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Marília Scriboni
Decisão de Juizado Especial do Espírito Santo impõe censura a jornal
Os fatos recentes corroboram essa impressão e tenho pena de alguns magistrados, pena mesmo.
Para não dizer nojo.
Aí, se alguém ficou indignado que me acione judicialmente, pois, terei imenso prazer em contestar ou oferecer um pedido contraposto JUNTO COM ALGUMAS REPRESENTAÇÕES NA CORREGEDORIA DO CNJ e informações à imprensa de fora do Estado, já que a daqui não vem sendo digna de confiança.
Vamos lá, vocês me conhecem e fiquem a vontade.
Tou de olho!
VINÍCIUS- ARAGUAÍNA(TO) -AMAZÔNIA LEGAL - 63-9999-7700
Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.
Nogueira Lima, M. A, in Biblioteca de Intersecção Psicanalítica do Brasil. Site: http: //www.hotlink.com.br/users/ipbbras
A defensoria realmente é ter monopólio de pobre, e inventa que assistencia jurídica é atividade privativa do EStado, mas náo é. O Estado precisa adotar outras formas de atendimento à assistencia jurídica, pois a Defensoria quer apenas atender casos de mídia e ficar ajuizando açoes civis públicas sem comprovar a carëncia dos clientes, isto vem ocorrendo demais no Espírito do Santo. A assistencia jurídica pelo Estado é suplementar e apenas quando a iniciativa privada náo conseguir atender aos mesmos. A Defensoria quer ser dona dos pobres e dar ordens aos mesmos, e ainda tenta criar meios para dificultar que tenham o PODER de escolha, pois viram vassalos e reféns do lobby da defensoria. É preciso acordar, pois querem ser superadvogados e até mesmo investigarem, atuarem em nome próprio e até mesmo acusarem réus,tudo com base no subjetivo conceito de "direitos humanos", um absurdo. E ainda colocam os Estagiários para fazer o serviço enquanto ficam perambulando pelo Legislativo pedindo para que a lei permita que subam nas costas dos mais pobres. Além disso, náo querem mais ser advogados e sim promotores e delegados de polícia para 'proteger" e calar os pobres.
William Shakespeare
José Augusto Peres Filho
www.crimesdecolarinhobranco.co
Comentários encerrados em 19/07/2009
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