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Marília Scriboni
Com Sean, finalmente criança chega ao Supremo Tribunal Federal
Eu penso que quando houve o divorcio , tambem foi tratado a compatilha da crianca?? Entao continuam chamando a sra. Bruna de sequestradora eu acho isto invalido. Ao que consta ja e um fato que ela no direito de mae saiu dos EUA com seu filho e depois se divorciou do pai de Sean.
Este caso esta virando sensacao e isto nao ajuda em nada o pequeno Sean. A comecar o pai biologico o Sr. David de colocar um website para arrecadar fundos???
Eu ate acho que o Sean vai ter de voltar para os EUA , e depois quem vai ajudar a ele no reajuste de seu pequeno universo??
Escola, idioma, eu sei que mudar de escola ja e um drama as criancas. Entao ninguem questiona isto?? Como vai ser se ele nao se reajusta ???
O que vai ser do futuro deste menino?? E uma tragedia pois nao acho que Sean podera nunca saber o que e de verdade melhor para ele.
O que há é a constatação de um fato. A ameaça hoje vem de setores de um Judiciário gravemente comprometido. Ameaça contra a nossa liberdade e contra nossos filhos.
Mas é aí que, mais dia menos dia, eles vão encontrar a encrenca.
Olhe para o Rio de Janeiro e lembre-se de São Paulo.
Alguma dúvida Gini? Seja mais claro.
É preciso que essas coisas sejam ditas, para vermos se alguém se toca enquanto ainda há tempo.
Parece que vc faz parte do problema.
Há uma ameaça velada em suas manifestações.
O máximo que conseguirá é aversão. Jamais convencerá ninguém com argumentos expostos de forma tão raivosa, mesmo que esteja certo (e acho que não está).
O que estamos assistindo é uma campanha de suporte à tese de que a criança deve ficar no Brasil. Não deve.
Existe hoje no Brasil uma indústria de tirar os filhos das pessoas com liminares do 1o grau ordenadas por desembargadores, prontos para negar qualquer recurso de tal decisão.
A lógica é que afastam você e negam todos os recursos para que o tempo passe e depois de muitos anos a criança esteja corrompida por seus algozes o bastante para recitar as instruções que recebeu de quem está com a sua guarda.
O articulista não cita nem de longe que o caso envolve pessoas muito poderosas e o fato de que pairam muitas incertezas sobre a qualidade das decisões adotadas até agora.
Refere-se à decisão do STJ. Mas essa decisão é suspeita e não é definitiva, a menos que o cronista saiba algo que ainda não consignou no seu texto.
O Judiciário brasileiro é medieval, nota zero em imparcialidade. Um sistema de castas de juízes, promotores, procuradores e advogados de elite, parentes de ex-ministros do STF.
Cadê o resultado do Juiz Medina do STJ? Vamos ouvir Rocha Matos enquanto ele ainda está vivo. Isso aqui vai ter que acabar.
Essa história de que Fulano pede para Cicrano, e este para Beltrano não tem mais condições de sustentação.
Prestem bastante atenção, porque a situação é grave. Esse pessoal acha que vai tirar os filhos dos outros com um acordo de juízes, mas isso não vai continuar.
Por causa desse capricho, vocês vão criar um problema institucional grave, porque muitos de nós estamos dispostos a confrontar essa máfia que se intrometeu no seio da nossa família.
Isso é geral, de Norte a Sul do Brasil.
Uma mentira leva a outra, depois outra para cobrir a segunda e assim por diante.
Tudo aplaudido por bajuladores e espiões dos interessados, plantados para registrar seus comentários encomendados no final do texto.
Não existe nenhum afeto nisso, nem naquilo outro. É pura arrogância, estupidez e brutalidade por parte de quem manipula a criança para aliená-la de seus pais.
O Judiciário vai ter que aprender que aqui neste país vocês não têm súditos nem escravos.
E o Senado que abra o olho, porque "para conhecer a natureza dos príncipes é necessário ser povo", como já saiu publicado na Veja.
Se vocês estão procurando encrenca, vão encontrar. Aqui no Brasil ninguém é David Goldman nem Craig Alden.
Ouviu bem TJPE?
Caso esse menino não seja devolvido ao seu pai, a reação da sociedade, tanto brasileira quanto internacional, já é previsível.
Nós não queremos que nenhum juiz legalize essa situação na qual se tira os filhos das pessoas com manobras, liminares e arbitrariedades por 5 anos para depois vir dizer que a criança - em poder deles - é que vai escolher.
Ora, onde é que já se viu isso?
Sem nenhum deslustre a V. Exa., mas essa corrente de pensamento não interessa para a nossa família e nem para a sociedade brasileira.
Não queremos que ninguém venha se intrometer na nossa convivência com nossos filhos para tirá-los de nós e dar ao padrasto, ou avó ou homossexuais, o quer quer que seja.
Já passou da hora de acabar com isso porque ninguém aguenta mais.
O Judiciário que vá criar suas teses inovadoras em outros ramos do direito, mas se vocês mexerem na nossa família podem se preparar para um grande confusão.
Entreguem o menino ao pai e vamos acabar com essa história imediatamente.
É a nosssa humilde sugestão.
:
"se alguém for sequestrado enquanto criança e descoberto o sequestro quatorze anos depois, haverá a tese de que a criança poderá escolher ficar nas mãos do sequestrador no lugar do verdadeiro pai, vítima do sequestro, enfocando a dignidade da pessoa humana e o direito de ser feliz" ? ? ?
.
Se os "raptores ou sequestradores" conseguirem que a decisão da Justiça se arraste, certamente, conseguirão LEGALIZAR O CRIME ! ! !
Comentários encerrados em 16/06/2009
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