Ministro Jorge Felix admite que Abin fez grampo ilegal, revela Veja

11/02/2009 10:34Marco (Engenheiro)Leitores alfabetizados
Será possível que o Conjur acredita que seus leitores sejam analfabetos?! É o que parece. A começar pelo título da matéria:
"Ministro Jorge Felix admite que Abin fez
grampo ilegal, revela Veja".
Não há no corpo da reportagem nada que confirme a afirmação do título. Há apenas a informação de que o Ministro imputa a algum servidor da Abin o vazamento da afirmação de que o grampo teria sido feito pela Abin, e não que o mesmo ministro teria reconhecido que a Abin teria feito algum grampo ilegal. Percebem a diferença.
A revista "Veja" manipular informação, já não é novidade. E o Conjur, vai no mesmo caminho?
Em tempo: por que será que a "Veja" não libera o audio do suposto "grampo" no STF, cuja existência ela mesma divulgou e cujo audio ela sempre escondeu?
Nem todos somos otários.
9/02/2009 10:57Mauro (Professor)repique
Então Veja repica IstoÉ e Conjur repica Veja. E o blá-blá-blá continua. Até agora só falatório, mas nenhuma prova. Inclusive o próprio Gilmar Mendes responsabilizou a Abin sem ter uma provinha sequer.
Lamentável.
8/02/2009 15:07Ramiro. (Advogado Autônomo)O MPF estará com rabo preso?
As informações que postarei aqui são todas fáceis de serem verificadas a legitimidade.
Há um processo no Senado nº. 011983/08-6 contra o Procurador-Geral da República, denúncia por várias violações de artigos da Lei 1.079/50. O interessante é que o processo está na Advocacia do Senado desde primeira quinzena de abril de 2008. Não arquivaram, ao contrário da denúncia contra o Ministro Gilmar Mendes, inépcia de plano, esta vem sendo guardado. Como publicaram em outro veículo, parece que no país dos rabos presos o Senado, que todos sabem como o Executivo controla ampla maioria, parece que conseguiu amarrar o rabo do MPF, ao menos amarrar o rabo do Procurador-Geral da República, o que suscita legítima dúvida de por que razões em casos como estes o MPF parece não apenas mal ou não investigar, como até torna mais plausível as versões de o MPF sabotar as investigações que afetem interesses do Governo.
Caro Professor Amando do Prado, fala tanto de fascismo, se tem amigos em Brasília poderia ler uns documentos do Procurador-Geral da República e do Defensor Público-Geral da União que estão no processo no Senado, e então poderá ver que se não é fascismo, pode ser técnicas da STASI, da extinta Alemanha Oriental.
Fato, a ABIN afirmou que não existiam maletas para grampos, e depois foi provado que há maletas para grampo de celulares como para grampos, via escuta por raio laser infravermelho, escutas ambientais. E que tal tecnologia só é vendida com autorização dos Governos do país que vende e do país que compra.
Para concluir, visto o processo no Senado, visto atingir o Planalto, visto que o Senado pode votar o processo contra o Procurador-Geral a qualquer momento, visto a inércia do MPF diante de casos como este, há uma lícita dúvida...
8/02/2009 14:40Armando do Prado (Professor)Fascismo
Quando Veja está no meio, claro está que o fascismo avança. Ondes estavam essas figuaras de 64 até 85 do século passado?
7/02/2009 19:10Marcondes Witt (Auditor Fiscal)Época informou isto em novembro de 2008
Disponível em http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17273-15223-2,00-A+JOGADA+DE+TARSO.html
[...]
Na manhã da quinta-feira, os funcionários da Abin foram chamados ao auditório para ouvir o chefe, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Jorge Armando Felix. Felix deslocou-se do Palácio do Planalto até a Abin para falar a seus comandados sobre as providências adotadas na crise com a PF. Como se estivesse conversando com um confidente, pediu segredo à multidão de cerca de mil arapongas presentes e contou, em tom solene: “Já descobrimos quem foi que passou”.
O que Jorge Felix disse saber é o nome de quem teria divulgado uma conversa entre o presidente do STF, Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), supostamente grampeada por gente da Abin. O episódio levou Gilmar a pedir ao presidente Lula o afastamento de Lacerda. A platéia reagiu com surpresa à fala do general. Até agora, não se sabia que as investigações em curso tinham chegado a algum resultado. A apuração da PF sobre o suposto grampo está praticamente na estaca zero. Dois meses e meio depois, a PF não sabe dizer nem sequer se houve grampo. Para o ministro Felix, saber quem passou a informação à imprensa é importante para elucidar o jogo de interesses por trás do escândalo.
A suspeita, que Felix trata como certeza, recai sobre Nery Kluwe de Aguiar Filho, presidente da Associação dos Servidores da Abin (Asbin), o sindicato dos arapongas. Kluwe dirige a associação desde que ela foi criada, em 2002. [...]
7/02/2009 18:17Marcondes Witt (Auditor Fiscal)Época informou isto em novembro de 2008
Disponível em http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17273-15223-2,00-A+JOGADA+DE+TARSO.html :
[...]
Na manhã da quinta-feira, os funcionários da Abin foram chamados ao auditório para ouvir o chefe, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Jorge Armando Felix. Felix deslocou-se do Palácio do Planalto até a Abin para falar a seus comandados sobre as providências adotadas na crise com a PF. Como se estivesse conversando com um confidente, pediu segredo à multidão de cerca de mil arapongas presentes e contou, em tom solene: “Já descobrimos quem foi que passou”.
O que Jorge Felix disse saber é o nome de quem teria divulgado uma conversa entre o presidente do STF, Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), supostamente grampeada por gente da Abin. O episódio levou Gilmar a pedir ao presidente Lula o afastamento de Lacerda. A platéia reagiu com surpresa à fala do general. Até agora, não se sabia que as investigações em curso tinham chegado a algum resultado. A apuração da PF sobre o suposto grampo está praticamente na estaca zero. Dois meses e meio depois, a PF não sabe dizer nem sequer se houve grampo. Para o ministro Felix, saber quem passou a informação à imprensa é importante para elucidar o jogo de interesses por trás do escândalo.
A suspeita, que Felix trata como certeza, recai sobre Nery Kluwe de Aguiar Filho, presidente da Associação dos Servidores da Abin (Asbin), o sindicato dos arapongas. Kluwe dirige a associação desde que ela foi criada, em 2002. Gaúcho, de 55 anos, formado em Direito e Administração, ele é um espião experiente. [...]
7/02/2009 17:24Republicano (Professor)general
O general deve ler o inciso XXXV, artigo 5º, da CF, pois, na democracia nada deve ficar sem o controle judicial. O "livrinho", ministro, deve ser lido e praticado.

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