PGR dá parecer favorável à política de cotas nas universidades públicas

31/07/2009 09:20MP (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)PARECER DA IGNORÂNCIA!
Realmente a estupidez humana não tem limite! Concordar e oficializar um sistema racista e improdutivo ao invés de atacar o problema na fonte (recursos para o ensino fundamental e médio, com remuneração digna dos professores e exigência de contrapartida de trabalho) é muito mais cômodo e parece, apenas parece, progressista e politicamente correto. Nada disso. O futuro cobrará sua cota em embates que nunca dantes tivemos. Pena que este país seja caldatário de mentes tão pequenas!
31/07/2009 00:44A.G. Moreira (Consultor)É o Estado gerando e fomentando a injustiça e o ódio ! ! !
Essa mania do governo fazer campanha política e/ou querer ganhar prestígio, beneficiando a alguns, com o que pertence a outros, é de uma injustiça e de tamanha arrogância imperial ( em "plena democracia" ) , que cria mais feridas do que sara ! ! !
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O Estado pode e deve fazer tudo o que for possível e legal para ajudar a quem necessita, desde comida e moradia, a saúde e educação.
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O que não pode é tirar do leito de um hospital, um doente grave, de classe média, para colocar no mesmo leito um doente de classe pobre ! ! !
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Do mesmo modo, não se pode tirar a medalha de ouro de quem lutou por ela e a ganhou, para dá-la a quem ficou em 3º, 4º, ou último lugar ! ! !
30/07/2009 18:17Ramiro. (Advogado Autônomo)O rabo abana o cachorro
Pais geométrico de problemas angulares discutidos em mesas redondas por bestas quadradas?
Outra solução do gênero puxar o piano ao invés do banquinho, ou o rabo abanar o cachorro.
Antes do sistema de cotas, e aconteceu mais de uma vez, em cursos de engenharia e informática de federais onde se realizam pesquisas, alunos que eram "excelentes" no segundo grau ouviram na lata de docentes. "não importa que você tenha sido aluno nota 10 no segundo grau, aqui é calculo I do curso universitário", ou em aula de física, "o próximo que falar que não foi assim que aprendeu no segundo grau vai sair por aquela porta e é melhor nem voltar para continuar o curso antes de cair na real".
Por que não aumentar o número de Colégios de Aplicação das Universidades, e estes sim com vagas reservadas aos pobres e negros e excluídos, igualmente obrigar as universidades a colocarem seus alunos dos cursos de licenciatura a lecionarem em pré-vestibular para classes excluídas? "-Mas o aluno negro e pobre não tem o mesmo tempo e as mesmas condições para estudar para o vestibular que o aluno de classe média". Linda confissão de burrice uma frase assim. Um livro de Fisiologia custa na faixa dos 380 reais, um de anatomia na faixa dos 600, idem para farmacologia. Nas bibliotecas das federais os livros estão quase todos desatualizados. A polícia federal já deu n batidas com grandes apreensões de cópias de livros no CCS da UFRJ, e indiciou varios donos de copiadoras em pirataria.
Antes das cotas eu vi caso de professores serem ameaçados de agressão por que deram notas baixas em matérias complexas, o que será quando acontecer de um grupo de alunos entrar no sonho e acordar para realidade? O Governo vai baixar então uma lei obrigando a criar avaliações especiais nas universidades?
30/07/2009 09:40Roberto II (Advogado Autônomo)Quem tem dever de dar condições de estudo?
Após ler artigo a cerca do parecer da PGR entendendo serem constitucionais as políticas de ações afirmativas, “em favor de segmentos sociais em situação de maior vulnerabilidade”, deve-se destacar que, enquanto fala-se em estudo universitário, não se atentaram para o principal, ou seja, que para se chegar a universidade é necessário antes trilhar um caminho muito mais longo na educação de base, onde para se ter uma “educação melhor” continua sendo necessário estudar em escola particular, que está pela “hora da morte”!
Na escola pública, é proibido reprovar! Como é que estes alunos da rede pública de ensino terão condições de disputar em um futuro mercado de trabalho? Mesmo dando “cotas”, o rendimento deles sempre será abaixo dos demais oriundos de uma melhor educação.
Muitas são as perguntas, poucas são as respostas, seguidas de muitos, “hã”?

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