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Gerenciamento estatal

Advocacia pede que estado cuide de sua previdência

OAB-SP - IASP - AASP - Reunião Assembléia - por Cristóvão Bernardo

Com a intenção de que o estado de São Paulo continue gerenciando a Carteira de Previdência de Advogados, os presidentes Luiz Flávio Borges D´Urso (OAB-SP), Fabio Ferreira de Oliveira (Associação dos Advogados de São Paulo) e Maria Odete Duque Bertasi (Instituto dos Advogados de São Paulo) reuniram-se, nesta terça-feira (3/2), com deputado estadual Samuel Moreira, líder da bancada do PSDB, e com o superintendente do Ipesp, Carlos Flory. Em seguida, os advogados encontraram o líder do governo na Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Barros Munhoz.

As entidades pretendem levar a discussão para o maior número de interlocutores do governo, para definir o destino da Carteira dos Advogados, que tem 37 mil participantes. Mais de 3 mil são aposentados e pensionistas.

A Lei Complementar 1.010/07 extingue o Instituto de Previdência do Estado de São Paulo (IPESP), órgão do governo, e cria a instituição autônoma para a gestão, SPPrev.

Em janeiro, eles conversaram com o secretário estadual de Justiça e Cidadania, Luiz Antonio Guimarães Marrey, para que o estado continue na gestão. Também pediram apoio ao presidente da Assembléia Legislativa, Vaz de Lima, nos projetos de lei que tramitam na Assembléia: PLC 50/08 do deputado Carlos Giannazi e PL 183/08 do deputado Hamilton Pereira.

* Na foto, à esquerda, o deputado Barros Munhoz (PSDB). Na direita, de baixo para cima, Marcos da Costa (OAB-SP), Maria Odete Duque Bertasi (Iasp), Luiz Flávio Borges D'Urso (OAB-SP),  Fabio Ferreira de Oliveira (Aasp), o advogado José Arnone e, ao fundo, Marcio Kayatt (Aasp).

Foto: OAB-SP. Fotógrafo: Cristóvão Bernardo.

Revista Consultor Jurídico, 4 de fevereiro de 2009, 7h54

Comentários de leitores

2 comentários

CERTEZAS

Ticão - Operador dos Fatos ()

Tenha certeza de que vindo da POAB-SP boa coisa não é. Vai querer passar a dívida para o governo, ou seja, nós contribuintes. Em seguida vai pleitear equiparação com os servidores concursados, e a conta vai aumentar. Só pensam em privilégios para eles, pagos pelos outros.

"OABeiço"

FELIPE CAMARGO (Assessor Técnico)

Elio Gaspari, em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo do dia 1º de fevereiro de 2009, brindou os leitores do periódico com o seguinte comentário:
"OABEIÇO
O ramo paulista da OAB, presidida pelo doutor Luiz Flávio "Cansei" Borges D'Urso parece acreditar que tem superpoderes de convencimento. Numa ponta reivindica que a Viúva fique com o esqueleto da carteira de previdência dos advogados de São Paulo. Ela arrecada R$ 4,6 milhões e paga R$ 6,2 milhões em benefícios. O custo do ossário pode chegar a R$ 10 bilhões em 90 anos. Noutra ponta, a mesma OAB quer reduzir o alcance da defesa gratuita oferecida à choldra pelo Estado. Hoje 1,8 milhão de pessoas são atendidas anualmente, e a Ordem recebe bom dinheiro para ajudar nesse serviço. Os beneficiados são contribuintes com renda familiar inferior a três salários mínimos (R$ 1.350). A OAB quer fechar a porteira, admitindo só famílias com renda inferior a R$ 900 de renda. Na tunga, dançam 270 mil pessoas.
Assim, um pedaço da patuleia fica obrigada a carregar o esqueleto da previdência dos doutores, mas perde o acesso à defesa gratuita que o Estado lhe dá há cerca de 20 anos."

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