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Marília Scriboni
Duplo registro de maternidade vira precedente no Judiciário brasileiro
O argumento de que se está ratificando o que a sociedade aceita, é imprudente e irresponsável, o Estado tem a obrigação de impedir que a sociedade caminhe rumo ao abismo.
Hoje a sociedade aceita as relações homoafetivas como sendo normais, então, devemos permitir o registro de duas mães ou dois pais, vejamos: o juiz Cairo Madruga fundamentou sua decisão, afirmando ser um fato social que gera efeitos jurídicos patrimoniais e pessoais, devido a atração homo ou heterosexuais inexplicadas pela ciência, sendo isto elementos suficientes para o seu convencimento. Como bem afirmou, a mente humana é imensurável, fica a pergunta: o que decidiria V.Exª se lhe fosse apresentado um pedido de reconhecimento e registro de filiação de uma criança, por um apaixonado e estável triângulo amoroso. Será que alguém duvida que esta espécie de relação exista na nossa sociedade?
Na qualificação civil, teremos um terceiro sexo?
Até onde será possível chegar a imaginação das pessoas. Uma mulher não produz prole com a outra, da mesma forma, um homem com outro também não. Acho melhor a ciência estudar e definir isso, ao envéz de deixar que leigos, tentem mudar o uso e os costumes da humanidade. A adoção de crianças, tudo bem, afinal, só vão para adoção crianças que realmente necessitam dessa medida. É um ato humanitário, contudo, sujeito às situações humilhantes dos coleguinhas em todos os lugares de frequencia da criança, principalmente na escola, por não se tratar de uma normalidade. É isso!
A evolução do entendimento jurídico é necessária uma vez que a sociedade evolui da mesma forma e busca constantemente a solução ou a clareza que o legislador não consegui imprimir quando da redação das normas regedoras de nossas vidas.
Aqueles que ainda não conseguem enxergar as novas diretrizes sociais, permanecem em estágios de ignorância moral, mas terão seu tempo para repensarem e atualizarem seus modos de observação.
Esclarecendo, quando falo em ignorância, me refiro a preconceitos ainda entranhados na sociedade e não solucionados por aqueles que ainda os tem.
A evolução do entendimento jurídico é necessária uma vez que a sociedade evolui da mesma forma e busca constantemente a solução ou a clareza que o legislador não consegui imprimir quando da redação das normas regedoras de nossas vidas.
Aqueles que ainda não conseguem enxergar as novas diretrizes sociais, permanecem em estágios de ignorância moral, mas terão seu tempo para repensarem e atualizarem seus modos de observação.
Esclarecendo, quando falo em ignorância, me refiro a preconceitos ainda entranhados na sociedade e não solucionados por aqueles que ainda os tem.
Prezado,
Vai
Leia o Código Civil e estude sobre "Filiação Sócio-Afetiva" (há bons textos na Internet a respeito), que, talvez, chegue a algumas conclusões interessantes e poderá compreender melhor o que lhe digo.
E, acredite, não há melhor interesse para uma criança do que o amor que terá de sua família (mesmo com duas mães), fator indispensável para a sua boa formação.
Régis C. Ares
Advogado - Santos-SP
__________________________
Não há imoralidade...
Apesar de heterossexual, reconheço a homossexualidade como algo que existe há milênios, não sendo, aliás, algo restrito ao "homo sapines" na natureza.
Trata-se de uma opção de vida, a qual deve ser respeitada.
Há tanta "depravação sexual" entre homossexuais quanto a que existe entre heterossexuais. Aliás, diga-se de passagem, há bem menos depravação entre homossexuais...
Por exemplo, são raríssimos os casos de pedofilia envolvendo um homossexual...
Quem alega ser "impóssível que a vida ocorra entre duas pessoas do mesmo sexo", obviamente não tem nenhum conhecimento de causa e fala sem qualquer base.
Sou advogado há 10 anos e milito na área do Direito de Família com assiduidade, sendo testemunha de relacionamentos homossexuais duráveis, de enorme afeto, de dar inveja a muitos casais heterossexuais.
E vou mais distante: Há pais e mães homossexuais que se mostram melhores na criação e educação de seus filhos que os heterossexuais.
Não há casos registrados, por exemplo, de violência sexual entre crianças adotadas por pais homossexuais.
E filhos de homossexuais não se tornam, via de regra, homossexuais, como muitos pensam. Aliás, isso ocorre com pouca frequência.
Está na hora da "MORALIDADE DEMAGÓGICA PARA BOI DORMIR" ser extinta de nossa sociedade.
A dignidade e o afeto entre as pessoas (sejam de sexos diferentes ou iguais) devem ser respeitados e merecer a completa tutela do Judiciário.
A Violência não decorre da opção sexual de um indivíduo. Ela é resultado de males muito mais profundos dos seres humanos, como a intolerância, o preconceito e, principalmente, a ignorância.
Régis C. Ares
Advogado - Santos-SP
Nao sou contra novas formas de família, mas devemos estudar melhor e pensarmos mais no futuro e no bem estar da criança
Não há imoralidade...
Apesar de heterossexual, reconheço a homossexualidade como algo que existe há milênios, não sendo, aliás, algo restrito ao "homo sapines" na natureza.
Trata-se de uma opção de vida, a qual deve ser respeitada.
Há tanta "depravação sexual" entre homossexuais quanto a que existe entre heterossexuais. Aliás, diga-se de passagem, há bem menos depravação entre homossexuais...
Por exemplo, são raríssimos os casos de pedofilia envolvendo um homossexual...
Quem alega ser "impóssível que a vida ocorra entre duas pessoas do mesmo sexo", obviamente não tem nenhum conhecimento de causa e fala sem qualquer base.
Sou advogado há 10 anos e milito na área do Direito de Família com assiduidade, sendo testemunha de relacionamentos homossexuais duráveis, de enorme afeto, de dar inveja a muitos casais heterossexuais.
E vou mais distante: Há pais e mães homossexuais q
Não há imoralidade...
Apesar de heterossexual, reconheço a homossexualidade como algo que existe há milênios, não sendo, aliás, algo restrito ao "homo sapines" na natureza.
Trata-se de uma opção de vida, a qual deve ser respeitada.
Há tanta "depravação sexual" entre homossexuais quanto a que existe entre heterossexuais. Aliás, diga-se de passagem, há bem menos depravação entre homossexuais...
Por exemplo, são raríssimos os casos de pedofilia envolvendo um homossexual...
Quem alega ser "impóssível que a vida ocorra entre duas pessoas do mesmo sexo", obviamente não tem nenhum conhecimento de causa e fala sem qualquer base.
Sou advogado há 10 anos e milito na área do Direito de Família com assiduidade, sendo testemunha de relacionamentos homossexuais duráveis, de enorme afeto, de dar inveja a muitos casais heterossexuais.
E vou mais distante: Há pais e mães homossexuais q
Comentários encerrados em 15/06/2009
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