Projetos de gestão seduzem tribunais e mudam funcionamento da Justiça

13/07/2009 21:52Sabrina (Advogado Autônomo - Civil)Lentidão
Talvez se os Juízes trabalharem 08 horas em cartório como os servidores, as coisas sejam agilizadas.
13/07/2009 11:42MTADEO (Economista)FGV, SOFTPLAN...
Enquanto o TJSP não respeitar a sua grandeza, não haverá meio de planejar coisa nenhuma. Gastos com empresas de assessoria técnica só para constatar o óbvio, ou por a culpa no cartório. O Tribunal de Justiça de São Paulo tem de ter autonomia orçamentária e não participar da política do governo do estado. O governador veta o orçamento do Tribunal, que deveria ser priorizado, justamente para sair dessa estatística vergonhosa dos 80%., mas como a culpa é do cartório e não dos juízes, não tem importância os cortes sucessivos no orçamento, ano a ano. E o governador vai fazendo suas campanhas, "gastando" e "preservando" dinheiro público, de acordo com a Constituição Federal, com a maior "transparência"... (basta comparar o orçamento anual e o impostometro)
13/07/2009 09:57Alexandre Carlos Andrade Silva (Cartorário)O funcionamento do TJSP está mudando?
Em meados de 2004, o que se chamou de projeto de modernização do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, teve início. "Modernizaram" a Segunda Instância e pouco fizeram pela Primeira Instância. De relevante apenas o investimento em TIC. O que a princípio foi um arranque no processo de difundir pelo Estado conceitos de administração pública moderna, acabou caindo no vazio. A última ação de capacitação de pessoal no interior foi há mais de três anos. Os jornais internos não circulam há muito e as ações realizadas circunscrevem-se à Capital do Estado. As comarcas do interior, onde arrisco dizer se concentram a maior parte dos milhões de processos do TJ e a maioria de seus Servidores, estão esquecidas. Mas não parece o pior da história. Nós, Servidores, por mais que nos empenhemos, nos capacitemos por contra própria, que acreditamos no propósito da Instituição, não temos vez nem voz. O maior valor do TJ está em seus Servidores, que precisam se entender como pertencentes à organização. Espero ver um TJ cujas ações ramifiquem-se por todo o TJ, na capital e interior concomitantemente; que haja planejamento estratégico e que os projetos não se interrompam a cada dois anos.
11/07/2009 23:12Armando do Prado (Professor)E talvez como algumas...
Como alagumas empresas privadas oferecer bônus absurdos e terminar quebrando a la Varig, Trans Brasil, Mesbla, Mappin, etc.

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