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Troca de comando

Eleições para a Defensoria da Bahia acontecem dia 27

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 A corrida para a disputa de defensor público-geral da Defensoria Pública do estado da Bahia para o mandato biênio 2009/2011 já começou. A disputa será entre os três candidatos: Raul Palmeira, Ricardo Cláudio Carillo Sá e Tereza Cristina. A ordem dos defensores mais votados na Lista Tríplice será definida após o pleito (27/1) e depois encaminhada para o governador do estado da Bahia Jaques Wagner (PT).

A Defensoria Pública do estado da Bahia conta com 201 defensores. O candidato que receber mais votos dos colegas ficará na primeira colocação da lista, seguido pelos candidatos com votos inferiores. Mas a escolha ficará nas mãos do governador Jaques Wagner. E se a onda de reeleitos continuar como os candidatos a prefeito em todo o país, a eleita será a atual defensora pública-geral Tereza Cristina.

“Espero ser reconhecida pela classe também’, afirma Tereza. A principal bandeira levantada pela defensora é a de dar continuidade ao trabalho desenvolvido nos últimos dois anos. Segundo ela, houve um fortalecimento significativo da classe. Hoje, o número de comarcas, que somavam 21, foi ampliado para 36, assim aumentando o número de defensores consequentemente.

E é por conta desse aumento de defensores que o candidato de oposição Ricardo Cláudio Carillo Sá montou seu discurso. Ele afirma que existe um racha entre os defensores. De um lado os mais novos, do outro os mais antigos. De acordo com ele, os funcionários recém chegados receberam cargos em Defensorias mais importantes dentro do estado. “Nós vamos exigir que os defensores prestem um bom serviço. Vamos também fazer mutirões internos para atender as pendências. O sentido de coletividade tem que voltar. Colega tem que ajudar colega”.

Seguindo a mesma linha de unificação da classe, o defensor Raul Palmeira montou seus planos ser for eleito. Palmeira promete que irá fazer trimestralmente reuniões por região entre os defensores para estipular metas a serem cumpridas até a próxima reunião. “Quero criar o princípio da administração participativa”, disse Palmeira. Outra promessa do candidato é criar uma espécie de call center, onde a população irá agendar, por telefone, um horário com o defensor público. Isso, segundo ele, irá diminuir as filas que existem até de madrugada.

Fazendo um balanço do trabalho e rebatendo críticas dos opositores, Tereza afirma: “Existem erros no meu trabalho, claro. Mas há também uma vontade grande de acertar. Acho que cumpri o meu papel, que era fortalecer a classe.”

 é repórter da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 12 de janeiro de 2009, 15h35

Comentários de leitores

1 comentário

Os carentes deveriam votar e ter o direito de concorrer

daniel (Outros - Administrativa)

Acho que os carentes deveriam ter o direito de votar e de concorrerem aos cargos, caso contrário a Defensoria vira um sindicato de Defensores.

Comentários encerrados em 20/01/2009.
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