se instalou nesta nação, sozinho, sem ajuda e ou colaboração de quem deveria zelar pela cidadania.
Mui respeitosamente,
Luiz Pereira Carlos.
A seção de comentários deste texto foi encerrada em 27/06/2009.