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Marília Scriboni
Estado deve garantir separação da Igreja mesmo contra demanda da maioria
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Aceite os meus parabéns pela sua, inteligente e correta, exposição ! ! !
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Entretanto, lamento informar-lhe, que o Amigo, já está sentenciado de IGNORANTE ou FANÁTICO , de acordo com os poderes absolutos e irrevogáveis do Sr. Raul Haidar ! ! !
Pilatos, no Tribunal, apontou e declarou Jesus, o Nazareno, como inocente, mas lavrou sentença de morte contra ele e o pregou na cruz.
A partir desse fato, a imagem do crucificado tornou-se o escárnio da potentosa Justiça humana.
Com certeza, conhecendo bem o paradoxo da Justiça injusta do Estado, Zveiter livrou o judeu de Nazaré de continuar sofrendo, na imagem presente no Tribunal do Rio de Janeiro, o perpétuo vilipêndio de ser o inocente aclamado, mas crucificado pela sentença iníqua de uma Justiça sempre incoerente, que o tempo só faz mudar de cara e retórica.
Os livros tidos como sagrados foram escritos em determinados contextos historicos e não podem ser interpretados literalmente. O holocausto é um fato histórico, ainda quem um bispo "cristão" o negue. As cruzadas foram uma sucessão de crimes promovidos por "cristãos". O genocídio dos armênios é obra de turcos, que usaram o nome de Deus (Allah) para isso. O terrorismo "islâmico" é coisa de fanáticos a serviço de terceiros. Não se pode confundir o verdadeiro com o falso. Tenho amigos judeus e muçulmanos e tratamo-nos como irmãos. Minha mãe era italiana, católica (cristã) fervorosa,assim como minha mulher. Meu pai era cristão maronita, como a mãe dele, mas o pai dele era muçulmano. Sou cristão e católico, minhas 3 filhas também. Respeitamos as pessoas, mesmo os ignorantes.As ultimas palavras de Cristo foram de perdão aos ignorantes. Não me atormenta a cruz ou a estrela de Davi ou qualquer simbolo. Atormentam-me a intolerância, a ignorancia, o fanatismo. Mas isso tem cura: leiam alguma coisa. Pode ser a revista Super Interessante (Ed. Abril) que fala na lavagem cerebral das religiões ou a Leituras da Historia (Ed. Escala)que trata dos genocidios e das religiões. Quem não tiver o hábito da leitura, vá ao cinema. Comece vendo "As Invasões Bárbaras", do diretor canadense Denis Arcand.
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Ai do Cristão que tentar mudar os símbolos tradicionais, culturais ou religiosos, por exemplo, das nações árabes ou hebraicas ! ! !
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Experimente, por exemplo, publicamente, não acreditar no "holocausto", do modo que os judeus o dimensionam ou viver em país árabe, muçulmano, e ridicularizar os símbolos de Maomé , como os símbolos cristãos estão sendo tratados, aqui no Brasil, pelos não Cristãos !!!
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Não é verdade que o judeu e o árabe tratam o Cristão como irmão ou o considerem como igual ! ! !
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Quanto ao "fanatismo e intolerância e assassinatos por motivos religiosos", é brincadeira, tentar comparar os Cristãos aos judeus e árabes, tanto no passado como no presente ! ! !
Comentários encerrados em 8/03/2009
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