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Custos Legis

Ministério Público Federal lança revista eletrônica

A primeira edição da Custos Legis – Revista Eletrônica do Ministério Público Federal, foi publicada na internet na última quinta-feira (17/12). Editada pela Procuradoria da República no Rio de Janeiro, a revista contém artigos em três áreas: Direito Público, Direito Penal e Processo Penal e Tutela Coletiva, além de peças processuais assinadas por profissionais e estudiosos do Direito.

A Custos Legis é um espaço virtual de debate franco e plural que pretende tornar o MPF um polo de ideias e tendências doutrinárias, bem como uma interlocução entre órgãos públicos e a sociedade civil. Assim, a revista une as discussões acadêmicas com questões inerentes à atuação do MPF. Essa complementaridade de enfoques foi buscada pelos responsáveis pela revista: os procuradores da República Luiz Fernando Lessa e Antonio do Passo Cabral, diretor e editor-chefe, respectivamente.

O número de estreia veio com artigos dos procuradores da República Andrey Mendonça, Douglas Fischer, Eugênio Aragão, Ivan Marx, Maria Capucci, Paulo Thadeu e Sérgio Arenhart, entre outros autores. Outro destaque desta edição, na seção “Peças Processuais”, é a ação civil pública movida pelo MPF em São Paulo contra os agentes públicos responsáveis pela ocultação de cadáveres de dissidentes políticos do regime militar. A Custos Legis está disponível no site da revista. Com informações da Assessoria de Imprensa do MPF.

Revista Consultor Jurídico, 20 de dezembro de 2009, 7h20

Comentários de leitores

1 comentário

A REVISTA DO MINISTERIO PUBLICO FEDERAL

Alcina Torga (Advogado Autônomo - Civil)

Espero que esta revista ,venha para trazer soluções e esclarecimentos,para a classe dos advogados, e jurisdicionados,já que muitos processos com graves e criminosas denuncias contra grandes organizações, passam pelas vistas do Ministerio Público do Estado e parecem cega-los.Eu estou,com uma grave situação juridica processual em andamento,que esbarra na venda de sentenças pelo judiciario do Estado,assim diz o próprio jornal O Globo,ocorre que a poucos dias atras,fui impedida pelo oficial do 9o.oficio do Registro de imoveis(Gustavo) de fazer o registro do imovel situado em currupira do espolio de ADELINA RIVETTI,e já descobri a grande maracutaia dessa organização GLOBO-DERMESIL-SÃO MARCOS-REAL ENGENHARIA,SCANDIA, entre outras tantas que criam por minuto,para fraudar e falsificar e tomar todos os patrimonios,principalmente dos espolios,assim é que o imovel dos meus clientes orfãos idosos ,se passou para as mãos desta organização com 3 matriculas falsificadas neste cartorio e pelo poder judiciario do Estado(mafia da toga),todos esses gravissimos fatos criminosos trazem um grande descredito na justiça e mostra que erramos de profissão ,já que é dificil conviver com tantas falcatruas praticadas dentro do poder judiciario,debaixo dos olhos daquele que deveria ser fiscal da lei.Assim o desalento,o descredito,a desconfiança,a falta de transparencia,a imoralidade,entre outros adjetivos,tiram do profissional a vontade de prosseguir acreditando na justiça e em seus pares,eu espero uma luz nos novos promotores de justiça que ai estão,e quero muito assinar esta revista,preciso acreditar ,que todos os meus esforços profissionais não foram em vão,que aquele juramento da formatura lá atrás É VERO.

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