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12 dezembro 2009
Ficha transparente
ONG pode publicar dados sobre vereadora carioca
O projeto Excelências, da ONG Transparência Brasil, agraciado em 2006 com o Prêmio Esso de Melhor Contribuição à Imprensa, reúne informações de domínio público a respeito da vida e das obras dos parlamentares brasileiros. Esta prestação de serviços, contudo, tem provocado os escrúpulos de políticos que não querem ver seus dados expostos publicamente.
No Rio de Janeiro, a vereadora Teresa Bergher (PSDB), entrou com queixa-crime na Justiça contra a Transparência. Ela sentiu-se ofendida em sua honra com a publicação no site da ONG da informação de que teve sua prestação de contas de campanha rejeitadas pela Justiça eleitoral.
O juiz Marcio Lucio Falavigna Sauandag, do Juizado Especial Criminal de São Paulo, rejeitou pretensão da vereadora Teresa Bergher (PSDB), do Rio de Janeiro, não convertendo queixa-crime em ação penal contra a ONG Transparência Brasil.
Sua pretensão, porém foi rejeitada pelo juiz Márcio Lúcio Falavigna Sauadang, do Juizado Especial Criminal de São Paulo. Em sua sentença, o juiz assinalou que o “sítio eletrônico (...) simplesmente prestava uma informação verdadeira, e nada mais. A formulação de tal sítio eletrônico e mesmo a prestação de informação nada tem de ofensivo à honra da querelante”.
Clique aqui para ver a íntegra.
Claudio Julio Tognolli é repórter especial da revista Consultor Jurídico
Revista Consultor Jurídico, 12 de dezembro de 2009
Comentários
Comentários de leitores: 1 comentário
TRANSPARENCIA BRASIL NÃO SABE DE NADA...
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NA LINHA AMARELA - em face da indivisibilidade deste tributo, penalizam apenas 20% dos usuários desta “avenida” que pagam o pedágio, enquanto o restante 80%, ou seja, a maioria dos 400 mil usuários dia trafega absolutamente sem pagar nada, “de graça”, ou melhor, por conta e à custa da minoria, sendo servido de todos os direitos inerentes aos pagantes, criando enormes engarrafamentos diariamente. São usuários dos bairros que estão após a praça do pedágio em Água Santa sentido centro e vice versa, que vem até a ultima saída antes do bairro Água Santa para acessar os bairros periféricos. Nesse sentido temos que lutar para tirar a praça do centro da “avenida” e colocar uma guarita em cada entrada da avenida, o que vai reduzir o valor do pedágio respeitando-se o principio da igualdade entre os usuários.
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http://sites.google
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