Procuradores acusados de fraude em concurso podem perder o cargo

22/07/2009 13:58GRIPPA (Delegado de Polícia Estadual)TO ESPERANDO PARA VER
Infelizmente a cultura do brasileiro é assim, mete o pau pelos costas, mas se algum político corrupto ou pilantra de plantão aparecer por perto, o cidadão dá a mão e puxa o saco. Muita gente tem o rabo preso, essa é que é a verdade. Moralidade e retidão dentro do serviço público ainda são vistas como "babaquice". E essa história só veio a tona porque uma candidata gabaritou a 1ª fase e não teve seu nome da lista dos aprovados. POrque ????? Ai ela desbundou a ligar para o povo jurídico da cidade onde morava e a coisa "espalhou". Me corrijam se eu estiver errado..senão, podia ter ficado por isso mesmo..
22/07/2009 13:58GRIPPA (Delegado de Polícia Estadual)TO ESPERANDO PARA VER
Infelizmente a cultura do brasileiro é assim, mete o pau pelos costas, mas se algum político corrupto ou pilantra de plantão aparecer por perto, o cidadão dá a mão e puxa o saco. Muita gente tem o rabo preso, essa é que é a verdade. Moralidade e retidão dentro do serviço público ainda são vistas como "babaquice". E essa história só veio a tona porque uma candidata gabaritou a 1ª fase e não teve seu nome da lista dos aprovados. POrque ????? Ai ela desbundou a ligar para o povo jurídico da cidade onde morava e a coisa "espalhou". Me corrijam se eu estiver errado..senão, podia ter ficado por isso mesmo..
22/07/2009 12:31M.P. (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Mais dos fatos
Eu estava na fase oral deste concurso e lembro que o MPSP, apesar de descobrir os fatos em dezembro/00, só "avisou" os candidatos em abril/01, que continuaram estudando para a fase oral e deixaram de prestar outros concursos porque o MPSP ficou 05 (cinco) meses em investigação ENQUANTO fazia as provas orais!!! Espero que o Órgão Especial do TJSP condene exemplarmente os dois, porque, na seara criminal, o Brasil é uma mãe dos criminosos e, prova disto é que nenhum ficou sequer UM DIA NA CADEIA e, pior, um deles teve reconhecida a PRESCRIÇÃO!!! Mais: os dois senhores, depois de tudo, continuaram FREQUENTANDO a Procuradoria-Geral de Justiça de SP nomalmente e sendo recebido pelos amigos procuradores.
22/07/2009 11:16Gabriel (Estudante de Direito)Palhaçada!
Esperamos uma condenação exemplar pois o Ministério Público não é isso que esses dois .... mostraram.
22/07/2009 10:52aprendiz (Outros)Dúvida?!
Como pode haver dúvida num caso como este! Expulsão e processo JÁ. Ficar em dúvida quanto a esses fatos é demonstrar algum "rabo preso", cumplicidade ou demonstração do quão está corrompida nossa justiça. MAIS VALE UM EXEMPLO DO QUE MIL PALAVRAS.
22/07/2009 10:15GRIPPA (Delegado de Polícia Estadual)Não acredito que dê em nada
Essa historia é uma vergonha para os paulistas e quem se formou na Fundação de Ensino Soares da Rocha de Marília-SP. Se der em alguma coisa o mundo está mudando.. duvido..
22/07/2009 07:43cir (Advogado Autônomo - Civil)Uma vergonha!
Quando vejo situações deste tipo até mesmo em instituições de justiça, onde deveriam estar pessoas defendendo direitos de todos, fico envergonhada de ter escolhido esta profissão para viver... um dia uma senhora muito humilde me disse: para que fazer Direito, você é muito honesta... lá só tem sujeira... defendi a classe, mas neste momento me sinto efetivamente envergonhada de pertencer à ela... triste por ver que o "jeitinho brasileiro" ainda existe, mas devo dizer, extremamente FELIZ por ver que ainda existem pessoas que também ficam indignadas... parabéns colegas que tiveram a CORAGEM de votar a favor da justiça, contra os seus pares, que conforme o colega falou, muita coragem cortar na própria carne...
22/07/2009 02:47Zerlottini (Outros)Podem?
Os caras trambicam, fraudam um concurso e PODEM perder cargo? Não há uma certeza a respeito disso? Mais uma vez, será aplicada a famigerada "Lei de Gerson": todos querem levar vantagem em tudo, certo? E a maracutaia continua comendo desembolada, continua sendo uma instituição brasileira, aceita por todos. Em quem é que se vai acreditar, nesta terra? Pra todo lugar que se vira, é só o que se vê: maracutaias, sacanagens, corrupção... Isso aqui é MUITO pior que a famosa "casa da mãe Joana".
FRancisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.
22/07/2009 01:36rino (Advogado Associado a Escritório)Terrível Mancha
Vergonhosa atitude de pessoas que deveriam ser exemplo de probidade e conduta.
Desrespeitosa para com aqueles que tanto estudaram.
Parabéns ao MP e Judiciário pela atitude e exemplo dado.
Fábio Rino - adv.
21/07/2009 23:57Alan (Procurador Autárquico)Quantos e quantos...
Quantos e quantos concursos por esse país a fora não foram "vazados" para poucos privilegiados, sobretudo os que são realizados pelas próprias instituições no mais das vezes regidas pela batuta do auto escalão ávidos a fazer ingressar os filhos, afilhados, etc...Basta olhar as listas de aprovados para se reconhecer boa parte pelos sobrenomes.
21/07/2009 18:43João G. dos Santos (Professor)A ação não seria nula?
Pela matéria, parece que a ação foi proposta no TJ, originariamente. Como não mais existe foro especial em ação de improbidade, ela será nula por violação ao primado do juiz natural. É esperar para ver.
21/07/2009 18:22Rossi Vieira (Advogado Autônomo - Criminal)Corte na carne.
O ministério público do Estado de São Paulo cortou na propria carne,demonstrando, mais uma vez, a respeitabilidade da Instituição.Não é fácil cortar a própria carne.Parabéns, entretanto,pela demonstração de civismo e cidadania. Eu mesmo, aquela época, poderia ter sido um dos candidatos ao estreito e alto cargo.Creio,assim, que os candidatos lesados, os 6000 e tantos, deveriam participar como litisconsortes ativos nessa ação civil pública, pois, a moral de um candidato que não levava consigo a resposta da "prova" certamente restou-se abaladíssima, entristecida e enraivecida. Se a Instituição carece em ser ressarcida em sua moral como Instituição, o que dirá a Alma ( e ego)dos candidatos sérios- aqueles que por si sós poderiam entrar no portal estreito e alto do Ministério Público paulista.
Otávio Augusto Rossi Vieira, 42
Advogado Criminal em São Paulo.

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