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Golpe dos bilhões

Promotoria de Nova York pede volta de Madoff à prisão

A Promotoria de Nova York pediu à Justiça que retire a liberdade condicional de Bernard Madoff e envie o financista à prisão até que seja julgado por fraude no Tribunal do Distrito Sul de Nova York.

Madoff foi preso em 11 de dezembro por ter criado esquema fraudulento que grou prejuízos estimados em US$ 50 bilhões. Depois de pagar uma fiança de US$ 10 milhões, Madoff obteve o direito de responder o processo em liberdade condicional. O financista não pode sair de seu apartamento em Manhattan e teve suas contas bloqueadas.

Segundo as agências de notícias internacionais, os promotores descobriram que Madoff enviou a parentes e amigos objetos como jóias e relógios antigos. O valor dos objetos seria de US$ 1 milhão. Segundo a procuradoria, isso viola as nomras da condicional.

Os artigos teriam sido recebidos pelo irmão de Madoff, um de seus filhos, a esposa deste e um casal nova-iorquino que se encontra de férias na Flórida. Os procuradores alegam que Madoff é um "perigo para a comunidade", porque não respeitou as condições de sua reclusão.

Na segunda-feira (5/1), os promotores pediram a prisão do financista, o que obrigou Madoff a sair de seu apartamento e comparecer no tribunal, mas o juiz Ronald Ellis ignorou o pedido e solicitou que as alegações fossem apresentadas por escrito.

O advogado de Madoff, Ira Sorkin, disse à Justiça que os objetos foram enviados inocentemente e sem violar os termos da prisão domiciliar. A decisão sobre a condicional deve ser tomada na quinta-feira (8/1).

Revista Consultor Jurídico, 8 de janeiro de 2009, 0h00

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