CNJ adia decisão sobre processo disciplinar contra o juiz Ali Mazloum

19/08/2009 19:45j.alvaro (Outros)Pobre terra.
As perseguições ao juiz Mazloum são antigas. É triste pensar que os órgãos que estão aí para garantir os nossos direitos são utilizados por alguns de seus membros para este tipo de perseguição (política ou pessoal). A nova composição do CNJ parece que não está totalmente infectada por estes vícios. Ainda existe um pouco de justiça nesta pobre terra.
19/08/2009 08:45Zé Carioca ()Amesquinhando a garantia da inamovibilidade
Remover um juiz que goza da garantia da inamovibilidade é medida bastante séria, e bastante grave se considerado o motivo banal do caso específico do juiz Ali Mazloum (no entendimento de alguns desembargadores, ele não tinha competência para decidir determinado caso, embora tivesse assim agido de acordo com sua consciência, sem dolo ou má-fé). Lamentável.
O TRF-3 é tribunal bastante conhecido, sobretudo por suas divisões políticas, facções, etc.
Incrível que garantias constitucionais sejam amesquinhadas e estejam tão vulneráveis aos sabores políticos de detentores provisórios de poder.
Espera-se que o CNJ faça justiça ao juiz Ali Mazloum, magistrado honrado, honesto, cumpridor de seus deveres.
18/08/2009 20:52João G. dos Santos (Professor)Indicação da Câmara
Só um reparo ao comentário do Olhovivo: Marcelo Nobre foi indicado pela Câmara dos Deputados. No mais, que ficou esquisito, ficou. E como!
18/08/2009 20:31olhovivo (Outros)Representante da Ajufe?
O sr. Valter Nunes não era presidente da Ajufe? E ele é contra estancar procedimento supostamente irregular contra juízes. Enquanto isso, o representante da OAB, Marcelo Nobre, defende o contrário. Dá prá entender?

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