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Procura de rastros

PF tenta encontrar provas de distribuição de propina

O Ministério Público Federal informou que cinco operações de busca e apreensão foram deflagradas, nesta segunda-feira (21/12), pela Polícia Federal. O objetivo foi o de recolher novas provas como parte da operação batizada como Caixa de Pandora, que investiga o esquema de distribuição de propina que envolve o governo do Distrito Federal, deputados distritais e empresas prestadoras de serviços. A informação é da Agência Brasil.

O STJ autorizou, na última sexta-feira (18/12), novas ações para comprovar a participação dos investigados no esquema de corrupção. O material apreendido será analisado e periciado pela PF. Um relatório com as informações será anexado ao inquérito. No despacho, o ministro do STJ Fernando Gonçalves também determinou que fossem feitas as “diligências necessárias para comprovar a existência de eventual vínculo entre as empresas fornecedoras de dinheiro marcado e dos seus recebedores”.

“A unidade [a Polícia Federal] deve esclarecer a afirmação de que tem ‘fortes indícios’ de que o dinheiro marcado, cuja maior parte veio de uma das empresas supostamente envolvidas, é o mesmo encontrado na casa de um dos investigados durante a operação de busca e apreensão”, informou o ministro por meio de nota divulgada à imprensa.

Em nota divulgada nesta terça-feira (22/12), o Superior Tribunal de Justiça determinou que o Ministério Público Federal acompanhasse e fiscalizasse as medidas que haviam sido solicitadas pela subprocuradora-geral Raquel Rodge ainda no âmbito da operação da PF. Como o inquérito corre sob segredo de Justiça, não foram informados os locais das buscas.

Revista Consultor Jurídico, 22 de dezembro de 2009, 17h56

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