RSS Feed
Adicione o feed em seus favoritos.
Acompanhe o lançamento de cada notícia.
http://conjur.com.br/rss.xml
Colunistas
Domingo
Arnaldo Sampaio de Moraes Godoy
Vladimir Passos de FreitasSegunda-feira
Robson Pereira
Raul Haidar
Marília ScriboniTerça-feira
Pierpaolo Bottini
Aline Pinheiro
Marília ScriboniQuarta-feira
Roberto Duque Estrada, Igor Mauler Santiago, Gustavo Brigagão, Heleno Torres
Carlos CostaQuinta-feira
Luiz Flávio Gomes
Antenor Madruga
Alexandre Atheniense
Senso IncomumSexta-feira
Direito & Literatura
Ideias do MilênioSábado
Marília Scriboni
Protógenes diz que ensinou Evandro como pedir impeachment de Collor
E acho mais :
Funcionário público nunca poderia ter "cadeira cativa" em cargo algum , seja por eleição ou por concurso. -
Pelo contrário, creio que para o bem da Nação, todos os cidadãos deveriam ter a oportunidade de "servir o Estado" , pelo período máximo de 12 anos, nada além disto, para eliminar privilégios ! ! !
Isto, engloba tanto um magistrado, executivo ou
parlamentar, quanto um simples funcionário ! ! !
Ora, mas que faço eu aqui? Devo estar louco a dialogar com um ginasiano tolo que nem sabe perceber o lastro filosófico de uma postura e etiqueta as coisas como um colegial bobo dizendo “está falando muito então é porque tocou a ferida”, “está falando mal porque não passou”, “eu nem leio essas asneiras” ou, finalmente, denominando genericamente como “floreio” o que sua perplexidade matuta não consegue empacotar...... Fórmulas fáceis que eu usaria aos 15 anos de idade, ahahahaha
Mas não desistam, canalizem esse ódio contra os funcionários públicos nos estudos, até os 65 anos todos os cargos são acessíveis aos senhores.
Primeiro, vi viciar muita gente.
Segundo, cliente não paga, dá calote, para executar em Juízo é complicado. Os honorários de sucumbência. O advogado trabalha até dez anos numa causa, vence, o Magistrado, concursado, olha, vê o valor da sucumbência, deve pensar, "esse sujeito ganhar num único processo o que eu demandaria 6 meses, dois anos, cinco anos para ganhar, nunca!!!" E sob o pantanoso argumento da "razoabilidade", cada um tem a sua, reduz ao ínfimo. Ao contrário, quando é desafeto que perde, como Nagi Nahas, é um milhão de reais de sucumbência. Mas a questão está ainda em primeira instância. E se Nagi Nahas ganhar nos Tribunais Superiores, como já aconteceu antes? O Juiz Monocrático que irá executar manterá a sucumbência igual, ou irá apelar ao "princípio da razoabilidade" e irá reduzir o valor a algo que mal dê para pagar uma quentinha de botequim, um grapete e um chokito?
De fato deve se parabenizar os concursados que não precisam passar pela instabilidade inerente à advocacia, que acolhe bem tão somente à muitíssimos poucos. E então os sofismas, mais que falácias, dos aforismos dos "advogados de grife". Advogado bom é o Defensor Público Geral da União que coloca em ofício que o acusado é culpado até que prove documentalmente em contrário, e então negue a defesa no Judiciário?
A propósito, querer transformar o STF em algo privatido de Magistratura Concursada, sonho de muita gente, a questão é o hiato entre o sonho e exequibilidade...
Quanto a Mestrado e Doutorado, quem nunca cursou um afirmará sempre que é besteira, só quem cursou algum em instituição de alto conceito da CAPES, sabe o quanto é difícil.
Para concluir, a lambança que eu citei do Defensor Público Geral da União envolve outra lambança de um outro notório concursado que está "congelada" no Senado, segundo informações, a Advocacia do Senado pegou o processo e colocou uma pedra em cima que não pode andar nem para os lados, nem para frente e nem para trás... Se fosse inepto chutavam a coisa na base do arquivamento por inépcia... Tá fácil de fazer assim? Por que não fizeram? A Lei 1.079/50 no artigo 40, incisos 2, 3 e 4 prevê prazos, e o processo ficar parado desde outubro no Senado...
Recentemente uma docente, demitida ao final do semestre, suscitou em sala de aula que "o STJ definiu que quem decide a bibliografia e a doutrina a ser seguida é a banca, logo a doutrina que ela escolheu e os critérios que ela definiu eram os que valiam para correção da prova".
No mais não sei se choro ou se solto gargalhadas, já me deram dois processos para participar, e o que vi? Acusações baseadas em degravações de escutas telefônicas. Tudo bem. E a replicabilidade da prova? As escutas foram auditadas? A integridade das escutas foram periciadas? Não!
Um "paladino da justiça" que joga para a ignara plebe recentemente num caso famoso negou a entranhar nos autos perícia forense, alegando que não se negou que a voz era dos acusados, ignorando completamente o alvo da perícia, indícios de montagem da gravação.
E o que isso significa?
Num dos processos onde participei, REsp ao STJ, subiu em Juízo de Admissibilidade do próprio TRF, sem agravo. No outro caso, previsível nulidade processual, cerceamento de defesa.
O mais ridículo foram documentos que tenho de doutos membros do MPF defendendo uma posição em relação aos Tratados Internacionais do SIDH, e que ruíram como castelo de cartas recentemente no STF, visto decisão erga omnes de que são normas supralegais, acima de qualquer legislação infraconstitucional.
Do concursado Defensor Público-Geral da União recebi em ofício uma pressuposição de culpa até prova em contrário, estupro da Constituição, em ofício.
Na verdade há duas coisas na cabeça de concursando para cargo público. Primeira, a putativa estabilidade, não protegida pelo § 4º do art. 60 da CF/88
Entretanto não adianta ficar aqui no conjur falando que é o bonitão, porque bonitão por bonitão, eu sou o mais bonitão de todos no mundo.
Por sua vez o argumento é que não se pode aferir, sem enfrentar as alegações expendidas, toda e qualquer manifestação investigando se alguém passou ou não em concurso e, nesse expediente "ad hominen", concluir que é por isso que a pessoa está posicionando-se de tal ou qual forma.
Quem fica investigando isso parece um ginasiano mesmo, é uma tolice infantil de pessoas sem horizontes maiores, sejam axiológicos, sejam de realização. Imagine-se, por exmeplo, Nietzsche pensando em passar em concurso para saber de seu valor. Que imbecilidade!
Desse modo , em vez de proferir asneiras como essa de que alguém "se acha espertalhão", pense no que está falando (!!!) e veja se é isso mesmo, ou se não é porque vc. é um desses de mentalidade colegial, estreita. Ora, basta ler o que disse o Dr. Sérgio e os "ad hominens" ridículos e infantis do tal promotor e Cláudio Renato para entendermos a diferença de quilate intelectual entre o DR. Sergio, eles e quem sabe vc., se continuar nessa linha inculta e precária de avaliação como é a deles.
Nunca num debate me ocorreria ir ver se alguém passou ou não em concurso. Quem faz isso é porque não tem inteligência para avaliar argumentos e enfrentá-los.
Afinal de contas, se achar espertalhão todo mundo se acha. Não adianta fica aqui no Conjur falando: "eu sou o espertalhão mor, e vocês são meus bubalternos em espertalhice" hehehe
Ainda mais nesse ramo do Direito que um se acha mais espertaçhão que o outro hehehehe...
Para mim espertalhão é aquele que passou no concurso porque isso mostra o impenho que a pessoa tem, uma vez que concurso é 99% suor e impenho. Mais vale determinação e devoção do que qualquer outra virtude.
Sim, porque só como "medíocre" posso definir um indivíduo tão hilário que, como um colegial ginasiano, sabe apenas dizer "olhe, ele está falando algo porque não passou e eu passei". O mais engraçado disso é que fala com a aquele ar do denuncismo, ou seja, a idéia de que dá o tom da verdade por mostrar razões subliminares e todo mundo está propenso sempre a identificar no que é subliminar a verdade como se essa residisse sempre no inconfesso. O denuncismo bocó que o Sr. esposa vale-se dessa tendência psicológica viciada das pessoas No caso o Sr. infantilmente denuncia que o fato de não ter passado em concurso é razão oculta da manifestação do Dr. Sérgio; ora, quem faz isso só confirma o quão raquítica é sua consistência intelectual ao não ter mais o que dizer, semelhando um adolescente com espinhas na cara no meio de um bate-boca de escola. O Sr. tem quinze anos de idade ou é impressão minha? Quem desce a tal pobreza de alegação, se funcionário público for, está provando que o concurso realmente não é eficaz, pois caso contrário, passariam nele pessoas capazes de argumentos mais inteligentes
"Concurso não se faz para passar, mas até passar."
Continue estudando que um dia Vossa Senhoria alcança o almejado cargo de Procurador do Município, mas seja humilde, comece lendo as sinopses, pois o Sr. vai precisar e muito. Seu auto-supervalorizado título de mestre na primeira e segunda fase não vale nada. Na prova dissertativa seja conciso e direto, mostre o pouco que sabe sem "embromação" ou sem "encher lingüiça" como comumente faz aqui no Conjur. Por fim, aconselho não chegar com esta soberba na prova oral, do contrário tomará "bomba" de novo.
Uma vez mais abro exceção na regra que me auto-impus de não mais escrever neste espaço dado ser ele uma espécie de álibi democrático da Conjur que, ao mesmo tempo que pode alegar ser aberta a comentários, os esconde numa janela apertada e desintegrada do texto, demonstrando um desprezo velado pelo leitor.
A razão de voltar a escrever é a querela entre o brilhante Sérgio Niemeyer e o membro do MP que serve de medida, como um termômetro, à mediocridade. É incrível mas quase todo funcionário público tem no Estado um espécie de avalista da sua inteligência justamente porque não possui inteligência para se assegurar do valor de nada, inclusive ele mesmo. Passa logo a buscar como parâmetro de qualquer coisa se o sujeito passou em concurso ou não, sendo quase um afásico que nada sabe argumentar senão isso.
O segundo passo dessa conduta hilária é declarar-se ofendido quando simplesmente alguém desnuda o seu nanismo intelectual mediante o debate; nesse caso o ardil é qualificar como ofensa pessoal o que foi simplesmente uma demolição intelectual. O que essa gente precisa é de uma “terapia de apoio chamada espelho”
Apesar das suas palavras desrespeitosas e ofensivas, faço questão de manter a educação e a classe no debate, como, aliás, procedo diariamente no exercício de minhas atribuições.
Lamento que o Sr. não tenha obtido sucesso na carreira pública, já que fracassou nos concursos para os cargos de Procurador do Município e Agente Fiscal de Rendas. Permita-me um conselho, Dr. Sérgio. Não desconte a sua mágoa em terceros. Desejo-lhe prosperidade na advocacia (profissão respeitável e que também admiro).
Sabemos que muitos que frequentam este site, são pessoas curiosas dos assuntos juridicos, embora não advogados.Mas são pessoas que tem bom nivel, e se interessam por saber das coisas.
Se Conjur continuar a enveredar por esse caminho, vai acabar por perder muito de sua credibilidade, e vai ter o destino de Veja, Estadão, que estão perdendo assinantes muito alem do desejavel.
Ha muito, neste espaço, previ essa queda de "audiencia" dos formadores de opinião, gente que procura fatos reais e não "interpretações" da realidade, ao bel prazer ideológico do autor.
Para o bem deste espaço que tem representado um local democratico de debates, que essas observações embutidas, subliminares, deixem de fazer parte da pauta. Caso contrario, verá sua credibilidade despencar, restando a frequencia dos mesmos e óbvios defensores do mesmo tema, do mudar para ficar do jeito que está. Sempre teremos que encontrar por aqui pessoas defendendo Daniel Dantas, que podem ate estar recebendo para isso, mas que o espaço tenha sentido de debate em alto nivel, e não esse verdadeiro berreiro de viuvas de DD, o heroi de 2 bi grampeados pela tal operação Satiagraha, que permitem avaliar corretamente o tamanho do trabalho do Del. Protogenes ao país.
Como sempre, dividindo conosco seus conhecimentos técnicos além debater democráticamente sobre qualquer tema, concordando e discordando, sempre com a ética que lhe é peculiar...
E digo mais,
Nas raríssimas vezes em que teve que se defender, esta sua manifestação de hoje foi um exemplo de capacidade técnica misturada com cultura e clareza!
parabéns, Dr. Niemeyer.
Não me envergonho de nada que fiz na vida. Se pensava que vasculhando-a pode chatear-me, estão redondamente enganado. Podem eviscerá-la, virá-la de cabeça para baixo, porque orgulho-me de ser quem sou, e meu passado é a escola que me deu o que hoje tenho da mais valioso: meu conhecimento. Incomparavelmente superior ao seu.
Não combina com a minha personalidade ser funcionário ou agente público concursado sem a liberdade da advocacia. Deu para entender o que me torna diferente do senhor? Eu não troco a incerteza fascinante da advocacia, que me deixa livre para pensar como quiser e defender as liberdades civis e a democracia sem temer ferir suscetibilidades de pessoas que podem “atrapalhar minha promoção”, para me transformar num acusadorzinho barato cheio de rancor e recalque, como soem ser muitos promotores. É claro, há exceções. (continua)...
Seja homem (ou mulher, se for o caso), seja intelectualmente honesto, ainda que isso lhe exija algum ou muito esforço. Vale a pena. Tenha mais hombridade. Entre no debate sem esse vezo terrificante que impregna os que possuem conhecimento curto e de recortes e usam o discurso atrabiliário para esconder sua própria ignorância. Venha para o debate, eu aceito qualquer desafio. Apresente argumentos bem construídos (fbf). Duvido de que seja capaz. O senhor, perto de mim, é um anão em conhecimento e capacidade argumentativa.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Diretor do Depto. de Prerrogativas da FADESP - Federação das Associações dos Advogados do Estado de São Paulo – Mestre em Direito pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br
Comentários encerrados em 29/01/2009
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.