Medo de investigações mobiliza parceiros de Protógenes Queiroz

8/02/2009 10:22Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)Medo da verdade mobiliza os interessados na mentira isso sim
Elementar meu caro Watson. Trata-se de uma investigação que pode desvendar o que a operação Rabo Preso, digo Satiagraha, já desvendou a partir de horas e horas de gravações devidamente indexadas que o ex.banqueiro Daniel Dantas - o mala preta das privatarias neo liberais, digo liberou geral, de FHC e seus 400 sanguesugas - deixou no apê no RJ.
O Delegado Protógenes viu que "aquilo" não poderia vir a público porque por muito menos defenestraram o coitado do Collor que tinha uma mala preta, digo, "operador" muito chinfrim...
Eu diria que o valoroso e genial delegado Protógenes deve estar dando boas gargalhadas, como eu.
Esse caso do abrigo do assassino e terrorista é só para o Exmo. Gilmar Mendes resgatar um pouco a imagem prejudicada com o caso Daniel Dantas, que disse ameaçõu contar tudo se o mantivessem preso. Daí eu sugerir que o nome da oepração devia ser Rabo Preso. O não menos valoroso Juiz Fausto de Sanctis também é muito espirituoso e perspicas como Pontes de Miranda, com toda serenidade, sobriedade e cautela.
Por outro lado vão fazer do jovem Toffoli ministro do Supremo, o mais jovem de toda a história, que lindo! Com certeza toda comunidade jurídica, principalmente o recem empossado presidente do TJ-RJ, Des. Luiz Zveiter, preferem o ministro e jurista e magistrado sábio e experimentado nas lides e julgamentos, César Asfor Rocha. Viram? Vasos comunicantes como na física!
8/02/2009 02:00dinarte bonetti (Bacharel - Tributária)antes e depois
Esta dando o obvio. Daniel Dantas foi investigado por bandidos. A destruição da reputação de Protogenes está indo muito bem.
A policia federal sente saudades dos velhos tempos, antes de Protogenes e Paulo Lacerda, aonde realmente as coisas "funcionavam", de acordo com as "Leis".
Quando poderemos ter um país sério, livre de tanto escarnio que massacra a ética?
A cara de pau prevalece. Mas a quem pensam que estão enganando?
Logo teremos análises consistentes de todo esse lamentavel episodio, aonde os poderosos sempre se saem bem e vitoriosos. E poderemos então ao menos ver um Dr. Paulo Lacerda e um Dr. Protogenes, reconhecidos como verdadeiros cidadãos brasileiros.
7/02/2009 22:30amigo de Voltaire (Advogado Autônomo - Civil)CORAGEM
Quem vencerá essa batalha fundamental para o estado de direito? Quanta podridao devidamente varrida para baixo do tapete por membros do MPF e TRF 3a.. Meus parabéns ao Juiz Mazloum pela coragem e pela clareza na luta pela verdadeira democracia, coisa que esses afiliados do totalitarismos concursados jamais compreenderao. Isso tem a cara dos stalinitas implantados no governo da patria mae gentil, o que nao dá para aceitar é a participacao de membros de poderes que deveriam zelar pela dfesa dos mais basilares princípios. Quanta sujeira! Quanta podridao! Parabéens Juiz Mazloum!
7/02/2009 22:28amigo de Voltaire (Advogado Autônomo - Civil)CORAGEM
Quem vencerá essa batalha fundamental para o estado de direito? Quanta podridao devidamente varrida para baixo do tapete por membros do MPF e TRF 3a.. Meus parabéns ao Juiz Mazloum pela coragem e pela clareza na luta pela verdadeira democracia, coisa que esses afiliados do totalitarismos concursados jamais compreenderao. Isso tem a cara dos stalinitas implantados no governo da patria mae gentil, o que nao dá para aceitar é a participacao de membros de poderes que deveriam zelar pela dfesa dos mais basilares princípios. Quanta sujeira! Quanta podridao! Parabéens Juiz Mazloum!
7/02/2009 21:02Dr. Luiz Riccetto Neto (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Sempre as mesmas !
Se não acreditasse em coincidências, até imaginaria haver uma associação entre as procuradoras regionais Ana Lúcia Amaral e Luiza Cristina Fonseca Frischeisen para prejudicar o juiz federal Ali Mazloum, o que quer crer não ser o caso. Ocorre que semelhante modus operandi usaram contra este advogado, em represália ao ter requerido a apuração de fatos praticados por essas e outra procuradora que, em tese, se vestem nos arquétipos dos crimes de formação de quadrilha, falsidade ideológica e prevaricação (proc. nº 2008.61.81.004085-2). Em tal represália, também houve a participação do procurador Roberto Antonio Dassié Diana, que até já foi representado criminalmente por agir de forma díspar contra contribuinte denunciado pelas referidas procuradoras (proc. nº 2008.03.00023781-1). Coincidência ou não, foram essas mesmas procuradoras que pediram ao chefe da procuradoria para serem designadas para atuar contra um juiz federal que, segundo ele afirma, tinham a intenção de resgatar fitas de interceptação telefônica em seu poder, que ligavam influentes integrantes do governo do PT ao homicídio do prefeito de Santo André (2003.03.0065344-4). Finalmente, não se pode ignorar que a Operação Satiagraha foi gerada numa vara “especializada” sem a observância dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade, pelo comando do TRF-3, que é integrado de forma diversa ao que estabelece o art. 93, inc. XI da CF (STJ, sd. 150). E enquanto tudo isso acontece, em fim de mandato, os dirigentes da OAB/SP ainda procuram entender o art. 44, I e 59 da Lei nº 8.906/94. Para o bem da justiça, que o corajoso Ali Mazloum não cogite como o mestre RUY BARBOSA, sobre: "desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto"
7/02/2009 19:34Lúcida (Servidor)Carpideiras
Quantas viúvas do tucanato há aqui! Tanto nas matérias quanto nos comentários.
7/02/2009 17:58Renato Carlos Pavanelli (Advogado Autônomo)Caso ABIN, Delegado Protógenes, MPF, Politicos Etc.
Prezados.
Realmente o CONJUR ao menos mostra a parte imunda de órgãos do governo, delegados, políticos, MPF e outros controladores do poder, atualmente senhor Lula e PT.
7/02/2009 15:35Sunda Hufufuur (Advogado Autônomo)A KGB anacrônica do Brasil
Lamentavelmente o espaço desses comentários, desvalorizado pela sua atual conformação no site, não me inspira a comentar. Não obstante, o teor contundente dessa notícia, somado ao arrazoado demolidor do Dr Sérgio Niemeyer condenam o silêncio.
Ganha novo capítulo a perseguição ao juiz Mazloum perpetrada desde a sua inclusão, mediante denúncia inepta, no processo relativo à operação Anaconda, no qual foi inocentado. Nunca ninguém poderá provar, mas, para mim seu primeiro “crime” foi ter absolvido Luiz Estevão.
Agora estamos diante de um caldo comprometedor para o Estado Gendarme intestinamente presente no projeto lulista, que só na embalagem difere do eixo Fidel-Chavez-Castro.
Contaminados doutrináriamente MP e Judiciário aceitam maquinar ao arrepio das garantias constitucionais pelas quais, muito contrário, deveriam empenhar o seu zelo defensor.
De fiscais da lei ou encarregados de dizer o Direito alguns desses passam a corifeus da penumbra policialesca na qual cometeu-se toda sorte de abuso totalitário.
A possível adesão de juízes e promotores a tais ilegalidades da gendarmaria que vulneram o Estado Democrático de Direito, as admitindo como instrução num processo legal e ainda militando pelo seu ocultamento atesta o despreparo cultural possibilitando um vergonhoso maniqueísmo fundamentalista de esquerda.
Agradece-se à Conjur (tss....eu elogiando o Chaer..ahahahaha) pelo empenho e coragem de não deixar tais atos passarem inadvertidos mormente quando a caixa de pandora do intuito esquerdista parece estar a um passo de ser aberta revelando como, num misto de Gestapo e KGB, pode estar atuando um governo na sombra da democracia.
7/02/2009 15:28Chris (Bancário)Aos cegos e aos loucos
Enquanto peça de ficção esta matéria é de uma qualidade inequivocadamente perfeita! O enredo, a trama, a polêmica, o jogo, a disputa, enfim... roteiro Ritchcockiano! Voltando a realidade, alguem por acaso percebeu o quão informado, o quão senhor dos passos dados e os que virão a ser que esse Jornalista possui? "Fontes boas". Por outro lado, lembram do Mazloum? Não?!! Lembram do Rocha Matos? É da época! Finalizando - para não ficar enfadonho - há uma necessidade prévia dos comandados por Daniel Dantas e do próprio, naturalmente, em que o foco da operação satiagahra (é assim que se escreve?) saia da "lupa" - comandados?, sim, jornalistas, deputados federais, senadores, a caterva milionária do Centro-Sul do País, que emitiam e emitem dinheiro sujo ao exterior, para em seguida "esquentá-los", setores do judiciário e do executivo. A operação "abafa" tem componentes dos dois lados. Não venham com esta conversa em dizer que só o executivo está "agindo" neste sentido. Não lembram da Ellen Gracie? Pois é, "sentou" em cima do processo por anos acerca da quebra do sigilo do "disco rígido" da Operação Chacal. Saberm quem era e é o investigado? O DD! O Daniel Dantas! Aos incautos, leiam. Aos descuidados, ao inferno. Aos que fizeram esta reportagem, da forma posta me leva a crer em total dependência do acusado DD.
7/02/2009 11:07Sérgio Niemeyer (Advogado Autônomo)Abuso de poder; essa é a tendência humana...(1)
Charles-Louis de Secondat, senhor de La Brède, Barão de Montesquieu, já firmava, no século XVIII, que todo aquele que detém algum poder em suas mãos tende abusar dele. A Constituição Federal de 1988 conferiu mais poder ao Ministério Público. O resultado não poderia ser outro: alguns membros desse órgão têm a tendência a abusar desse poder. É o que se depreende da notícia.
Porém, é inadmissível permitir tal abuso. O que se verifica com a notícia é os procuradores e procuradoras da república mencionados, consorciaram-se com alguns juízes e juízas federais para impor suas vontades, o modo de administrar a justiça que lhes parece mais acertado, ainda que isso significa fazê-lo ao arrepio da lei. E quando alguém, seja juiz, seja advogado, se lhes opõe resistência ou crítica acerba por tal conduta, partem para o ataque odioso, covarde, vil, consistente na disseminação de contrainformações, isto é, informações falsas cujo conteúdo foi propositalmente escolhido para contradizer aqueles que decorrem da colheita de evidências capazes de comprometer e denunciar-lhes o “modus agendi” pervertido. Fazem isso porque têm plena consciência de que abusaram do poder em que estão investidos e não querem ser denunciados para a sociedade como vilões, já que sempre justificaram os abusos no “nobre” motivo de “proteger a sociedade”. Numa palavra, para exercer suas funções arvorando-se em paladinos do bem contra o mal, não medem esforços nem consequências e para essas pessoas os fins justificam os meios. Exatamente o que foi rechaçado pelo Ministro Cezar Peluso em sua monumental entrevista, apesar da crítica que lhe dirigi.
(CONTINUA)...
7/02/2009 11:06Sérgio Niemeyer (Advogado Autônomo)Abuso de poder; essa é a tendência humana...(2)
(CONTINUAÇÃO)...
As represálias, as retaliações, empreendidas por esse grupo de pessoas consistem em colocar a espada da ação criminal sobre a cabeça dos seus opositores, abusando, com isso, do domínio da legitimidade para a ação criminal. Ora, isso é no mínimo imoral. Mas o pior é que tais ações, como a que a notícia informa, sempre fundadas em uma afetada hipersensibilidade e/ou forçado melindre para fundamentar a prática de calúnia, injúria e difamação, são julgadas por juízes federais, muitas vezes comprometidos com essa legião de “templários” brasileiros, o que significa condenação certa: prejulgamento. Quando o juiz não é um integrante do grupo passa a sofrer pressões e ameaças dos membros deste para proferir sentença condenatória e invariavelmente cede a tais pressões porque não quer, ele próprio, ser vítima das atrabiliária retaliações e represálias, bem como também não quer criar qualquer embaraço para sua carreira ou promoções futuras. Condenar sempre se afigura a solução mais fácil, menos problemática, já que é um ato jurisdicional e a parte condenada dificilmente poderá fazer qualquer coisa contra o juiz, enquanto absolver, bem, isso pode transformar-se num pesadelo para o juiz por ter contrariado os interesses desse grupo de magistrados e procuradores da república que odeiam advogados (principalmente) e todos os que se coloquem contrariamente a seus desígnios. Não sabem lidar com o princípio democrático da oposição.
(CONTINUA)...
7/02/2009 11:05Sérgio Niemeyer (Advogado Autônomo)Abuso de poder; essa é a tendência humana...(3)
(CONTINUAÇÃO)...
Até quando a comunidade jurídica terá de aguentar isso? Até quando o STF, o CNJ e o Congresso Nacional vão tolerar esses abusos? Veja-se o caso que envolveu o combativo advogado Dr. Luiz Riccetto Neto, muitas vezes noticiado no Conjur, que representou a Presidente do TRF-3 e mais duas procuradoras da república, entre as quais Ana Lúcia Amaral, no STJ e no CNJ, salvo engano. Haja vista ainda o meu próprio caso, em que um dos juízes que integra este grupo, consorciou-se com a procuradora da república que atuou no processo em que fui defensor, para criar o ensejo de representar-me a fim de que outro procurador da república me denunciasse por calúnia, injúria e difamação, a despeito da IMUNIDADE constitucional e legal que garante ao advogado proteção para não ser punido pelas palavras proferidas no exercício da profissão. Ah, vão correr a dizer: “essa imunidade é relativa, já o disse o STF”. Tudo bem, aceito o argumento, mas a imunidade ainda é a regra. A relatividade afirmada pelo STF constitui exceção, por isso que nela não se pode alocar tudo, sob pena de assim revogar a regra, revogar a proteção.
(CONTINUA)...
7/02/2009 11:04Sérgio Niemeyer (Advogado Autônomo)Abuso de poder; essa é a tendência humana...(4)
(CONTINUAÇÃO)...
O problema é a desonestidade intelectual como a exceção é utilizada, pois o fazem para degradar a regra em exceção, senão simplesmente eliminá-la deixando apenas a exceção como única manifestação possível da norma jurídica.
Tudo isso mostra a urgente necessidade de rever a disciplina das atribuições do Ministério Público, quando menos da extensão dos seus poderes, bem assim rever os critérios de recrutamento, à medida que a avaliação apenas do conhecimento técnico específico demonstra não ser capaz de permitir qualquer avaliação da vocação da pessoa para ter em suas mãos tanto poder. Critérios de avaliação da vocação são importantes para minimizar, já que eliminar nunca será possível, os abusos de poder que se têm verificado em juízes, promotores, procuradores da república, delegados de polícia.
O amadurecimento de nossa democracia pressupõe a redução a um nível controlável de todo abuso de poder.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Diretor do Depto. de Prerrogativas da FADESP - Federação das Associações dos Advogados do Estado de São Paulo – Mestre em Direito pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br
7/02/2009 10:16Luiz P. Carlos (((ô''ô))) (Comerciante)SEGURANÇA INSTITUCIONAL ESTA EM CHEQUE TODOS NÓS SABEMOS...
... IMAGINE O JUIZ De Sanctis , ABIN & PF !
A ABIN esta respaldada pela constituição para agir em face de risco a segurança institucional e nacional, portanto nessa parceria com a Policia Federal apenas cumpriu a sua função de investigar sob tais interesses. Ocorre que as autoridades envolvidas não querem vestir a carapuça de que no mínimo são suspeitos de fazer parte desse esquema de Habeas Corpus, dessas negociatas e arrumadinhos em troca de favores cerceando e cercando a lebre em favores pessoais, enchertando a Carta Magna de 1988. Vendilhões da pátria, INSERIDOS PODRES PODERES, estruturados numa quadrilha de cooptadores que cresce dia a dia em face da impunidade, sem uso de espionagem e grampos não chegaríamos a lugar algun, salvaguardando os interesses dessa imensurável quadrilha que se apoderou da nação.
Onde os “Capôs de tuti los Capôs” sequer podem ser algemados, julgados pelos seus pares e parceiros. Uma nação onde queimaram a imagem, a moral e acabaram com o poder das forças armadas, das legitimas policias, em detrimento das Guardas Municipais, das Milícias e seguranças particulares armadas e blindadas. Onde o Curral Eleitoral virou norma padrão, feudos amordaçados e consentidos por esse PODER
7/02/2009 01:50B M (Outros)"Caixa Preta do Protógenes"
Me causa surpresa o Ministério Público se posicionar contra a elucidação do episódio Protógenes que, conforme fortes indícios, agiu como se estivéssemos na vigência do AI-5.
7/02/2009 00:31LEGISLEX (Procurador da Fazenda Nacional)Um Pais Surreal
O Brasil realmente é um país surreal. É um país onde a se busca acuar os investigadores em vez dos investigados. Ou seja, ficam se escrevendo mil revistas e jornais falando de um suposto grampo, sem conhecimento de áudio, enquanto isso não significa nada perto do trabalho sério desenvolvido na Operação Satyagraha. O Brasil gasta tempo discutindo se a cooperação Abin/PF é legal ou não, enquanto o crime grassa neste país. Em qualquer lugar civilizado do mundo isso é absurdo. Se há crimes,qualquer cooperação é bem vinda no sentido de esclarecê-las. A gente tem que parar de viver no país de Alícia, sob o pretexto de estarmos protejando "direitos e garantias individuais".
6/02/2009 23:50Armando do Prado (Professor)Factóides dolosos
Comando do TRF? Estão falando do PCC ou de um órgão jurisdicional?
Ali o quê? Francamente! Vamos buscar melhores argumentos!
Protógenes e De Sanctis continuam assombrando bandidos banqueiros e toda caterva de meliantes do colarinho branco.
6/02/2009 21:21Ronaldo (Advogado Autônomo)ótimo
como exercício de ficção o artigo está ótimo. Falta comprovar os fatos. Caso sejam comprovados, parabéns aos autores. Caso não consigam comprovar, favor ler e praticar ética
6/02/2009 20:46Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)UM DIA
alguém entenderá a verdadeira utilidade dessa Abin, que no momento só é acusada de espionagem por autoridades...
Parabéns ao Conjur pelo destemor em divulgar toda essa sujeira.
6/02/2009 18:02Hugo (Advogado Associado a Escritório)Precedentes importantes
Que maravilha! Segundo nos mostra a reportagem, agora teremos o efetivo contraditório no inquérito policial e não apenas a ampla defesa, segundo o TRF3 que permitiu a participação ativa do investigado no inquérito.
Além disso teremos medidas cautelares mais comedidas, pois há casos em que não apenas o MPF opina contrariamente a sua decretação como, após deferida, busca impedir a sua realização.
Bons tempos...

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