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Entrevista: Cezar Peluso, ministro do Supremo Tribunal Federal
Esta entrevista deveria ser divulgada em todos os Tribunais de Justiça dos Estados, e deveria ser tema de debate nas escolas de Magistraturas, mostrando a negra realidade que caminha a justiça neste país, há tempo que comento com meus colegas que os que ingressam no TJ na carreira de Magistrados deveria exercer no mínimo cinco ou mais anos com advogados militantes, só assim teríamos Magistrados a altura para um bom julgamento dos recursos advindo da Justiça comum, caso contrário a justiça fica devendo para a sociedade. Outro tópico importante é esta legalidade é o respeito pela lei diante do direito positivo, se a CF diz que os aposentados têm direito a aumento digno todos os anos, como pode um Presidente tolher este direito constitucional simplesmente suspendendo os ditames da CF 88 lei que o mesmo aprovou logo o exercício da legalidade começa em casa, portanto se o magistrado deste país nega a em cumprir a Lei Máxima deste país, quem vai cumprir outra legalidade imposta pelo direito positivo neste país.
São José/SC, 3 de fevereiro de 2009.
www.poetasadvogados.com.br
www.mario.poetasadvogados.com.br
O povo brasileiro espera a imparcialidade do julgador, e até acredita, mas ultimamente o Judiciário tem feito de tudo para desacredita-lo. O País tem leis, e leis suficientes e eficientes, que no entanto não são aplicadas pelo Judiciário. A ilegalidade é uma farofa que se cria com julgamentos ilógicos. O numero excessivo de recurso mostra quão desacreditada é a Justiça e como são injustas as sentenças. Infelizmente.
Até que enfim uma entrevista de Ministro do STF a altura da Augusta Corte.
A violência começou a exacerbar no Brasil,quando as autoridades deixaram de cumprir as leis.Ao deixar de reprimir o "inocente" jogo de bicho:hoje,desgraçadamente,sob os olhares de aprovação das autoridades,joga-se no bicho,fuma-se maconha e por aí vai.Nova Iorque acabou com a criminalidade com a tolerância zero,e o que era isso? A determinação do cumprimento das leis pelas autoridades constituidas.
Se existe uma lei,ela deve ser cumprida por todos e principalmente as autoridades devem reprimir os transgressores.
A lei pode ser injusta para um,mas na mesma situação ela será justa para outro.
Muito interessante à coincidência
Há algum tempo fiz uma denuncia sobre o esquema do Pedágio Linha Amarela ao MPRJ, foi arquivada sorrateiramente, uma Corregedora na época Dra. Dalva Pieri Nunes, confirma a legitimidade do arquivamento.
O nome dessa promotora parece tanto com o nome da moça, Denise Pieri Nunes, supostamente envolvida nas denuncias da OAB-RJ; - Que coisa!
Para que o comentário fique bem esclarecido, segue os dados:
Denuncia No. CAODCNo. 118/02
OFICIO GCGMP No. 47/03
Ref: Proc.225/03
Expediente interno No. 24 Proc. MP. 39624/02ª
http://conjur.estadao.com
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http://oglobo.globo.com/rio/mat/2007/0
http://www.midiai
"FRASES PICANTES II
O PEDIDO DE IMPEACHMENT – O SILÊNCIO PEGOU MAL
Não sabemos se o pedido de impeachment do Procurador Geral da República encaminhado ao Senado por um professor do Rio de Janeiro foi arquivado, “jogado fora”, engavetado, realmente não sabemos. Sabemos, no entanto, que tal pedido existe ou existiu e não teve solução. Temos documento que prova a existência do pedido, confirmado pelo próprio Senado. Sabemos também que ficou muito mal para o Ministério Público o silêncio absoluto sobre o caso, aqui publicado. A PGR deveria ser a primeira a se manifestar e exigir do Senado o julgamento do pedido de impeachment feito por um cidadão brasileiro. Com o não julgamento da questão, resta à população o direito se imaginar que no país dos “rabos presos”, o parlamento quer “prender o rabo” do Ministério Público. Isso é mal, muito mal."
E agora que há um contra o Procurador-Geral da República com número no Senado, citado abaixo, e que começa a ser divulgado, o MPF fica calado... A questão é, se pudesse ser arquivado, desde outubro já havia tempo para Advocacia do Senado suscitar inépcia.
E então os Magistrados Xerifes que dizem que "a constituição somos nós", a que se pergunta, nós quem cara pálida? O MPF e PF de mãos dadas... Agora o MPF cala. Gostaria de ouvir o MPF falar. O Senado falar, explicar por que desde outubro não resolve a situação? Ao invés de ficarem antes tentando crucificar o Ministro Gilmar Mendes. A Procuradoria-Geral da República deveria ser a primeira a ter interesse no julgamento de tal processo, e o momento é ótimo, quando Itália e Europa voltam os olhos para a legalidade e respeito às leis e Direitos Humanos que se praticam no Brasil.
No mais posso antecipar que não há conflitos de normas, no que normas do art. 5º da CF/88 prevalecem, por força do §4º do art. 60, sobre qualquer outra norma constitucional que não disponha de tal égide.
Onde a coisa está sendo publicada, informei abaixo.
"FRASES PICANTES II
O PEDIDO DE IMPEACHMENT – O SILÊNCIO PEGOU MAL
Não sabemos se o pedido de impeachment do Procurador Geral da República encaminhado ao Senado por um professor do Rio de Janeiro foi arquivado, “jogado fora”, engavetado, realmente não sabemos. Sabemos, no entanto, que tal pedido existe ou existiu e não teve solução. Temos documento que prova a existência do pedido, confirmado pelo próprio Senado. Sabemos também que ficou muito mal para o Ministério Público o silêncio absoluto sobre o caso, aqui publicado. A PGR deveria ser a primeira a se manifestar e exigir do Senado o julgamento do pedido de impeachment feito por um cidadão brasileiro. Com o não julgamento da questão, resta à população o direito se imaginar que no país dos “rabos presos”, o parlamento quer “prender o rabo” do Ministério Público. Isso é mal, muito mal."
Até agora ninguém do MPF para responder...
E como, então, poder julgar a população e seu descaso à legalidade, no caso em concreto?
E quanto a questão de ascensão à magistratura, porque o Estado de São Paulo, entre outros, mantém o limite de idade de 45 anos para o acesso? Não é uma maneira de impedir que pessoas muito mais vividas, e com muito mais gabarito ao ter reputação ilibada, (já que esta há muito mais tempo na luta, do que um jovem), ficarem excluídas por questões de idade, enquanto no mundo da política, pessoas com mais de 80 anos, ainda se sobressaem, e dão exemplo de luta e perseverança, alem de qualidade moral, no mundo todo?
A questão da Legalidade ficou “in casu” um tanto quanto abalada, pois a sumula 691, foi adaptada às conveniências de momento do Supremo. Pois o próprio Ministro confessa que com sua revogação “o Supremo ficará entupido com o volume de Habeas Corpus que irá subir”. Ao Ilustre Ministro, perguntamos: não é um modo de justiça parcial, discriminatória, e que tanto mal fez ao supremo no episodio Daniel Dantas? Porque existem casos e casos, no Supremo?
Quanto a policia federal, o Ilustre Ministro reconhece que um grande avanço aconteceu na sua qualidade. Essa observação é obvia, para qualquer do povo, hoje. No entanto, o Supremo se esmerou em esvaziar claramente sua ação, no confronto no caso Daniel Dantas. E se o Ministro acompanhou o que pensa a opinião publica a respeito do episodio, vai verificar o quanto ficou mal para o consenso da população, as atitudes provenientes do Supremo, no episodio.
Em relação à policia federal, a opinião do Ministro é a da população. A policia federal melhorou muito. E no entanto, sua ação tem sido extremamente prejudicada por medidas pessimamente mal recebidas pela população, que esta cansada de ver poderosos serem protegidos. E no caso, a policia ser desmobilizada. 4 anos de investigação, no caso Satiagraha, jogados no lixo.
E como, então, poder julgar a população e seu descaso à legalidade, no caso em concreto?
A toga hoje parece guardar o que antes a batina agasalhou, ou seja, uma prevenção contra uma “espécie diabólica denominada defesa”, incinerando garantias constitucionais na espetacularidade da fogueira midiática.
O Ministro critica os concursos dizendo que não examinam a “vocação” e tal palavra vem miscigenada com noção de “virtude”. “Virtude” é elemento muito mais profundo do que “vocação”. “Virtude”, na sua definição, encerra grandeza, disposição de caráter para o bem e o correto sob um ponto de vista moral. Quando associamos "virtude" à determinada categoria significa as qualidade necessária a sua existência.
O que o Ministro não disse e deveria ter dito, é que a virtude de um juiz não é aquela que ele atribui à categoria, mas a virtude em si mesma, ter uma elevada estatura moral, quiçá como o projeto platônico, in “A República”, previa.
Sim, pois o juiz deve ser antes tudo o mais próximo de um “Prudente”, sereno, infenso aos holofotes e ao “que dirão”, preocupado com a aplicação do direito e das garantias que esse oferece e não com o “prende-arrebenta” que a bílis popular, sobre a qual deveria ele estar acima, enaltece.
Veja-se o caso que o Dr. Sérgio Niemeyer narra como exemplo de desvirtuação (corrupção da virtude!) completa: um magistrado que deixa de ser o espelho do alto ideal de justiça e passa a ter ânimo de vingança quando esse exercício jurisdicional é criticado justamente por fugir a estes contornos elevados que a função judicante deve ter e descende da condição de órgão por natureza excelso à baixeza humana tonificada pela vindita autoritária.
Visite meus blogs:
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A toga hoje media parece guardar o que antes a batina agasalhou, ou seja, uma prevenção contra uma “espécie diabólica denominada defesa”, incinerando garantias na espetacularidade da fogueira midiática.
O Ministro critica os concursos, que não examina “vocação” e com ela vem, miscigenada, a noção de “virtude”. Ao enunciar “virtude” estar-se-á em elemento muito mais profundo do que vocação. “Virtude”, na sua definição encerra grandeza, disposição de caráter para o bem e o correto sob um ponto de vista moral. Uando a associamos a uma determinada categoria significam as qualidades necessárias a sua existência.
O que o Ministro não disse e deveria ter dito, é que as virtudes de um juiz não são aquelas que ele atribui à categoria, mas a virtude em si mesma, ter uma elevada estatura moral,quiçá como o projeto platônico, na obra “A República”, previa.
Sim, pois o juiz deve ser antes tudo o mais próximo de um “Prudente”, sereno, infenso aos holofotes e ao “que dirão”, preocupado com a aplicação do direito e das garantias que esse oferece e não com o “prende-arrebenta” que a bílis popular, sobre a qual deveria ele estar acima, enaltece.
Veja-se como exemplo o caso que o Dr. Sérgio Niemeyer narra, ex. de desvirtuação (corrupção da virtude!) completa: um magistrado que deixando de ser o espelho do alto ideal de justiça, passa a ter ânimo de vingança quando esse exercício jurisdicional é criticado justamente por fugir a estes contornos elevados que a função judicante deve ter e descende de órgão excelso, por natureza, à baixeza humana tonificada pela vinditra autoritária.
A justiça é um valor que provoca a eclosão das mais profundas paixões dos homens. Em nome dela se cometeram-se as mais perversas atrocidades contra o gênero humano. Por isso que, dada à objetividade que o coloca no âmbito da razão e previne a mácula subjetiva que sói impregnar as paixões, o direito deve prevalecer como expressão heterônoma da justiça. Daí alguém um dia ter dito «dura lex, sed lex».
É perfeita a colocação: «Por mais nobres que sejam os objetivos, não se pode atropelar a lei para atingi-los». Em um estado de direito o que impera é a lei, e não a vontade do(s) homem, por mais poder que concentre em suas mãos. Quem quer que, movido por um desejo de realizar o valor justiça a que adere, por mais afeiçoado que seja a essa ideologia, praticá-lo segundo uma fórmula que não se encontre no «corpus» objetivo do ordenamento jurídico, fará jus ao epíteto de justiceiro.
Nos dias atuais, como expressa muito bem expressa o Ministro, o qual não é imune de críticas, e as farei mais à frente, «os juízes, principalmente da nova geração, vêm perdendo algumas das mais importantes qualidades que fizeram a magistratura ganhar respeito no país. Recato e prudência são predicados que, segundo ele, estão deixando de pertencer à carreira.»
Certa ocasião critiquei duramente uma sentença penal proferida em um processo no qual haviam atuado mais de um magistrado, disse que se tratava de um processo genuinamente kafkiano, e com assombro prossegui: (CONTINUA)...
Comentários encerrados em 9/02/2009
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