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Judiciário cearense oferece 39 vagas para ex-presos

O Judiciário cearense está oferecendo 39 vagas para ex-presos: três para o Tribunal de Justiça do Ceará, 10 para a Justiça Federal, uma para o Tribunal Regional Eleitoral, cinco para o Tribunal Regional do Trabalho, 10 para a empresa Metal Mecânica Maia e outras 10 para o Sindicarnes.

De acordo com a coordenadora do projeto no Ceará, Maria das Graças Almeida de Quental, o Portal de Oportunidades do Conselho Nacional de Justiça funciona como uma ferramenta rápida e fácil, já que é pela internet. Ela afirma, ainda, a importância dos empresários cadastrarem suas empresas no sistema. "O mais importante é que as empresas, ao aderirem ao Portal, estão dando uma oportunidade de alguém se reerguer socialmente. O empresário pode funcionar como uma ferramenta de transformação social", disse.

Para David Cruz, analista judiciário à disposição do CNJ no Ceará, a expectativa é de que o Portal de Oportunidades possa ampliar, ainda mais, os benefícios para os egressos. "Esperamos que com a consolidação desse sistema haja uma disputa positiva entre os estados e as empresas brasileiras para a contratação do maior número de pessoas oriundas do sistema carcerário", disse.

O objetivo do sistema é intensificar ações e parcerias para oferecer oportunidades a pessoas que passaram pelo sistema carcerário. A iniciativa faz parte da segunda etapa do projeto "Começar de Novo" do CNJ e visa a reintegração social de ex-detentos por meio dessas oportunidades. A maior parte das vagas ofertadas pelo Portal é para auxiliar de administração, auxiliar de serviços gerais e mecânico. As oportunidades de emprego abrangem funções como vendedor de jornal, serralheiro, soldador e office-boy.

Para incluir novas vagas no sistema, as empresas, órgãos públicos e entidades podem fazer o cadastro entrando no banner do projeto "Começar de Novo", disponível no site do CNJ, e acessar o sistema do programa. Antes de fazer o cadastro, é obrigatório informar o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 30 de dezembro de 2009, 6h52

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