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Entrevista: Eugenio Raúl Zaffaroni, ministro argentino
Porque será? O Conjur + Gilmar = DD?
boa entrevista. MAs, o que preocupa no Brasil é o projeto do PT de criar a SUPER Defensoria que pode investigar e até processar pobres e com monopólio. Um absurdo, o Estado acusa e defende ao mesmo tempo.
A OAB náo está acompanhando isso, pois como quem comanda a OAB sáo advogados que querem apenas controlar o mercado e evitar concorrËncia com os mais jovens, prefere que exista o monopólio, pois náo iráo mudar a forma artesanal de advogar preferida por geraçao dos mais antigos.
Eu suscitei abaixo uma questão polêmica. Foi exposto pela mídia não especializada o que pode ser o maior nervo exposto para o Governo Federal e para o MPF. Para buscar segurança, primeiro fui rever o que é a Plataforma Lattes de fato.
http://lattes.cnpq.br/conteudo
Alguém discorda que tem natureza de documento público?
Inclusive está sendo utilizado a base de dados do sistema internacional SCOPUS para avaliar, internacionalmente, o número de citações que cada trabalho publicado exposto no Lattes tem no exterior.
A imprensa que produz figuras caricatas de comportamento histriônico na tela da TV, a mídia parece ter faltado fazer conexão. Informar título que não possui na Plataforma Lattes e estender as informações oficiais para outras publicações oficiais, inclusive por conta do exercício de cargo público, primeiro, base de dados federal, competência de plano do MPF. Fosse um cidadão comum e estaria indiciado por concurso informal imperfeito de falsidade ideológica com estelionato.
Vejo um comentário que “lugar de bandido é na cadeia”. E a questão, quem é bandido? Nessa história de subsunção o que tem de autoridade usando o erro crasso de lógica de usar a tese como hipótese para validar a própria tese. E agora que temos um belíssimo caso concreto? Se fosse gente comum era formação de quadrilha, ratione personae a culpa pode ser um funcionário.
No contraponto o Brasil vai ter de explicar o acórdão do agravo no MI 772 no processo em questão
http://www.cidh.org/demanda
Nossa Suprema Corte afirma que todos os Tratados que contrariem à Constituição são nulos de efeito, inclusive a Convenção de Viena Sobre Direito dos Tratados de 1968. Óbvio que o que o STF decidiu será e deve ser usado como prova irretorquível que é. Quanto à qualidade das partes, temos caso real e uma mídia cega. Hora de o MPF provar se é realmente independente e legalista de fato.
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A clareza e a lucidez das teorias e dos comentários do mestre Zaffaroni são sempre impressionantes.
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Seu lugar na Liga da Justiça como super-herói jurídico está garantido, basta se aposentar na Suprema Corte Argentina.
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E enquanto isso, na sala da Justiça...
A segunda questão, a mídia. A mídia têm sido de uma bestialidade lato sensu de dar dó quando o assunto é direito, inclusive direito penal. E a questão de o MPF principalmente investigar ratione personae pode ter um elemento concreto, fático que não pode ser mais sepultado. Se um cidadão comum pega e lança dados inverídicos na Plataforma Lattes do CNPq? O MPF cai matando, art. 299 c/c art. 171, n/f da parte final do art. 70, conforme art. 69 do CP, se fosse um qualquer e não gente "intocável".
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Juiz que deseja combater o crime deve exonerar-se da função e ingressar na polícia. Quando o juiz veste a toga para exercitar o direito penal do inimigo, deixa para trás a imparcialidade que dele espera. É bom saber que uma do mais influentes criminalistas do mundo secunda as críticas que por aqui vimos de fazer há tempos enfrentando as represálias e retaliações por parte daqueles que deveriam adotar, isto sim, uma atitude mais pacta, mais tolerante, mais sóbria.
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O Professor Zaffaroni é uma estrela que brilha e ilumina o caminho que seguimos.
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(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito e doutorando pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br
A OAB náo está acompanhando isso, pois como quem comanda a OAB sáo advogados que querem apenas controlar o mercado e evitar concorrËncia com os mais jovens, prefere que exista o monopólio, pois náo iráo mudar a forma artesanal de advogar preferida por geraçao dos mais antigos.
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