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Marília Scriboni
Deborah Duprat, na chefia da PGR, pede reconhecimento de união gay
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Norma: "Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento".
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Pergunta-se:
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1) Essa norma, por si só, garante o reconhecimento estatal da união estável entre dois homens ou entre duas mulheres como entidade familiar? Resposta: NÃO.
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2) Essa mesma norma proíbe o Estado de reconhecer como entidade familiar a união estável entre dois homens ou entre duas mulheres: Resposta: NÃO.
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Explico. Haveria a dita proibição se os termos da norma fossem os seguintes: "Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável APENAS entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento".
Desse jeito posso dar qualquer interpretação forçada do texto constitucional, servirá para violar toda Constituição.
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Absurdo? Sim, mas se for para fazer interpretação literalista rasteira, com todo o respeito, que se faça o mesmo em todo o texto constitucional, sem o uso de interpretações "sistemáticas" só quando for isso conveniente ao entendimento que se pretende extrair da norma.
(...)
§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
A Constituição deixa claro que a união estável é somente entre homem e mulher, então temos que respeitar a lei maior, se nem a lei maior vale, criaremos insegurança jurídica. Se é para mudar alguma coisa para dar direitos aos homossexuais, que seja por meio de uma emenda constitucional e não tentando fazer interpretações distorcidas da Constituição. Boas intenções não justificam desrespeito a Constituição, todo regime autoritário rasga a Lei Maior, em nome de uma boa causa. É triste saber que prevalece no Brasil no meio jurídico, que o que eu acho justo vale mais, do que a Constituição diz o que é justo, tornando esse país uma extrema insegurança jurídica.
MAS NESTE CASO, O POVO DEVE OPINAR QUANTO A ESTA QUESTÃO, POIS É SABIDO A REJEIÇÃO DO POVO, E INSISTIR EMPURRRANDO GOELA ABAIXO JURIDICAMENTE, NÃO RESOLVE, POIS SABEMOS DA EXISTENCIA DE PRECONCEITOS CONTRA OS NEGROS EM ALGUNS LUGARES, SABENDO-SE QUE TUDO RECOMEÇOU NA AFRICA APOS DILUVIO, MESMO ASSIM EXISTE EMBORA VELADO. QUANTO AO ASSUNTO EM TELA, RESOLVE-SE COM PEBLISCITO, ONDE O POVO DECIDIRÁ DEMOCRATICAMENTE, E A VONTADE DA MAIORIA É LEI, NÃO OPINIÕES ISOLADAS QUE REFLETEM PONTO DE VISTA PESSOAL, MAS QUE NÃO OBRIGA A TODOS, POIS NÃO FORAM CONSULTADOS. SEM DISCRIMINAR, O POVO DEVE DEFINIR SE QUER SEU FILHO BEIJANDO E CASANDO COM OUTRO HOMEM, OU MULHER NO CASO DO FEMININO. PORQUÊ A FAMILIA NÃO PODE SER DESTRUIDA, E A FAMILIA ATÉ HOJE É O PAI A MULHER E OS FILHOS, E FORMAM NUM SENTIDO AMPLO A PATRIA, SEGUNDO RUI BARBOSA,PARA ALTERAR ESTA SITUAÇÃO ORIGINARIA DE INFLUÊNCIAS ALIENÍGENAS, SÓ O POVO FALANDO, SMJ.
(...)
§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
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A CF/88 deixa claro que união estável é entre homem e mulher, se querem dar união estável a parceiros do mesmo sexo, que se faça uma emenda constitucional para mudar isso. Passar por cima da Constituição, mesmo com uma boa intenção, não deve ser aceito, senão corremos o risco de criar uma insegurança jurídica. Daqui a pouco em nome de boas intenções nenhum artigo da Constituição será mais válido, com base em interpretações distorcidas.
(...)
§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
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A CF/88 deixa claro que união estável é entre homem e mulher, se querem dar união estável a parceiros do mesmo sexo, que se faça uma emenda constitucional para mudar isso. Passar por cima da Constituição, mesmo com uma boa intenção, não deve ser aceito, senão corremos o risco de criar uma insegurança jurídica. Daqui a pouco em nome de boas intenções nenhum artigo da Constituição será mais válido, com base em interpretações distorcidas.
Brasil é um país laico, ninguem é obrigado a sehuir dogmas religiosos.
Comentários encerrados em 10/07/2009
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