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Ideias do MilênioSábado
Marília Scriboni
Entrevista: Cássio Schubsky, historiador da Justiça e do Direito
Alberto Zacharias Toron, advogado, Secretário-Geral Adjunto do Conselho Federal da OAB
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Acerta também o entrevistado ao comentar sobre a especialidade tacanha dos juristas atuais, incomparáveis, por isso, com a cultura de dimensão universal dos jurisconsultos de outrora.
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Não obstante, é rematada bobagem dizer que Rui é mais conhecido por seu marketing. Ora, Rui é conhecido por suas contribuições ao direito como a teoria brasileira do habeas corpus, suas intervenções em casos famosos como o "crime de interpretação" ou então o "caso do Amazonas" (este com um arrazoado de 21 volumes só na exordial que virou um verdadeiro tratado sobre matéria) e principalmente sua atuação prodigiosa em Haia, na qual sustentou a moral que aponta a distinção entre o direito e a força chancelando a igualdade jurídica dos Estados soberanos independentemente de seu Poder, relevando assim o papel civilizador do Direito.
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Ignorar o lastro dessas atuações gloriosoas para dizer que Rui deve a superioridade de sua fama ao puro marketing é uma bobagem tão completa que se volta contra quem o diz, ou seja, parece que ele sim, está fazendo marketing de si mesmo ao causar polêmica com besteiras.
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Ninguém há de negar a estatura dos outros nomes citados, mas a verdade é que eles pouca expressão tiveram fora das questões internas do direito pátrio, enquanto que Rui projetou o direito como expressão de um dever universal entre os povos, sustentou grandes bandeiras da liberdade, etc.
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E Miguel Reale? Nenhuma palavra?
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A entrevista é boa, mas deve-se ter cuidado com a língua solta porque ela pode se enrolar.
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Acerta também o entrevistado ao comentar sobre a especilaidade tacanha dos juristas atuais, incomparáveis, por isso, com a cultura de dimensão universal dos jurisconsultos de outrora.
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Não obstante, é rematada bobagem dizer que Rui é mais conhecido por seu marketing. Ora, Rui é conhecido por suas contribuições ao direito como a teoria brasileira do habeas corpus, suas intervenções em casos famosos como o "crime de interpretação" ou então o caso do Amazonas (este que com um arrazoado de 21 volumes só na exordial virou um verdadeiro tratado sobre matéria) e principalmente sua atuação prodigiosa em Haia, na qual sustentou a moral que aponta a distinção entre o direito e a força chancelando a igualdade jurídica dos Estados soberanos e o papel civilizador do Direito.
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Ignorar o lastro dessas atuações gloriosoas para dizer que Rui deve a superioridade de sua fama ao puro marketing é uma bobagem tão completa que se volta contra quem o diz, ou seja, parece que ele sim, está fazendo marketing de si mesmo ao causar polêmica com bobagens.
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Ninguém há de negar a estatura dos outros nomes citados, mas a verdade é que eles pouca expressão tiveram fora das questões internas do direito pátrio, enquanto que Rui projetou o direito como expressão de um dever universal entre os povos, sustentou grandes bandeiras da liberdade, etc.
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E Miguel Reale? Nenhuma palavra?
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Enfim sa entrevista é noresto excelente, mas tome cuidado com a língua solta porque ela pode enrolá-lo.
Comentários encerrados em 4/05/2009
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