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Marília Scriboni
Entidades afirmam que ampliar rol de crimes hediondos leva à banalização
Dizem que não existe pena de morte,mas brasileiros são diuturnamente massacrados pelos bandidos.
Que estado de direito é esse?
A população,honesta,só serve pra pagar imposto e ser assassinada?
Na Paraíba, deixamos de discutir O DIREITO PENAL, virou política e não Direito social.
Caros colegas de trabalho, autoridades, políticos e toda a população, nao são as penas que nos atormentam,são os atos humanos. Como os crimes estão acontecendo.
Virou banalidade. Todo crime,nao importa a pena existi sempre algo que ajude o criminoso.
"O Brasil agora é cumplice do crime" Estão observando e fazendo o mínimo,só à imprensa, daqui uns dias tudo passará.
Desculpem-me pela sinceridade tão desmotivadora,mas é a pura verdade.
Quando buscarem um crescimento social encontrarão a solução e ai sim, começaremos a fazer Direito Penal.
Lembre-se do prefeito Americano que transformou a cidade mais imundada do mundo em uma coisa melhor.
Aproveitando a discussão, e dado que "no Brasil, a carga tributária é alta porque a corrupção é estratosférica", porque não incluir nos crimes afetos à corrupção o de enriquecimento sem causa ?
Se a preocupação dos doutos discussores é a banalização, retira os outros crimes do rol e incluam só os afetos à corrupção. A razão é bastante simples, o Brasil não consegue adentrar no rol dos países de primeiro mundo por causa da corrupção que é uma verdadeira endemia nacional.
Comentários encerrados em 17/07/2009
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