CNJ abre processo contra juíza que prendeu menor com homens no Pará

18/02/2009 01:04Sandro Couto (Auditor Fiscal)Congratulações
Parabéns ao CNJ que corrigiu a absurda INJUSTIÇA que o TJ-PA fez ao decidir pelo arquivamento da sindicância. São com atos deste naipe que o CNJ poderá ajudar o Judiciário a recuperar sua imagem, infelizmente, já bastante abalada por muitas notícias negativas de todos os matizes e não apenas por erros grosseiros e imperdoáveis como esse. Repito, imperdoável, pois pela desídia e descaso da autoridade judiciária, que seria a principal garante dos direitos individuais da adolescente presa e que, portanto, deveria velar pela estrita observância de tais direitos por todas as demais autoridades envolvidas no episódio, foi justamente quem deu o aval para que tal absurdo continuasse a ocorrer com tremendo prejuízo para a adolescente infratora. Assim como fiquei feliz com esta decisão do CNJ, ficarei feliz quando ver o desfecho deste caso com a punição adequada sendo aplicada em tal magistrada, pois assim saberemos que os juízes deverão ter mais responsabilidade em sua prestação jurisdicional e, certamente, o farão com mais cautela do que neste caso lamentável.
12/02/2009 14:15OMERTÀ (Outros)Vindo de onde vem...
Boa parte da nação ficou estarrecida e indignada quando tomou ciência do ocorrido no Estado do Pará.
Todavia, quanto à rejeição de abertura de processo administrativo disciplinar face à indigitada juíza pouco foi dito.
Morei por três anos em terras amazônicas e digo sem medo de ferir os brios das autoridades de lá: ô terrinha sem lei...
Alhures, em matéria de respeito aos direitos humanos (direitos dos indivíduos da espécie humana) o Pará não é exemplo nem para Guantanamo (...)
Que recebam esse tipo de comentário até que façam algo de efetivo para corrigir tal fama.
Salve o CNJ e por favor, divulguém aqui o resultado disso tudo.
Marcelo Alves Stefenoni
12/02/2009 14:14OMERTÀ (Outros)Vindo de onde vem...
Boa parte da nação ficou estarrecida e indignada quando tomou ciência do ocorrido no Estado do Pará.
Todavia, quanto à rejeição de abertura de processo administrativo disciplinar face à indigitada juíza pouco foi dito.
Morei por três anos em terras amazônicas e digo sem medo de ferir os brios das autoridades de lá: ô terrinha sem lei...
Alhures, em matéria de respeito aos direitos humanos (direitos dos indivíduos da espécie humana) o Pará não é exemplo nem para Guantanamo (...)
Que recebam esse tipo de comentário até que façam algo de efetivo para corrigir tal fama.
Salve o CNJ e por favor, divulguém aqui o resultado disso tudo.
Marcelo Alves Stefenoni
12/02/2009 11:20RCOBF (Servidor)E contra o(a) membro do MP?
Não houve também um(a) representante do Ministério Público que fingiu não ter visto a adolescente presa com os apenados? O CNMP também deveria tomar providências a respeito.

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