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Tempo de investigar

Desembargador do TRF-4 é afastado pelo CNJ

O Conselho Nacional de Justiça decidiu, na sessão plenária de terça-feira (28/4), afastar de suas funções o desembargador federal Edgard Antônio Lippman Júnior, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Ele responderá processo administrativo disciplinar para apurar acusação de venda de sentença investigada pela Corregedoria Nacional de Justiça. O relatório da sindicância foi apresentado ao plenário pelo corregedor nacional, ministro Gilson Dipp.

De acordo com denúncias, o desembargador teria recebido dinheiro para possibilitar a reabertura e manutenção de uma casa de bingo da empresa Monte Carlo Entretenimento, além da compra irregular de uma série de bens em nome de sua companheira Ivanise Machado Crescêncio.

Os dados preliminares da sindicância indicam que, entre 2003 e 2007, a movimentação financeira do desembargador em instituições financeiras foi superior aos rendimentos declarados nesse período.

Na decisão, o corregedor-nacional deu prazo de 15 dias para que a presidência do Tribunal Regional Federal da 4ª Região suspenda todas as vantagens do desembargador, tais como uso de carro oficial, de gabinete, motorista, nomeação de servidores, entre outras, com exceção dos subsídios. Também determinou a redistribuição dos processos de sua atribuição ou convocação de magistrado para sua substituição. *Com informações da Assessoria de Imprensa do Conselho Nacional de Justiça.

Revista Consultor Jurídico, 29 de abril de 2009, 18h49

Comentários de leitores

5 comentários

Para quem não é fiel aos princípios...

Dr. Marcelo Alves (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

É, tem gente que chega à faculdade de Direito e lá assimila princípios até então desconhecidos e reforça outros que trouxe de casa.
Infelizmente, para uns poucos, é bastante complicado ver seu subsídio sempre limitado a um tanto - ainda que seja muito esse tanto - e ao mesmo tempo desafiar a caneta em decisões que envolvem vinte, cinquenta, cem vezes esse mesmo tanto.
É mais ou menos como ser um chocólatra incontido e trabalhar numa linha de produção da fábrica de chocolates, se me permitem.
Se não envolvesse uma sólida observância de princípios, arriscaria dizer que é mesmo pura falta de caráter.
Marcelo Alves Stefenoi
pretoriusmaximus@hotmail.com

Para quem não é fiel aos princípios...

Dr. Marcelo Alves (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)

É, tem gente que chega à faculdade de Direito e lá assimila princípios até então desconhecidos e reforça outros que trouxe de casa.
Infelizmente, para uns poucos, é bastante complicado ver seu subsídio sempre limitado a um tanto - ainda que seja muito esse tanto - e ao mesmo tempo desafiar a caneta em decisões que envolvem vinte, cinquenta, cem vezes esse mesmo tanto.
É mais ou menos como ser um chocólatra incontido e trabalhar numa linha de produção da fábrica de chocolates, se me permitem.
Se não envolvesse uma sólida observância de princípios, arriscaria dizer que é mesmo pura falta de caráter.
Marcelo Alves Stefenoi
pretoriusmaximus@hotmail.com

VENDER JUSTIÇA,..É SÓ PARA QUEM PODE?

não (Advogado Autônomo)

Se um Sr. Dr. e digno magistrado no momento de seu melhor trabalho, vende algumas poucas sentenças, está ele (ou esteve ele a todo momento) impedido de apreciar e/ou julgar outras materias?, conduzir qualquer tipo de conciliação? Seria esse Nobre agente politico confiavel? Será, se aposenta-lo compulsoriamente, estariamj fazendo justiça os seu pares?

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