Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Homem do Palace II

Sérgio Naya morreu nesta sexta-feira na Bahia

O ex-deputado federal Sérgio Naya foi encontrado morto, por volta das 16h da tarde desta sexta-feira (20/2), em um quarto do hotel Jardim Atlântico, em Ilhéus, na Bahia. Segundo o médico que o atendeu, mencionado no site do jornal O Estado de S. Paulo, a provável causa da morte foi um enfarte. O corpo de Naya foi encaminhado ao IML da cidade, onde aguarda a chegada dos familiares, informa também o portal da revista Veja.

Naya era proprietário da empresa Sersan, responsável pela construção do edifício Palace II, na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense. O imóvel desabou no dia 22 de fevereiro de 1998, provocando a morte de oito pessoas e deixando ainda 120 famílias sem moradia.

De acordo com reportagem da Veja, o laudo técnico feito posteriormente apontou erro de cálculo na obra. Um dos pilares do edifício estava danificado, outros dois precisavam de reforço e a obra tinha sido feita com material reaproveitado e de baixa qualidade.

No processo cível que se seguiu, Naya foi condenado a pagar R$ 60 milhões de indenização para as vítimas. Ele chegou ainda a ficar 27 dias preso, mas foi em seguida considerado inocente no caso. O então deputado teve todos os bens bloqueados e alguns leiloados. No entanto, a quantia referente às vendas só foi suficiente para pagar, em parcelas, 15% do valor da indenização estipulada pela Justiça.

Ainda de acordo com o texto, após o desabamento do Palace II, Naya teve o mandato cassado por quebra do decoro parlamentar, no dia 15 de abril de 1998. O placar da votação secreta foi de 277 votos pela cassação, 20 além dos 257 necessários; 163 deputados foram contrários à punição.

Em fevereiro de 2008, o Ministério Público Federal denunciou o ex-deputado à Justiça Federal pelo crime de fraude de execução fiscal. Ele chegou a passar 106 dias na cadeia, acusado de falsidade ideológica e falsificação de documentos públicos.

Revista Consultor Jurídico, 20 de fevereiro de 2009, 19h47

Comentários de leitores

2 comentários

ja foi tarde

hammer eduardo (Consultor)

Infelizmente mais uma vez sem a menor margem de discussão ficou provado que a unica justiça que realmente funciona continua sendo a "divina" pois convenhamos que em vista do que este verme apodrecido causou a milhares de pessoas , não sofreu praticamente nada.
Lembremos aquela lapidar frase dele quando disse que , " - no Brasil a verdadeira justiça esta no canhoto do meu talão de cheques....". No minimo bastante preocupante esta afirmação que papo vai , papo vem , terminou ocorrendo exatamente desta forma.
Faço votos que o CAPETA receba este desgraçado com um caldeirão aceso , de preferencia forrado de teflon para que suas partes apodrecidas e imundas não estraguem o caldeirão para sua utilização futura.
Ja vai tarde , e bota tarde nisso. Ate hoje , ONZE ANOS DEPOIS daquele absurdo , ainda temos Vitimas morando em hoteis , morando de favor e "aguardando" decisões definitivas desta nossa Justiça??????de fancaria que em ultima analise termina ajudando e muito VAGABUNDOS deste calibre ou similares.Nesta horas lembro de uma camiseta que era comercializada pelo extinto jornal PASQUIM e que simbolizava bem a nossa realidade, ela trazia os seguintes dizeres: " - Eta povinho bunda.....". Pois é , se voltassem a vende-la , certamente Eu compraria algumas sem medo de errar na compra. Que nojo!

INFERNO

Armando do Prado (Professor)

Que esse canalha seja imediatamente internado nos quintos do inferno!

Comentários encerrados em 28/02/2009.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.