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Texto sobre liberdade provisória é o mais lido na ConJur

O texto mais acessado desta semana na revista Consultor Jurídico foi sobre a possibilidade de liberdade provisória para acusados por tráfico de drogas. Desde que foi publicado, no dia 26 de dezembro, o texto foi acessado por dois mil leitores.

O ministro Celso de Mello entendeu que, mesmo com a Lei de Drogas (11.434/08) prevendo o contrário, o acusado de tráfico de entorpecentes tem direito a liberdade provisória. Segundo o ministro, proibir a concessão da liberdade é ofender os princípios constitucionais da presunção de inocência, da dignidade da pessoa humana e da proporcionalidade. Por isso, entendeu que a proibição é inconstitucional.

Na semana de 26 de dezembro a 2 de janeiro, a ConJur recebeu 107 mil acessos, aponta mediação do Google Analytics. O dia 26, contudo, bateu recorde de visitas: recebeu 54 mil acessos. Sendo que 70 vieram de Portugal.

A segunda notícia mais lida da ConJur, com 1,8 mil acessos, trata de mais um caso envolvendo o banqueiro Daniel Dantas. A revista reproduziu texto do colunista Janio de Freitas, da Folha de S.Paulo, que diz que além da Abin, um cinegrafista da TV Globo também trabalhou na operação para caçar o banqueiro. A operação fora conduzida pelo delegado da Polícia Federal, Protógenes Queiroz.

Segundo o jornalista, um cameraman da Globo foi identificado como o autor da gravação de reunião no qual participaram os delegados Protógenes Queiroz e Victor Hugo, o empresário Hugo Chicaroni e o ex-diretor da Brasil Telecom, Humberto Braz. O encontro aconteceu no dia 18 de junho deste ano no restaurante El Tranvia, em São Paulo.

Nova ordem mundial

A entrevista com o professor Oscar Vilhena Vieira também chamou atenção dos leitores da ConJur. Em terceiro lugar no ranking das mais lidas, recebeu 1.715 acessos. Ele falou da relação entre o Direito e o desenvolvimento econômico, que foi tema de estudos que culminaram na criação de um programa de Mestrado na escola Direito GV, sob sua coordenação.

Durante a entrevista, ele discutiu, ainda, a posição da advocacia nos grandes debates, a importância de instituições sólidas para um país e do Judiciário no Brasil de hoje.

Outros destaques da ConJur


  • Opportunity diz que Dantas teve prejuízo com fusão das teles
  • Legislativo produziu leis demais com qualidade de menos
  • Projeto de cibercrimes e CPI da Pedofilia marcaram o ano
  • Direito Eleitoral não evoluiu tanto quanto deveria
  • Depois de Lacerda, número 2 da Polícia Federal também cai
  • CPI irá investigar se novo cargo de Lacerda foi premiação

Leia os 10 textos mais acessados da semana

Excesso legislativo — Lei que proíbe liberdade provisória é inconstitucional.

Trabalho em equipe — Repórter filmou reunião de assessores de Dantas.

Nova ordem mundial — Advogado é peça-chave para o desenvolvimento do país .

Advocacia pública — Defensoria de São Paulo abre inscrições para concurso.

Minocarthismo — Ideologia é papel de embrulho em campanha de jornalistas.

Direito do devedor — Banco não pode usar conta-salário para saldar empréstimo.

Pressão superior — Juízes sofrem patrulhamento ideológico de suas decisões.

Estado de Direito — Para Marco Aurélio, país não vive sob Estado policialesco.

Grampos telefônicos — MP-SP mostra a que ponto chegou banalização das escutas.

Mais repercussão — Dano é maior se atinge pessoa do interior, diz TJ-RJ.

Revista Consultor Jurídico, 3 de janeiro de 2009, 13h20

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